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        O PERIGO DOS ANABOLIZANTES

Na década de oitenta, o culto ao físico com a exigência de corpos musculosos combate ao biótipo do chamado gordinho ou rechonchuda; a procura de corpos esculturais, considerados os malhados e sarados, o padrão de beleza tipo Stalone e muitos outros, valorizou mais a estética visual do que o conteúdo.

Com isso aconteceu o chamado boom das academias de ginásticas, o culto às super alimentações, muitas delas sem nenhuma base científica. Jovens e atletas com intuito de melhorar seus resultados ou sua estética passaram a utilizar várias substâncias com efeito anabolizante na tentativa de melhores resultados em pequeno espaço de tempo.

De acordo o médico, especialista em endocrinologia e metabologia, Dr. Celso Melo dos Santos, os anabolizantes são substâncias que provocam no organismo o anabolismo. Isto é o ganho de massa muscular através da retenção de íons e água que passaram a ser utilizados em grande escala se estendendo até hoje, mesmo apesar de todas informações já fornecidas sobre suas desastrosas conseqüências.

No início, o combate era apenas do ponto de vista esportivo, visto que essas substâncias eram enquadradas como doping e, portanto, proibidas pelas autoridades esportivas. Do ponto de vista estético, a cada dia eram utilizados indiscriminadamente não só hormônios, como também, supostas “dietas” e suplementos alimentares associados aos exageros em atividades físicas, que, com o passar dos anos, mostraram seus efeitos deletérios e suas conseqüências quase sempre drásticas.

Uso & Conseqüências

Segundo o especialista, a princípio, os anabolizantes eram usados para a obtenção do estereótipo almejado, somente eram utilizados análogos de testosterona associados a dietas hiperproteícas e exercícios com peso repetidos que levavam a hipertrofia muscular. Ultimamente, também são usados outras substâncias com intuito do anabolismo.

Os análogos de testosterona, explica o endocrinologista, são os hormônios masculinos, que através do uso contínuo provocam a retenção de líquidos e íons, e ao longo do tempo apresentam os efeitos colaterais do tipo virilização com o desenvolvimento dos caracteres sexuais masculinos em seus usuários. São eles, o crescimento de barba, acne, calvície, hipertrofia do clitóris, engrossamento da voz e certa agressividade.

Com o intuito de aperfeiçoar seus produtos, “as indústrias laboratoriais procuram a cada dia uma substância com maior efeito anabolizante e que causem um menor efeito virilizante, ou seja, ação apenas no ganho muscular”.

O médico frisa que independentemente desses efeitos virilizantes, o uso crônico de substâncias derivadas do hormônio masculino, salvo em portadores de deficiência desse hormônio, levam de alguma forma à impotência e infertilidade pela diminuição dos hormônios hipofisários FSH e LH (que no homem estimulam o testículo à produção de testosterona), com conseqüente atrofia testicular, muitas vezes irreversível.

Além disso, pode provocar o câncer de próstata, de fígado e ósseo; a rigidez muscular que normalmente provoca fraturas espontâneas; as lesões articulares, musculares e de tendão, entre outros.

Essas conseqüências passam a aparecer com maior freqüência, visto que, o uso do hormônio masculino, para se obter os resultados almejados deve ser utilizado em ciclos crônicos e contínuos, pois seus efeitos são efêmeros e fulgazes. Por outro lado, o médico acrescenta ainda que a interrupção no uso provoca a perda do volume muscular adquirido.

Hormônio do Crescimento

Dr. Celso Melo dos Santos acrescenta ainda que outras substâncias muito usadas hoje como anabolizantes são os HGH (hormônio do crescimento), hormônio que é produzido no ser humano pela hipófise que leva ao desenvolvimento da estatura de uma pessoa saudável.

Não possuindo unanimidade consensual em seu uso por pessoas que não apresentam deficiência do mesmo, o médico alerta que eles podem levar ao aumento da glicose, ocasionando a diabetes mellitus secundária, crescimento de partes moles (mandíbula, pés, mãos, etc.), hipertensão arterial e problemas cardíacos, muitas vezes irreversíveis devido ao aumento do coração;

Outro produto muito usado pelos cultuadores do corpo, segundo o médico é a insulina que é o hormônio produzido pelo pâncreas que leva a glicose do sangue para o interior das células. Seu uso pode levar a hipoglicemia durante exercício físico, com casos de acidentes fatais. Além disso, pode acontecer ainda o desenvolvimento de anticorpos que vão agir contra a insulina produzida pelo corpo, a insulina endógena, podendo levar seu usuário a desenvolver diabetes futuramente pela inatividade desse hormônio, como também, o aumento da arteriosclerose.

Alerta: Você pode estar correndo riscos

Segundo o especialista, a irresponsabilidade no uso de substâncias anabolizantes chega ao absurdo de algumas pessoas buscarem medicações e substâncias de uso veterinário sem o menor estudo em seres humanos.

Nas academias, o uso de suplementos alimentares com abuso de derivados protéicos, como por exemplo, a creatina, compostos vitamínicos, composto de aminoácidos, etc. Podem provocar uma sobrecarga renal devido ao fato dos aminoácidos serem excretados pelos rins. Estudos mostram que uma dieta saudável não deve ultrapassar 1 grama por quilo de peso de proteína - um bife de 100 gramas não tem 100 gramas de proteína, explica.

Outras práticas inadequadas são as dietas com baixo uso de carboidratos, dietas hiperproteícas e hipocalóricas com restrições menores de 1000 calorias diárias, substâncias termogênicas que supostamente aumentariam o metabolismo basal com aumento do gasto calórico e todo tipo de miscelânea e absurdos, sem nenhum embasamento científico, que pode levar a doenças graves como, por exemplo, a anemia, hipovitaminose (falta de vitaminas), desnutrição protéica calórica e suas conseqüências.

Para o médico, o que mais preocupa é o fato de o público alvo desses tratamentos - se é que podem ser assim denominados - são jovens e adolescentes com futuro pela frente e que pela pouca falta de vivência ou por se acharem imortais – um fenômeno típico da idade, não se importam com os riscos desde que seja atingido o resultado estético procurado.

Portanto, o que se espera das autoridades é o controle mais rígido, o combate à venda de medicações sem receita médica e a divulgação das conseqüências do uso e prática desses “absurdos”, a fim de conscientizar a população dos riscos e com isso diminuir as conseqüências quase sempre fatais, finaliza o especialista.



- Postado por: Patrícia às 10h30
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FUMANTES NO BRASIL,CHEGA A 24,6 MILHÕES

     

Cerca de 24,6 milhões de brasileiros acima de 15 anos fumavam derivados do tabaco em 2008, conforme apontou a Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (27). O número equivale a 17,2% da população nessa faixa etária.


Segundo o IBGE, o país ainda possui outros 0,4% de usuários de tabaco não fumado, como rapé e fumo de mascar. No total, os consumidores de tabaco – fumado ou não – formam um contingente de 25 milhões de pessoas, o que equivale a 17,5% da população total do Brasil acima de 15 anos.O número de homens usuários de tabaco é maior que o de mulheres em todas as regiões do Brasil.

Segundo o IBGE, cerca de três milhões de pessoas fumavam apenas ocasionalmente, o que corresponde a 12,2% do número de fumantes e a 2,1% do total da população acima de 15 anos.
O Brasil tem um total de 118,4 milhões de brasileiros que se declaram não fumantes. Conforme o IBGE, o número total de não fumantes acima de 15 anos equivale a 82,8% da população nessa faixa etária. Entre os não fumantes, 92,5 milhões de pessoas (64,7% da população com mais de 15 anos) nunca fumaram e cerca de 26 milhões de pessoas são ex-fumantes.A escolaridade é um fator que influencia na idade em que as pessoas começam a fumar. As pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo que começaram a fumar antes dos 15 anos chega a 40,8%.
Segundo o IBGE, no Brasil, os maiores percentuais de fumantes foram encontrados entre pessoas que se declararam de cor preta ou parda. De todas as pessoas que se consideram pretas ou pardas, 19% são fumantes. Já entre quem se considera branco, 15,3% são fumantes. Os termos branco, preto e pardo são utilizados no relatório oficial do IBGE.
Entre as pessoas que fumam todos os dias, a maioria consome de 15 a 24 cigarros por dia (33,9%). De acordo com o IBGE, 39,3% dos fumantes do país acendem o primeiro cigarro entre 6 e 30 minutos após acordar.
A maioria dos ex-fumantes do país (57,3%) deixou o vício há 10 anos ou mais. Do total de ex-fumantes nessa condição, 60,1% são homens e 53,3% são mulheres.

Dos 24,6 milhões de fumantes de tabaco, 52,1% afirmaram planejar ou pensar em parar de fumar. O dado é da Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab) feita em 2008 e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (27).


Os percentuais de fumantes que pensavam em largar o vício eram maiores no Distrito Federal (62,2%), Tocantins (61,3%) e na Bahia (61,1%). O índice também foi maior entre mulheres (57,1% das fumantes), do que entre homens (49,2%).

 

Entre as pessoas que se declaram não fumantes, 92,5 milhões de pessoas (64,7% da população com mais de 15 anos) nunca fumaram e cerca de 26 milhões de pessoas são ex-fumantes. A maioria dos ex-fumantes do país (57,3%) deixou o vício há 10 anos ou mais, tanto em relação a ex-fumantes homens ( 60,1%) quanto a mulheres (53,3%).



- Postado por: Patrícia às 10h35
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Síndrome de West

Autor: Patrícia Vieira Fernandes - Fisioterapeuta do Hospital Barra D Or, graduada pela UFPE , pós-graduanda em Terapia Intensiva pela UNESA

Introdução

Em 1841, West em uma carta dramática ao editor do " The Lancet" , apresentou o problema de seu filho com espasmos em flexão que se repetiam diariamente em ataques de 10 a 20 contrações que levaram a criança a um retardo mental, apesar de todos os tratamentos usados e possíveis para aquela época.
Esta síndrome neurológica foi descrita pela primeira vez em 1949 por Vasquez y Turner para sociedade Argentina de Pediatria, com dez casos de uma "nova síndrome" que apresentavam crises nos lactantes, com alterações específicas no traçado eletroencefalográfico (EEG), estando associadas à deterioração mental , as quais propuseram chamar Epilepsia em Flexão.
Em 1952, os autores Gibbs e Gibbs criaram o termo Hipsarritmia (hypos= altura e rhytmos= ritmo) para o registro EEG destes pacientes, o que passou a caracterizar a maioria das descrições desta síndrome. Portanto, trata-se de uma entidade eletroclínica caracterizada por espasmos quase sempre em flexão e por um traçado EEG típico denominado hipsarritmia ou disritmia maior lenta. As crises clínicas têm recebido outras denominações: espasmos saudatórios , espasmo infantil, massive jerks, Blitz und NichtKrampf, tic de salaam e pequeno mal propulsivo

Etiologia
A Síndrome de West pode ser dividida em dois grupos, com relação à causa: o criptogênio ( quando a causa é desconhecida ), onde o lactente é normal até os inícios dos espasmos, sem qualquer lesão cerebral detectável; e o grupo sintomático ( de causa conhecida) , onde há prévio desenvolvimento neuropsicomotor anormal , alterações ao exame neurológico e/ou lesões cerebrais identificadas por exames de imagem ( tomografia computadorizada, ressonância magnética, etc). Em 1991, foi proposta a hipótese da existência de uma forma idiopática , com evolução benigna no tratamento em curto prazo.
Em aproximadamente 80% dos casos a síndrome de West é secundária, o que vale dizer que depende de uma lesão cerebral orgânica. Em muitos casos é possível determinar a etiologia da síndrome: encefalites a vírus, anoxia neonatal, traumatismo de parto , toxoplasmose, Síndrome de Aicardi, esclerose tuberosea de Bounerville. Na presença da Síndrome de West, uma exaustiva investigação deve ser feita: TC ou RNM, teste de testagem de erros inatos do metabolismo. Outro tipo de crises, além dos espasmos, pode estar também associado.

Incidência
Inicia-se quase sempre no primeiro ano de vida , principalmente entre os 4 e 7 meses de idade. O sexo masculino é o mais afetado , na proporção de 2 para 1.
Aspectos Eletroencefalográficos
As características principais e um registro de EEG com hipsarritmia são:
Desorganização marcante e constante da atividade basal;
Elevada amplitude dos potenciais;
Ondas lentas delta de voltagem muito elevada ( " ondas em montanhas " );
Períodos (salvas), habitualmente breves, de poliondas e polipontas onda;
Período de atenuação da voltagem que, em alguns casos, parece chegar a silêncio elétrico.
O eletroencefalograma, ao lado do quadro clínico, é fundamental para diagnóstico , recebendo traçado anormal o nome hipsarritmia. O EEG se caracteriza pelo seu aspecto anárquico, com ondas de grande amplitude , lentas e pontas-ondas lentas. Não há ritmo de base organizada.

Quadro Clínico
A síndrome de West consiste numa tríade de sinais clínicos e eletroencefalográficos atraso do desenvolvimento , espasmos infantis e traçado eletroencefalográfico com padrão de hipsarritmia. As crises são traduzidas por espasmos ou uma salva de espasmos com seguintes características flexão súbita da cabeça, com abdução dos membros superiores e flexão da pernas ( espasmos mioclônico maciço ) é comum a emissão de um grito por ocasião do espasmo. Cada crise dura em média alguns segundos . As vezes as crises são representadas apenas por flexão da cabeça ( tique de sabam ou "espasmo saudatório" ) . As crises são freqüentes particularmente durante a vigília, podendo chegar até a centena ou mais por dia.
As contrações são breves, maciças , simétricas , levando-se os membros superiores para frente e para fora e flexionando os músculos o abdômen. São crianças hipotônicas. Em princípio, o diagnóstico não é fácil, sendo os espasmos confundidos com cólicas ou com reflexo de Moro. Outra manifestação importante é o retardo mental que, em boa parcela dos casos, pode ser evitado pelo tratamento precoce do quadro. Diz-se que as alterações e características clínicas e evolutivas desta síndrome dependem das condições prévias do SNC do lactante antes dos surgimentos das crises. Com a maturação da criança , em geral as crises diminuem e desaparecem por volta do quarto ou quinto ano de vida.

Evolução , complicação e prognóstico
Quase sempre é uma perda de cunho neuropsíquico para criança afetada, esta perda está na dependência da precocidade de diagnóstico e da intervenção aplicada. A hipsarritmia pode desaparecer ou se transformar no decorrer do tempo. A criança apresenta sérias complicações respiratórias, devido aos freqüentes espasmos, deformidades , principalmente de MMSS e MMII. Pode ocorrer subluxação do quadril.
Há possibilidade de remissão total de espasmos infantis considerados criptogéticos, mas não há confirmação científica de remissão definitiva para os casos mais graves associados a outras condições ou patologias neurológicas.
Crianças apresentam sinais e sintomas de dano cerebral podem vir a apresentar um quadro de déficit intelectual a posterior, elas devem ser precocemente estimuladas para diminuir a seu grau de compartimento intelectual e psíquico.
Têm sido assinalados os casos em que o desenvolvimento é normal. Vários autores têm discutido uma associação entre a hipsarritmia e psicose ou entre hipsarritmia e autismo. A deteriorização do desenvolvimento neuropsicomotor está presente em 95 % dos casos. O melhor prognóstico ocorre nos 5% dos casos que permanecem com desenvolvimento mental.
O prognóstico, mesmo nos casos tratados precocemente, permanece reservado, observando-se em 90% dos casos a presença de deficiência mental. Distúrbios psiquiátricos são freqüentes. Outras síndromes epiléticas podem surgir, sendo que 50-60% dos casos evoluem para síndrome Lennox-Gastaut, epilepsia multifocal ou epilepsia parcial secundariamente generalizada.

Tratamento Clínico
Há uma grande melhora dos espasmos infantis com uso intensivo do ACTH (hormônio adrenocorticotrófico ) em suas apresentações injetáveis como: ACTHAR ( Corticotrophin) da Rhône Poulenc Rorer Pharmaceutical inc ou a sua forma de H.P.ACTHAR Gel (Repository Corticotrophin injection).
Dizemos que este tratamento pode ser heróico e interromper o quadro convulsivo, porém só deve ser utilizado sob rigoroso controle médico e monitoramento cardiopediatrico, já que os corticóides não agem apenas no SNC, mas todo o organismo da criança, inclusive em seu sistema imunológico. Segundo os autores Zajerman e Medina somente se utiliza esta medicação em casos de Síndrome de West considerados criptogênicos, e não em espasmos infantis resultantes de lesões cerebrais, por exemplo. Há casos em que a resposta terapêutica pode aparecer em até 48 ou 72 horas após aplicação de uma primeira dose do ACTH, podendo haver uma possibilidade de recidiva de crises nos casos considerados mais graves na dependência da precocidade do diagnóstico e da extensão e gravidade da lesão cerebral associada.
Outros anticonvulsivantes têm sido utilizados, isoladamente ou em combinação nos casos de espasmo infantis, como o Clonazepam, o Ácido Valpróico, o Fenobarbital e o Vigabatrin.

Tratamento Fisioterápico
Objetivos:
Equilíbrio da cabeça
Equilíbrio do tronco
Seguir as etapas de maturação de acordo com cada criança.
Em todo paciente com Síndrome de West precisa-se trabalhar primeiramente extensão de cabeça e de tronco, para que depois, então a criança seja estimulada a começar a rolar, arrastar, engatinhar, sentar, .. .Não podemos querer que ela engatinhe, sem que ela consiga fazer extensão cervical. O tratamento deve ser feito seguindo as etapas de evolução, de maturação da criança.
Os exercícios fisioterápicos devem obedecer as escalas de maturação. Tendo isso em mente, o fisioterapeuta pode inovar e criar novas maneiras de serem realizados de duas formas:
Utilizando a bola coloca-se a criança em DV apoiado com cotovelo em cima da bola, e chama-se a atenção da mesma com um objeto a sua frente.
Deitado no chão, também com um brinquedo à frente.
É importante saber que o tratamento da síndrome de west é igual ao tratamento proposto a criança portadora de paralisia cerebral.

Hidroterapia
Durante a terapia em piscina, o calor da água ajuda a aliviar a espasticidade, mesmo que o alívio seja temporário. Entretanto, a medida que a espasticidade diminui, movimentos passivos podem ser administrados em maior amplitude com menor desconforto para o paciente. Deste modo a amplitude articular pode ser mantida.
Os movimentos passivos devem ser efetuados lentamente e ritmicamente , começando com o tronco e articulações proximais, gradualmente incluindo as articulações distais. Os movimentos devem a princípio ser de natureza oscilatória e a seguir de natureza rotatória. O tronco e os membros devem ser movidos em padrões de movimento com inibição reflexa. O paciente deve respirar profundamente e calmamente, e o momento do estendimento máximo deve coincidir com a expiração. A principal dificuldade em obter uma fixação estável para ambos os pacientes e o terapeuta. Em alguns casos pode ser necessário um segundo fisioterapeuta para ajudar.

Tratamento fisioterápico
O tratamento fisioterapêutico tem como objetivo principal tratar as seqüelas ou tentar diminuí-las o máximo possível. Como as complicações respiratórias existentes, deve-se fazer fisioterapia respiratória.
Outro objetivo é tentar-se evitar as deformidades que surgem ou amenizá-las, fazendo-se mobilização passiva e alongamentos. Devido a hipotonia é preciso que se fortaleça os músculos responsáveis pela respiração.



- Postado por: Patrícia às 11h13
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AIDS..CAI NUMERO DE CONTAMINADOS

Cai número de contaminação

Contaminação por HIV diminui 17% em oito anos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Programa Conjunto da ONU para HIV/Aids (Unaids) divulgaram ontem dados que apontam que o número de novos infectados com o vírus HIV caiu 17% nos últimos oito anos. No sentido oposto, o número de pessoas no mundo convivendo com a doença aumentou em 20%.

S egundo o relatório, todas as regiões do mundo progrediram quanto à estabilidade e a queda deste índice, entre 2000 e 2008. A África Subsaariana, que concentra 60% dos infectados no mundo, registra uma queda de 15% em novas transmissões. Isto significa, aproximadamente, 400 mil pessoas a menos.

No mundo, cerca de 33,4 milhões de pessoas estão infectadas com o vírus da Aids. Embora este número signifique um crescimento se comparado às 33 milhões de pessoas infectadas em 2007, um maior número de pessoas está vivendo mais tempo com a doença. Isto graças à disponibilidade maior de medicamentos para o tratamento no combate ao HIV. Entre 2007 e 2008, a proporção de pessoas com acesso ao tratamento passou de 7% a 42%.

Calcula-se que o número de infectados neste período tenha sido 2,7 milhões, e de mortos, menos de 2 milhões. Já, o número de mortes relacionadas à Aids caiu em mais de 10% nos últimos cinco anos ao passo que mais pessoas ganham acesso a medicamentos que prolongam a vida dos pacientes.
Cerca de 33,4 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas pelo vírus da Aids, em comparação com os 33 milhões de 2007, mas um número maior de pessoas vive por mais tempo com a doença em razão da disponibilização de medicamentos, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

No entanto, mais da metade das pessoas que precisam dos remédios não tem acesso a eles, segundo a atualização da epidemia de Aids de 2009, lançada nesta terça-feira em Xangai pela Organização Mundial da Saúde (ONU) e pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids).Os chamados coquetéis são capazes de controlar o HIV, mas não há cura.O diretor-executivo do Unaids, Michel Sidibe, disse à Reuters numa entrevista em Xangai que os avanços na prevenção do HIV e no tratamento ainda são muito desiguais."O maior problema que enfrentamos hoje é a desigualdade. É muito importante que não continuemos a ter 400 mil bebês nascendo com o HIV na África todos os anos", afirmou Sidibe."Isso é algo que o mundo pode resolver. É por isso que pedimos pela eliminação quase total da transmissão de mãe para filho até 2015."Teguest Guerma, diretor-adjunto do departamento de HIV/Aids da OMS, disse num comunicado à imprensa simultâneo em Genebra que, embora mais de 4 milhões de pessoas recebessem tratamentos contra o HIV no final de 2008, em comparação com os 3 milhões do final de 2007, uma quantidade ainda maior de pessoas não os recebia."Mais de 5 milhões de pessoas precisam de tratamento e não o obtêm", afirmou Guerma.Falando mais tarde à Reuters, Guerma afirmou que drogas de segunda linha ainda custam ao menos 800 dólares por ano nos países de baixa renda."Ainda é muito caro...Se (os pacientes) não tem o tratamento de primeira linha, eles precisam mudar para o de segunda. Uma razão pela qual isso não é feito é porque ele não está disponível e custa muito caro. Os países não estão comprando", afirmou Guerma.No geral, entretanto, a epidemia parece estar se estabilizando, afirmou Paul De Lay, vice-diretor-executivo da Unaids, em Genebra."Os dados que observamos confirmam isso", afirmou. "É uma combinação de mortes decrescentes, mais pessoas vivendo, somando-se ao número total de infectados e uma redução nas novas infecções."






- Postado por: Patrícia às 12h48
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Campanha de Combate ao Câncer de Mama começa nesta segunda

                                 

A Secretaria da Mulher, Conselho Municipal da Mulher e a Rede Feminina de Combate ao Câncer lançam nesta segunda-feira (23) a “Campanha de Combate ao Câncer de Mama”. O objetivo é conscientizar a população quanto à importância dos exames preventivos e incentivar as mulheres a fazer a prevenção anualmente. A programação vai até sexta-feira (27).

As ações incluem realização de exames e orientação com relação a doença, adesivagem de carros com o laço rosa, símbolo da luta contra o câncer de mama, orientações com relação ao auto-exame, passeata da Luta Contra o Câncer e trabalhos de conscientização em todas as unidades de saúde.

No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres e a estimativa do ano de 2008 e válida também para este ano é que ocorram cerca de 466.730 novos casos de câncer. Os cânceres de mama e de colo do útero são os tipos que mais atingem as mulheres. Estima-se também deste total cerca de 49 mil serão câncer de mama. As regiões sul e sudeste, de uma perspectiva geral, apresentam a maior incidência da doença.

Câncer de mama
O câncer de mama geralmente se apresenta como nódulo no seio. O crescimento do nódulo é lento, possibilitando a descoberta ainda cedo dessas alterações, se as mamas forem periodicamente examinadas por profissionais em serviços de saúde. O risco aumenta acima dos 35 anos e após os 50 cresce rápida e progressivamente. Este tipo de câncer é o mais freqüente entre as mulheres da região sul, a cada ano cerca de 22% dos novos da doença são de mama.

Apesar de apresentar um bom prognóstico quando descoberto em uma fase não muito avançada o câncer de mama ainda apresenta altas taxas de mortalidade entre as mulheres.


Sintomas
Os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo ou tumor no seio, podendo apresentar ou não dor nas mamas. Podem surgir nódulos palpáveis na axila, surgir alterações na pele que recobre a mama, abaulamentos ou retrações e até um aspecto semelhante a casca de uma laranja.


Fatores de risco
Os casos de câncer na família são um aspecto muito importante quando se trata de grupo de risco, especialmente quando um ou mais parentes de primeiro grau já apresentaram a doença antes dos 50 anos de idade, porém a incidência nesses casos é de 10% do total dos casos de cânceres de mama. A idade também é um fator de risco, a incidência aumenta com o aumento da idade. Quando a menina tem a primeira menstruação precocemente, a menopausa tardia (após 50 anos de idade), a ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos e o fato de não ter filhos, são fatores que aumentam as chances de se desenvolver a doença.



- Postado por: Patrícia às 09h25
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Brasileiro está mais gordo e mais alto

   

A população engordou e ficou mais alta nos últimos anos no Brasil. Cerca de 43,3% das pessoas com mais de 18 anos que vivem nas capitais estão com sobrepeso. E esta é a tendência para todo brasileiro, aponta estudo Saúde Brasil 2008, do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (19).

"Metade da população já está com sobrepeso. As principais causas são a mudança para hábitos alimentares menos saudáveis e a menor prática de atividades físicas", explica Marcio Mancini, diretor do grupo de Obesidade e Doenças Metabólicas do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os meninos de 10 a 19 anos tiveram aumento de 82,2% do IMC (Índice de Massa Corpórea que dá a razão entre o peso e a altura) em 29 anos. As meninas, na mesma faixa etária, obtiveram aumento de 70,3%.

Mas as mulheres apresentam estabilidade no ganho de peso desde a década de 90, com a valorização do corpo e o combate ao sobrepeso, enquanto os homens não param de engordar.

Segundo o médico, o aumento da obesidade é expressivo na camada mais pobre da população. "A falta de informação leva a pessoa a comer pior. Além disso, alimentos baratos e calóricos como o açúcar e o óleo de soja são muito usados. Assim, a pessoa adoça mais do que precisa e faz muita fritura". Para Mancini, o governo deve atuar na conscientização da população nas unidades básicas de saúde para reverter a situação.

De acordo com o estudo, o IMC médio do brasileiro está muito próximo de 25 kg/m², limite para passar do perfil normal para o de sobrepeso. Se o valor ficar acima de 30, é considerado obesidade.

O aumento da obesidade ainda é um dos fatores para a elevação das mortes por diabetes no país. O crescimento está mais concentrado nos homens com mais de 40 anos e houve queda entre as mulheres de 20 a 39 anos.

Enquanto eles ganharam mais peso, as mulheres cresceram quase duas vezes mais. A estatura média do homem cresceu 1,9 cm em 14 anos e chegou a uma média de 1,70 m em 2003. Já as mulheres, tiveram um aumento de 3,3 cm de altura, alcançando 1,58 m.

Desnutrição

O déficit de altura nas meninas menores de cinco anos, um dos principais indicadores de desnutrição, caiu 85% de 1974 a 2007. Entre os meninos, a queda foi de 77% no mesmo período. O Ministério espera que a desnutrição seja praticamente nula em 10 a 15 anos.

A desnutrição teve redução de 50% em 10 anos, passando de 13,4% das crianças com menos de cinco anos para 6,7% em 2006. O aumento da altura também foi significativo - o déficit caiu 70% entre 1974 e 2003.


- Postado por: Patrícia às 09h21
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                      MENINGITE TIPO "C"

              

A infeccção meningocócica C não é frequentemente vista, mas, quando ocorrer, causa doenças graves como:

- Meningite (infecção das membranas de revestimento do cérebro)

- Septicemia (infecção generalizada com comprometimento de vários órgãos)

A bactéria da meningite pode infectar qualquer pessoa, mas crianças com menos de 1 ano de idade e final da adolescência são particularmente vulneráveis.

Mesmo com tratamento imediato, a mortalidade pode ocorrer de maneira muito rápida.

Aproximadamente uma de cada cinco que sobrevivem à doença apresentará sequelas como:

- Surdez
- Cicatrizes permanentes
- Amputações
- Lesões Cerebrais

A meningite C é particularmente perigosa, porque as vítimas ficam muito doentes e podem até morrer dentro de poucas horas após manifestação dos primeiros sintomas. Mesmo assim, os sintomas iniciais da infecção - tais como rigidez na nuca, febre e dor de cabeça - podem parecer sintomas de gripe. Se a miningite não for detectada e tratada logo, o tratamento poderá não ser eficaz.

Outros sintomas da meningite são:

- Grande sensibilidade à luz;
- Confusão mental;
- Uma mancha na pele tipo hematoma que, quando pressionada, não desaparece.

Se sua criança apresentar esses sintomas, entre em contato com o seu médico imediatamente.

Agora você pode ajudar a prevenir a meningite C antes que ela ataque
Existe agora a nova vacina que pode ajudar a proteger sua família das ameaças da meningite. Essa vacina foi usada em milhões de bebês e adolescentes no Reino Unido desde 1999.

Essa nova vacina é muito diferente das vacinas antigas contra a meningite. Aquelas vacinas só davam proteção por pouco tempo. Além disso, as vacinas antigas não funcionam em bebês com menos de 2 anos de idade, quando são mais propensos a contrairem a doença.

Esta vacina é a primeira a oferecer proteção contra meningite C em bebês com apenas 2 meses de vida.

Pergunte ao médico sobre essa nova vacina contra meningite C.



- Postado por: Patrícia às 09h42
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Governo compra 40 milhões de vacinas contra a gripe A

                            

O Ministério da Saúde comprou 40 milhões de doses de vacina contra a gripe suína. O primeiro lote de entrega será entregue no início do 2010. Segundo o ministério, as vacinas estarão disponíveis antes do próximo inverno para um público-alvo ainda em definição. O investimento é de R$ 444,7 milhões. De acordo com o ministério, a compra imediata reflete o movimento do mercado internacional.

- A produção da vacina contra o novo vírus da Influenza A (H1N1) tem sido mais lenta do que o esperado e a demanda mundial pela vacina é muito maior do que a oferta - explica o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, já havia adiantado que em 2010 cerca de 110 milhões de brasileiros seriam vacinados contra a gripe suína . Temporão disse que uma campanha de vacinação deve começar em março ou abril e se estender até o meio do ano. A negociação contou com a participação de duas empresas internacionais, a Baxter e a Glaxo SmithKline Biologicais (GSK). As propostas foram acompanhadas por representantes da Controladoria Geral da União (CGU), Ministério Público Federal, Consultoria Jurídica e área técnica do Ministério da Saúde e a escolha se deu pelo menor preço. A canadense GSK será a fornecedora deste primeiro lote de vacinas para o Brasil

A estimativa do governo é receber as primeiras vacinas em janeiro de 2010. O Ministério da Saúde informou que além deste lote, também serão adquiridas vacinas produzidas pelo Instituto Butantan, único produtor na América Latina, e também por meio do Fundo Rotatório da OPAS. Está prevista, ainda, a abertura de licitação para compra de outro lote de fornecedores internacionais. As quantidades e os prazos para realização dessa compras, no entanto, estão sendo definidos.



- Postado por: Patrícia às 09h49
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Síndrome de Williams

O que é: doença em que ocorre uma mutação do gene que regula a produção de elastina, que dá elasticidade aos vasos sangüíneos, pulmões, intestinos e à pele. Como conseqüência, surgem problemas cardiovasculares, neurológicos, renais e odontológicos, podendo afetar também a fala.

Incidência: 1 em cada 20.000 pessoas.

Principais sintomas: dificuldade de alimentação no primeiro ano de vida, face característica (nariz pequeno e empinado, cabelo encaracolado, lábios grandes, dentes pequenos), problemas cardiovasculares e pulmonares, dificuldade de locomoção e equilíbrio, atraso psicomotor, dificuldade de aprendizagem, déficit de atenção, memória excepcional para nomes de pessoas e de locais, grande sociabilidade.

Diagnóstico: através de exame de DNA, que oferece um resultado 100% preciso, ou pelo acompanhamento dos sintomas do paciente.

Tratamento: é paliativo, ou seja, busca aliviar alguns dos sintomas, principalmente aqueles que comprometem o bom funcionamento do organismo.

Onde buscar ajuda: a Universidade Estadual Paulista (Unesp) está fazendo um estudo sobre a doença e atende seus portadores nas unidades de Marília e Botucatu, no interior de São Paulo. Para mais informações, ligue para (14 3815-3131/ 3433-0231). A Associação Brasileira da Síndrome de Williams, criada por pais de portadores da doença, também presta um importante serviço, orientando os familiares dos pacientes. Site: (www.swbrasil.org.br/site).

Difícil de ser diagnosticada, a síndrome de Williams atinge uma em cada 20 mil pessoas e é objeto de estudo na Unesp desde o ano 2000. A universidade está montando um banco de DNA dos portadores da síndrome, que não é hereditária, além de oferecer acompanhamento médico nas unidades de Marília e Botucatu. “A síndrome de Williams não tem cura. A nossa finalidade é buscar meios de se obter um diagnóstico precoce, que permita acompanhamento desde cedo, já na infância”, esclarece a biomédica Deise Helena de Souza.

Mesmo doenças raras para as quais já existe algum tipo de medicamento também viraram foco nos centros de pesquisa. Nos Estados Unidos, a Universidade de Oregon, por exemplo, iniciou em 2005 um estudo com 90 portadores de osteogênesis imperfecta. A intenção é compreender melhor como se comporta o gene causador da anomalia, para um dia se chegar a terapias mais eficazes. “Isso levará anos, mas é bem possível chegarmos lá”, diz a pesquisadora norte-americana Sandra Veith, responsável pelo projeto.

Pressão das famílias

Até o início dos anos 80, os portadores dessas doenças não eram levados a sério pela indústria farmacêutica e nem mesmo pelas autoridades governamentais. Como essas síndromes são de difícil diagnóstico, e podem se confundir facilmente com outros males e doenças, muitas vezes os doentes não podiam contar sequer com um tratamento médico adequado. Para pressionar os laboratórios e instituições de saúde a darem mais atenção ao problema, pacientes e familiares começaram a formar associações — também para oferecer apoio psicológico mútuo — e passaram a pressionar publicamente os fabricantes de medicamentos e governantes, principalmente nos Estados Unidos.

O filme Óleo de Lorenzo, lançado em 1992, chamou a atenção do mundo sobre as dificuldades que os portadores de doenças raras e seus familiares enfrentam diante da falta de informação e de conhecimento sobre essas patologias

Em 1992, com o lançamento do filme O Óleo de Lorenzo, o mundo tomou conhecimento da via crucis pela qual passam os pais de crianças acometidas por uma doença rara. A obra retrata a busca do italiano Augusto Odone por um tratamento que controlasse o problema de seu filho, Lorenzo, que sofria de ALD, anomalia que provoca danos cerebrais progressivos.

O prognóstico médico apontava que o menino, hoje com 28 anos de idade, morreria ainda na infância. Seu pai pesquisou muito e criou então um óleo que, segundo ele, permitiu que Lorenzo sobrevivesse — mesmo não o livrando de uma paralisia completa. O composto não tem, entretanto, eficácia comprovada, e uma nova droga, a lavastitin, está sendo estudada experimentalmente nos Estados Unidos. “Foi ótimo o caso ter vindo a público. Ele alertou a população em geral e a comunidade científica sobre o drama vivido pelos portadores dessas doenças e seus familiares”, comenta Abbey Mayers, presidente da Organização Nacional das Doenças Raras (NORD), com sede nos Estados Unidos.



- Postado por: Patrícia às 10h27
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                             Dia Mundial do Diabetes

                             

Genebra, 12 nov (EFE).- Considerada a grande doença do século 21, o diabetes tem um elevado peso nas despesas dos sistemas de saúde, com um número atual de doentes ao redor de 285 milhões, podendo chegar aos 435 milhões em 20 anos se não forem adotadas medidas educativas e preventivas.

Com esta advertência, para estimular o mundo a reagir tempo, será realizado no dia 14 de novembro o Dia Mundial do Diabetes.

Por ano, 7 milhões de pessoas desenvolvem a doença, outros 4 milhões acabam morrendo e a cada 30 segundos um indivíduo sofre uma amputação.

Segundo os dados dos especialistas e organismos vinculados à luta contra o diabetes no mundo, a cada 10 segundos uma pessoa contrai a doença que já é a quarta causa de mortes no planeta.

A Federação Internacional de Diabetes (FID) estima em US$ 376 bilhões o custo deste mal crônico para a economia mundial para 2010, o que equivale a 11,6% da despesa com saúde no mundo.

Com uma população de 344 milhões em risco de desenvolver a doença a qualquer momento e uma previsão que aponta que haverá 435 milhões de diabéticos em 2030, o cálculo do custo econômico dispara para US$ 490 bilhões, segundo a FID.

O alto custo da doença impacta mais sobre os países mais pobres, onde as despesas médicas acabam sendo de responsabilidade das próprias famílias.

Por países, os desequilíbrios são mais graves. Enquanto os Estados Unidos destinarão US$ 198 bilhões no próximo ano ao atendimento de diabéticos (52,7% do total mundial), a Índia - o país com o maior número de doentes - gastará o equivalente a 1%.

Para tentar reverter essa conta, a FID trabalha na prevenção. Entre as recomendações estão exames periódicos para identificar a doença e principalmente exercícios regulares, como uma caminhada diária de 30 minutos, que segundo os estudos reduzem o diabetes tipo 2 entre 35% e 40%.



- Postado por: Patrícia às 13h39
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O que é a bulimia?


O que é a bulimia?
É o transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de "orgias alimentares", no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controle sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com a finalidade de não ganhar peso.

Generalidades
Existe uma tendência popular em achar que a bulimia é o contrário da anorexia. A rigor o contrário da anorexia seria o paciente achar que está muito magro e precisa engordar, vai ganhando peso, tornando-se obeso e continua a julgar-se magro e continua comendo. Isso seria o oposto da anorexia, mas tal quadro psiquiátrico não existe. Na bulimia o paciente não quer engordar, mas não consegue conter o impulso para comer por mais do que alguns dias. O paciente com bulimia tipicamente não é obeso porque usa recursos extremos para eliminar o excesso ingerido. Enquanto a comunidade psiquiátrica mundial não reconhecer o binge como uma patologia à parte seremos obrigados a admitir que há 2 tipos de pacientes com bulimia: os que tentam eliminar o excesso ingerido por vômitos ou laxantes e os pacientes bulímicos que não fazem isso e acabam engordando, esse segundo tipo pode vir a constituir num outro transtorno alimentar, o Binge. Os pacientes com bulimia geralmente apresentam 2 a 3 episódios por semana, o que não significa que no resto do tempo esteja bem. Na verdade esses episódios só não são diários ou mesmo mais de uma vez ao dia porque o paciente está constantemente lutando contra eles. Esses pacientes pensam em comer o tempo todo. A média de fracassos na tentativa de conter o impulso são duas vezes por semana.

Como é o bulímico?
Basicamente é um paciente com vergonha de seu problema, com sentimento de inferioridade e auto-estima baixa. O paciente reconhece o absurdo de seu comportamento, mas por não conseguir controlá-lo sente-se inferiorizado, incapaz de conter a si mesmo, por isso vê a si como uma pessoa desprezível. Procura esconder dos outros seus problemas para não o desprezarem também. Quando existe um bom motivo como ganhar muito dinheiro o paciente pode até sujeitar-se a expor seu problema, como vimos no programa Big Brother primeira edição de 2002 na TV Globo. Os pacientes bulímicos geralmente estão dentro do seu peso ou um pouco acima. Tentativas de dieta estão sempre sendo realizadas. Tentativas de adaptar os afazeres e compromissos rotineiros com os episódios de ingestão e auto-indução de vômito tornam seu estilo de vida bizarro, pois os episódios devem ser feitos às escondidas, mesmo das pessoas íntimas. Uma alternativa para a manutenção de seu problema escondido é a opção pelo isolamento e distanciamento social, que por sua vez gera outros problemas. Assim como a anorexia a Bumilia geralmente ocorre no adolescente, predominantemente nas mulheres. Os assuntos das conversas preferidos são relacionados a técnicas de emagrecimento. É comum o comportamento de esconder alimentos para futuros episódios.
É interessante notar que a bulimia não constitui uma completa perda do controle. O paciente consegue planejar seus episódios, esperar para ficar sozinho e guardar alimentos, por exemplo. Essa incapacidade parcial é intrigante para os leigos. Muitas vezes os maridos das pacientes julgam que a paciente faz tudo porque quer e critica a esposa aumentando sua culpa. Essa atitude deve ser evitada, pois além de não ajudar, atrapalha diminuindo ainda mais a auto-estima da paciente que sucumbe aos esforços por tratar-se. A bulimia muitas vezes sucede aos episódios de anorexia.

Tratamento
Os antidepressivos tricíclicos já foram testados e apresentaram respostas parciais, ou seja, os pacientes melhoram, mas não se recuperam completamente. Carbamazepina e lítio também foram testados com uma resposta ainda mais fraca. Os antidepressivos IMAO também apresentam uma melhora similar a dos tricíclicos, porém melhor tolerado pelos pacientes por terem menos efeitos colaterais. Mais recentemente os antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina vêem sendo estudados com boas respostas, mas não muito superiores às dos tricíclicos. Os estimulantes por inibirem o apetite também apresentaram bons resultados, mas há poucos estudos a respeito para se embasar uma conduta terapêutica.
Muitos pacientes só com psicoterapias apresentam remissão completa. Não há uma abordagem especialmente recomendada. Pode-se indicar a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, terapias de grupo, grupos de auto-ajuda, psicoterapias individuais.

Problemas Clínicos
Os repetidos episódios de auto-indução do vômito geram problemas noutros sistemas do corpo. Ao se vomitar não se perde apenas o que se comeu, mas os sucos digestivos também. Isso pode acarretar desequilíbrio no balanço dos eletrólitos no sangue, afetando o coração, por exemplo, que precisa de um nível adequando dessas substâncias para ter seu sistema de condução elétrica funcionante. As repetidas passagem do conteúdo gástrico (que é muito ácido) pelo esôfago acabam por ferí-lo podendo provocar sangramentos. Casos extremos de rompimento do estômago devido ao excesso ingerido com muita rapidez já foram descritos várias vezes. O intestino grosso pode sofrer conseqüências pelo uso repetido de laxantes como constipação crônica, hemorróidas, mal estar abdominal ou dores.



- Postado por: Patrícia às 08h36
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        Síndrome de PROTEUS

A Síndrome de Proteus assim se denomina por abranger malformações de diferentes órgãos e sistemas. Wiedemann descreveu-a com as seguintes anormalidades: hemi-hipertrofia; gigantismo de mãos, pés ou ambos; macrocrânio e outras anormalidades de esqueleto; hamartomas em partes moles; nevo verrucoso pigmentado; anormalidades viscerais; e ritmo de crescimento acelerado do paciente nos primeiros anos de vida (Wiedemann et al. 1983).

Desde então, outras anormalidades foram incluídas como parte desta síndrome e as mais freqüentes são: hemi-hipertrofia parcial ou completa; macrodactília; macrocrânio, assimetrias e exostoses; massa giriforme palmar ou plantar representando nevo ou lipoma de tecido conjuntivo; nevo epidérmico linear; tumores localizados em subcutâneo, formados por tecido vascular sangüíneo, linfático ou misto; crescimento longitudinal acentuado nos primeiros anos de vida; e deformidades de esqueleto como escoliose, hipertrofia e hiperostose óssea (Biesecker et al. 1999).

Algumas destas alterações também fazem parte de outras síndromes, tais como a Síndrome de Klippel-Trenaunay, Síndrome de Maffucci, neurofibromatose e outras, mas as anormalidades mesodérmicas, assimétricas distinguem a Síndrome de Proteus das demais. Ao nascimento, as lesões já estão se esboçando e é possível reconhecer a natureza polimórfica da síndrome. As alterações são graves; o paciente pode estar bastante deformado. O estigma acompanha os portadores desta síndrome e a sociabilidade pode ser comprometida desde a infância. O tratamento cirúrgico envolve a ressecção dos tumores de partes moles, amputação parcial das extremidades hipertrofias; todos os esforços devem ser feitos para minimizar o desconforto do paciente, melhorar a qualidade de vida e permitir-lhe a convivência social.



- Postado por: Patrícia às 09h32
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     DOENÇA  "MAL DE CHAGAS"

A Doença de Chagas é motivo de muita preocupação no país, porque em regiões endêmicas já provocou muitas mortes. No início desse ano, pegou muita gente de surpresa no litoral de Santa Catarina, quando algumas pessoas, apresentaram os sintomas da doença. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, o principal local de transmissão da doença foi um quiosque às margens da BR-101, entre Navegantes e Penha. A contaminação poder ter ocorrido de duas maneiras: o barbeiro foi moído junto com a cana ou algum animal contaminado defecou ou urinou sobre ela.

Pessoas que tomaram a bebida lotaram os postos de saúde e laboratórios para fazer o exame que detecta a doença. A Secretaria da Saúde do Estado de Santa Catarina e o Ministério da Saúde realizaram várias buscas a focos do barbeiro, o percevejo transmissor da doença, em locais onde é produzida a cana de açúcar. Depois de uma grande mobilização, foi encontrado o barbeiro que estava infectado com o protozoário Trypanosoma cruzi escondido em uma toalha no Quiosque da Penha 2, em Navegantes. Também foram encontrados um gambá e quatro filhotes próximos ao local que estavam contaminados. A principal hipótese continua sendo a de que a contaminação tenha se dado em áreas de armazenamento e moenda da cana.

Em entrevista ao portal, o coordenador do Centro de Saúde Ambiental da Secretaria de Saúde do Paraná, Natal Jataí de Camargo, falou sobre a doença e o último surto ocorrido no país.

O que é a doença de Chagas?
Vamos começar pelo nome: muita gente pensa que a doença de Chagas provoca feridas no corpo, ou seja, chagas, mas não é nada disso. Ela recebeu esse nome porque, em 1909, um médico brasileiro chamado Carlos Chagas, em Minas Gerais, descobriu como a doença era transmitida para as pessoas. O mal de Chagas é causado por um protozoário, o Trypanosoma cruzi, que é transmitido por um inseto conhecido como barbeiro, o Triatoma infestans. Quando esse inseto se contamina, depois de algumas semanas, o protozoário se multiplica no intestino dele. O barbeiro precisa sugar o sangue de pessoas ou animais para se desenvolver e, após picar, defeca no local. Dessa forma, o protozoário vai para o sangue da pessoa, atingindo várias partes do corpo, como o esôfago, o intestino, o baço e, principalmente, o coração. Então, ele começa a se multiplicar e a destruir os tecidos, um processo que pode levar de 10 a 30 anos. O coração do indivíduo vai enfraquecendo, e o doente acaba tendo insuficiência cardíaca.

Essa doença tem cura?
Se for diagnosticada no início, a pessoa pode se curar totalmente. Quando o doente já tem as lesões que mencionei há pouco, a cura é muito difícil, mas existe uma possibilidade cirúrgica. Aproximadamente 20 anos atrás, foi feito o primeiro transplante de coração no Brasil em um paciente que tinha a doença de Chagas, pois sua única chance de sobreviver era receber outro coração.

Quais são as formas de transmissão do mal de Chagas?
A transmissão pela picada do barbeiro está praticamente erradicada no país. Ainda existem alguns focos em Minas Gerais e na Bahia, principalmente nas áreas rurais — cujas habitações de pau-a-pique têm frestas em que o barbeiro se esconde —, mas estão sendo combatidos pelo Ministério da Saúde. E há outras maneiras de transmissão. A mulher grávida que tem o mal de Chagas passa a doença para o bebê por meio da placenta ou posteriormente, através do leite materno. Na época em que o sangue doado não era examinado, muitas pessoas acabaram contaminando-se nas transfusões. Hoje, em todos os bancos de sangue do país, é feito o exame para detectar o Trypanosoma cruzi. No caso ocorrido em Santa Catarina no início deste ano, a transmissão se deu por alimento contaminado — caldo de cana. Nessa forma de transmissão, que é muito rara, o protozoário atravessa o estômago da pessoa e vai para o sangue, e esta pega a doença de modo mais rápido e grave, principalmente se for criança. Existe também uma particularidade: o Triatoma infestans foi praticamente extinto no Brasil inteiro, mas há outra espécie de barbeiro, chamada Panstrongylus megistus — que não fica dentro das casas, pois é meio selvagem: fica no mato, na área rural, próximo a fontes de infecção como buracos de tatu e galinheiros, o que torna seu controle impossível — e também pode estar contaminada pelo protozoário Trypanosoma cruzi. Mas a transmissão por essa espécie é muito mais rara.

Quando o Trypanosoma cruzi é ingerido, ele resiste ao suco gástrico?
Sim, ele atravessa a mucosa gástrica e cai na corrente sangüínea.

E se a pessoa tem gastrite ou úlcera, isso facilita sua contaminação?
Não, pois ele sempre resiste ao pH do estômago, que é muito ácido.

Quem tomou o caldo de cana contaminado em Santa Catarina necessariamente terá a doença?
Sim. Nesse caso, não se sabe se foi o bicho barbeiro que caiu no caldo de cana ou se este foi contaminado pela urina ou as fezes de outro animal, como um rato ou gambá. A contaminação foi muito grande, por isso, houve vários casos da forma aguda do mal de Chagas: quanto maior é o número de parasitas que atingem o sangue, mais rápida e grave é a doença. Na transmissão pela picada do barbeiro, a quantidade de protozoários é pequena, o que resulta em uma forma crônica da doença 10 a 20 anos depois.

Como uma pessoa pode saber se está contaminada?
Somente fazendo exame de sangue. As pessoas que tomaram caldo de cana nas localidades entre Garuva e Itapema no período de 1.º de fevereiro a 20 de março, tendo sintomas ou não, devem consultar um médico, que solicitará um exame de sangue, que é gratuito. Há indivíduos, principalmente entre os adultos, que no início não apresentam sintomas, somente depois de uns 10 anos, mas então já é tarde. E aqueles que têm sintomas devem procurar um médico com urgência.

E quais são esses sintomas?
O mais comum é uma febre baixa, de 38ºC a 38,5ºC, que dura de duas a quatro semanas e surge mais à tarde ou à noite. A pessoa fica abatida e sem apetite, sente muito cansaço e dores no corpo e pode ter inchaço nas pernas, nos braços e no rosto.

Em 2002, a Fundação Oswaldo Cruz da Bahia fez uma pesquisa que mostrou o risco oferecido por alimentos contaminados pelas fezes ou urina do barbeiro. Está sendo feito algum trabalho para prevenir essa forma de contágio?
A prevenção de casos assim é bem complicada porque o caldo de cana, por exemplo, é um alimento que não passa por processo industrial, que mataria o protozoário. O trabalho que está sendo feito consiste em fiscalizar e orientar os “garapeiros”. Estes precisam ter alguns cuidados com a higiene, como, por exemplo, não deixar os feixes de cana no chão para evitar que um rato ou outros animais passem sobre eles; lavar bem a cana e tirar sua casca somente um pouco antes de triturá-la; evitar moer cana rachada, que pode servir de esconderijo para o barbeiro; e usar água potável. Quanto ao vendedor de caldo de cana, deve utilizar uniforme e ter um bom padrão de higiene para minimizar o risco, que não pode ser eliminado.

Existem registros de casos dessa doença provocados por ingestão de outros alimentos?
Sim, qualquer alimento que é consumido cru oferece risco. No Pará, ocorreu um surto por causa de suco de açaí contaminado e suspeita-se que o barbeiro tenha caído dentro da moenda em que ele era feito. No Rio Grande do Sul, relatou-se que muitas pessoas contraíram o mal de Chagas consumindo verduras que estavam no chão e foram contaminadas por urina de gambá. Mas, em 500 anos de história, o Brasil sofreu quatro surtos, o que mostra que é difícil a transmissão ocorrer desse modo.



- Postado por: Patrícia às 10h44
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Caça às larvas da dengue começa nesta segunda-feira na Capital

                          

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) inicia amanhã o quarto Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) do ano na Capital. O trabalho será desenvolvido por 70 profissionais, entre agentes de combate a endemias e supervisores, que verificam a presença de larvas do vetor da dengue nos 81 bairros de Porto Alegre.

A equipe vai vistoriar 12 mil imóveis em todos os bairros da cidade. Os profissionais devem concluir os trabalhos no dia 16, podendo haver prorrogação desse período em caso de chuva.

Até o momento Porto Alegre não registrou a circulação do vírus da dengue, mas a presença do mosquito Aedes aegypti requer um trabalho contínuo e permanente de controle do vetor, para que não se instale a transmissão da doença na cidade. Neste ano, foram confirmados nove casos de dengue, todos importados e 30 foram descartados.

A coordenadora do Programa Municipal de Prevenção à Dengue, Maria Mercedes Bendati, explica que a metodologia é por amostragem, sendo sorteados alguns quarteirões para a visitação dos agentes em cada bairro. A bióloga disse ainda que, com os resultados do LIRAa, serão priorizadas as regiões preferenciais para a atuação da Vigilância em Saúde, com intensificação das ações de controle do vetor.

— É importante que os proprietários acompanhem o trabalho dos agentes, que vão verificar os locais com água parada, a exemplo de caixas d'água, calhas, piscinas e depósitos como vasos de flores, frascos com água, pratos e recipientes móveis em geral. Esses locais são utilizados pela fêmea para a deposição dos ovos, que depois se desenvolvem nas formas larvária até adulta — enfatizou.

O levantamento será realizado nas residências das 8h às 12h e das 13h às 17h. Os agentes da dengue estarão identificados com coletes e crachás ou bonés da Vigilância em Saúde. No crachá, constam nome e foto do agente. Em caso de dúvidas, as pessoas podem ligar para o telefone 156 e checar o nome dos agentes que estão trabalhando.



- Postado por: Patrícia às 07h23
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Vacina contra nova gripe é segura

     

Apenas uma dose de vacina é necessária para a proteção contra o vírus influenza A (H1N1), causador da nova gripe, e até agora as vacinas se mostraram seguras, disse na sexta-feira (30) a Organização Mundial da Saúde (OMS, a agência de saúde pública das Nações Unidas).

Especialistas em saúde vêm debatendo a necessidade de uma ou duas doses para proteger as pessoas contra a gripe. O número de doses necessárias é, evidentemente, importante. Com esse dado será possível estimar adequadamente o número total de vacinas que será preciso produzir.

A OMS vem buscando dar garantias de que as vacinas contra o H1N1, que estão sendo produzidas por 25 empresas com formulações diversas, são seguras.

"Todas as informações recebidas até agora após a vacinação - seja em testes clínicos ou em campanhas de vacinação em massa - vêm mostrando que o perfil de segurança dessas vacinas pandêmicas é muito semelhante ao da vacina contra a gripe sazonal", disse a especialista da OMS Marie-Paule Keany.

"Não foi notado nada de especial em termos de eventos adversos", disse Keany, diretora de pesquisas com vacinas da agência de saúde da ONU, falando a jornalistas em teleconferência.

No início da semana, o Grupo de Assessoria Estratégica de Especialistas em Imunização (SAGE) da OMS examinou as vacinas contra a gripe H1N1, que tende a afetar sobretudo adolescentes e adultos jovens.

Um comunicado divulgado pela OMS afirma que especialistas do SAGE não constataram sinais de "eventos adversos" incomuns - o termo técnico que designa complicações graves como doenças ou morte - decorrentes das vacinas.

Por essa razão, recomendaram que as mulheres grávidas, que são especialmente vulneráveis ao H1N1, devem receber as vacinas pandêmicas.

Pelo menos 5.712 pessoas já morreram de casos confirmados de H1N1 no mundo, segundo a OMS.

O comitê do SAGE recomendou que uma única dose de vacina H1N1 seja dada a adultos e adolescentes a partir de 10 anos de idade. Mais estudos são necessários para verificar a eficácia das vacinas em crianças de até 10 anos, ressalvou o grupo. Nos países onde as autoridades de saúde priorizam crianças para vacinação, devem tentar vacinar o maior número possível de crianças com uma única dose, concluiu o grupo.

As orientações da OMS com relação à vacinação contra a gripe H1N1 são vistas como cruciais para as decisões de investimento da indústria farmacêutica



- Postado por: Patrícia às 11h54
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                Meningite

A meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada, principalmente, por vírus ou bactérias. O quadro das meningites virais é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e resfriados. Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa e geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria. Ela, causada pela Neisseria meningitidis, pode causar inflamação nas meninges e, também, infecção generalizada (meningococcemia). O ser humano é o único hospedeiro natural desta bactéria cujas sequelas podem ser variadas: desde dificuldades no aprendizado até paralisia cerebral, passando por problemas como surdez.

A transmissão se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o contágio. Como crianças de até 6 anos de idade ainda não têm seus sistemas imunológicos completamente consolidados, são elas as mais vulneráveis. Idosos e imunodeprimidos também fazem parte do grupo de maior suscetibilidade.

A doença chega a matar em cerca de 10% dos casos e atinge 50% quando a infecção atinge a corrente sanguínea e é este um dos motivos da importância do tratamento médico. Febre alta, fortes dores de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço, moleza, irritação, fraqueza e manchas vermelhas na pele - são de início semelhantes a picadas de mosquitos, mas rapidamente aumentam de número e de tamanho, sendo indício de que há uma grande quantidade de bactérias circulando pelo sangue - são alguns dos seus sintomas.

A doença meningocócica tem início repentino e evolução rápida, pode levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas. Para a confirmação diagnóstica das meningites, retira-se um líquido da espinha, denominado líquido cefalorraquidiano, para identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo. Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, o uso de antibióticos específicos para a espécie, administrados via endovenosa, será imprescindível.

Geralmente a incidência da doença é maior em países em desenvolvimento, especialmente em áreas com grandes aglomerados populacionais. Tal constatação pode ser justificada pela precariedade dos serviços de saúde e condições de higiene e pela facilidade maior de propagação em locais fechados ou aglomerados. Por este último motivo é que, geralmente, a doença é mais manifestada no inverno – quando tendemos a buscar refúgios em locais mais fechados para fugirmos do frio.

Para a meningite, as vacinas mais utilizadas são a bivalente, a tetravalente e a monovalente, em menores de 2 anos. Entretanto, não existe ainda vacina para alguns sorotipos da doença.

Evitar o uso de talheres e copos utilizados por outras pessoas ou mal lavados e ambientes abafados são formas de se diminuir as chances de adquirir a doença. Manter o sistema imunológico fortalecido e seguir corretamente as orientações médicas, caso tenha tido contato com alguém acometido pela doença são, também, medidas importantes.

E lembre-se: Nunca use remédios sem prescrição médica.

Moderna vacina para menigite será gratuita a partir de 2010

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou hoje (17) um acordo de cooperação tecnológica com a multinacional GlaxoSmithKline (GSK) que vai permitir a produção da vacina conjugada infantil para pneumococo em escala nacional. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou que a partir do ano que vem a vacina, que previne a meningite bacteriana, a otite média e a pneumonia, será incorporada ao Programa Nacional de Imunização (PNI).

"Hoje a vacina é acessível apenas para quem pode pagar cerca de R$ 500 para proteger cada criança no mercado privado e a partir de 2010 ela estará no Sistema Único de Saúde. A expectativa é de que sejam evitados mais de 10 mil óbitos de crianças menores de cinco anos por ano", disse Temporão.

A transferência de tecnologia será feita em quatro etapas e deve durar cerca de dez anos para ser concluída. Temporão disse que na primeira etapa, que se inicia em 2010, serão importadas e distribuídas 13 milhões de doses da vacina por ano, com investimentos de R$ 400 milhões anuais.

Até 2017, segundo o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, o Brasil estará produzindo 100% da vacina. "Todas as cerca de três milhões e duzentas mil crianças que nascem por ano serão imunizadas. Isso é muito importante, pois vai antecipar a meta do Milênio com a qual o Brasil está comprometido sobre a redução da mortalidade infantil". A nova vacina será a mais completa do país para esse tipo de imunização, porque engloba dez tipos diferentes da bactéria pneumocócica, enquanto a vacina disponível no mercado inclui apenas sete sorotipos.

O acordo público-privado prevê também uma parceria inédita no país, voltada ao desenvolvimento tecnológico de vacinas para a dengue, a malária e o aperfeiçoamento da vacina da febre amarela que já é produzida hoje pela a Fiocruz, porém com tecnologia antiga e onerosa, segundo Gadelha.

Para essa parceria, a GSK investirá R$ 92,5 milhões. Os valores da contrapartida brasileira ainda estão sendo estudados, segundo a Fiocruz. Os resultados das pesquisas devem ser obtidos nos próximo dez anos e terão patente compartilhada entre a Fiocruz e a GSK.



- Postado por: Patrícia às 13h50
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Cientistas descobrem nova fórmula para tratamento da leucemia

                     

Cientistas da Irlanda e da Itália descobriram uma nova fórmula, chamada "PBOX-15", para o tratamento da leucemia. A revista "Journal Cancer Research" publicou a notícia na edição desta segunda-feira. A nova droga seria capaz de destruir as células cancerígenas em pacientes com leucemia que apresentam sintomas fracos e de resistência a outros tratamentos.

Cientistas islandeses do Trinity College Dublin (TCD), juntamente com a Universidade de Siena, na Itália, foram os responsáveis pelo estudo. A droga ainda está em fase experimental, e por isso deve demorar de três a cinco anos para servir como tratamento da doença.

A droga agiu de forma positiva na Leucemia Linfática (LLC), o tipo de câncer de sangue e medula óssea mais comum nos países ocidentais. A "PBOX-15" se mostrou mais eficiente que outros medicamentos utilizados até agora, como a "fludarabina", um fármaco de quimioterapia anticancerígeno.

O que é leucemia

A palavra leucemia refere-se um grupo de cânceres que afetam as células brancas do sangue. Leucemia se desenvolve na medula óssea, a qual produz três tipos de células sanguíneas:
1. Células vermelhas que contêm hemoglobina e são responsáveis por transportar oxigênio pelo corpo.
2. Células brancas que combatem infecções.
3. Plaquetas que auxiliam a coagulação sanguínea.

Leucemia é caracterizada pela produção excessiva de células brancas anormais, superpovoando a medula óssea. A infiltração da medula óssea resulta na diminuição da produção e funcionamento de células sanguíneas normais. Dependendo do tipo, a doença pode se espalhar para os nódulos linfáticos, baço, fígado, sistema nervoso central e outros órgãos e tecidos, causando inchaço na área afetada.

Sintomas da leucemia

Danos à medula óssea resultam na falta de plaquetas no sangue, as quais são importantes para o processo de coagulação. Isso significa que pessoas com leucemia podem sangrar excessivamente. As células brancas do sangue, que estão envolvidas no combate a agentes patogênicos, podem ficar suprimidas ou sem função, colocando o paciente sob risco de infecções.

Já a deficiência de células vermelhas ocasiona anemia, a qual pode causar falta de ar e fadiga. Pode ocorrer dor nos ossos ou articulações por causa da extensão do câncer a essas áreas. Dor de cabeça e vômito podem indicar que o câncer disseminou-se até o sistema nervoso central. Em alguns tipos de leucemia pode os nódulos linfáticos podem ficar dilatados. Todos esses sintomas podem também ser atribuídos a outras doenças. Para o diagnóstico é preciso fazer teste de sangue e biópsia da medula óssea.

Quatro principais tipos de leucemia

Leucemia é um termo amplo que cobre um espectro de doenças

Leucemia aguda x crônica

Leucemia é dividida clinicamente e patologicamente nas formas aguda e crônica.

* Leucemia aguda é caracterizada pele crescimento rápido de células sanguíneas imaturas. Esse apinhamento torna a medula óssea incapaz de produzir células sanguíneas saudáveis. A forma aguda de leucemia pode ocorrer em crianças e adultos jovens, O tratamento imediato é necessário na leucemia aguda devido à rápida progressão e acúmulo de células malignas, as quais entram na corrente sanguínea e se espalham para outras partes do corpo. Se não houver tratamento, o paciente morrerá em alguns meses ou até semanas.

* Leucemias crônicas são distinguidas pelo acúmulo de células sanguíneas relativamente maduras porém ainda assim anormais. Geralmente levando meses ou anos para progredir, as células brancas anormais são produzidas numa taxa bem maior que as normais. Leucemia crônica geralmente ocorre em pessoas idosas, mas pode afetar qualquer faixa etária. Enquanto a leucemia aguda deve ser tratada imediatamente, a forma crônica alguma vezes é monitorada por algum tempo antes do tratamento, para assegurar a eficiência máxima da terapia. 

Leucemia linfóide x mielóide

Ainda, as doenças são classificadas de acordo com o tipo de células anormais mais encontradas no sangue. Quando a leucemia afeta as células linfócitas, é chamada de linfóide. Já quando as células mielóides são afetadas, a doença é chamada leucemia mielóide.

Prevalência dos quatro tipos de leucemia

* Leucemia linfóide aguda é a mais comum em crianças pequenas. Ela também afeta adultos, especialmente os de mais de 65 anos.
* Leucemia mielóide aguda ocorre mais em adultos do que em crianças.
* Leucemia linfóide crônica afeta mais adultos acima de 55 anos de idade. Algumas vezes ocorre em adultos jovens, mas quase nunca em crianças.
* Leucemia mielóide crônica ocorre principalmente em adultos. Um número muito pequeno de crianças é afetado.

Causas da leucemia

A causa exata da leucemia não é conhecida, mas ela é influenciada por fatores genéticos e ambientais. Como outros tipos de câncer, as leucemias resultam de mutações somáticas no DNA, as quais podem ocorrer espontaneamente ou devido à exposição à radiação ou substâncias cancerígenas, e tem sua probabilidade influenciada por fatores genéticos. Vírus também têm sido associados a algumas formas de leucemia. Anemia de Fanconi também é um fator de risco para o desenvolvimento de leucemia mielóide aguda.

Prognóstico e tratamento da leucemia

O prognóstico e tratamento diferem de acordo com o tipo de leucemia. O tratamento deve ser moldado de acordo com o tipo de leucemia e características do paciente.



- Postado por: Patrícia às 09h58
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