MEU PERFIL
BRASIL, Sudeste, POCOS DE CALDAS, JARDIM FILIPINO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Informática e Internet, Animais, Praticar esportes


LINK DO BLOG


VejaBlog - Seleção dos Melhores Blogs/Sites do Brasil

Campanha do Agasalho 2009

HISTÓRICO

- 01/03/2010 a 31/03/2010
- 01/02/2010 a 28/02/2010
- 01/01/2010 a 31/01/2010
- 01/12/2009 a 31/12/2009
- 01/11/2009 a 30/11/2009
- 01/10/2009 a 31/10/2009
- 01/09/2009 a 30/09/2009
- 01/08/2009 a 31/08/2009
- 01/07/2009 a 31/07/2009
- 01/06/2009 a 30/06/2009



FAVORITOS

assinaturas personalizadas Educando e Aprendendo
Blog de Edmilson Filho
Tigre de Muleta
All Star



INDIQUE ESSE BLOG


CONTADOR

Código html:
Cristiny On Line



MUDANÇAS,SÃO BENVINDAS.....

Ola pessoal que acompanha o Blog. Obrigada por estarem comigo neste ano.

Espero que 2010 seja um ano de muitas conquistas a todos.

Por isto gostaria da sugestão de todos voces de como desejam que o Blog em 2010.. 

atue..se apenas com as matérias de SAÚDE..ou outros ARTIGOS.

Neste final de ano não teremos matérias..Apenas no aguardo se suas sugestões...

Um enorme abraço a todos..

PATTY.



- Postado por: Patrícia às 16h01
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




 2ª PARTE...TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

                   

Perguntas e Respostas

O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças benignas ou malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula.
O transplante pode ser autólogo, quando as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de um outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Quando é necessário o transplante?

Em doenças do sangue como a Anemia Aplásica Severa e em alguns tipos de leucemias, dependendo do subtipo, idade, e resposta a quimioterapia inicial. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode estar indicado.

Como é o transplante para o doador?

Antes da doação, o doador faz um exame clínico para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação de medula óssea classicamente é feita por meio de um procedimento, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções com agulhas, nos ossos posteriores da bacia sendo retirado o produto através de aspiração. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10% do seu peso, de 10 a 15 ml/kg de peso do receptor. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde do doador.
A retirada das células progenitoras pode ser realizada também através de leucaférese, conforme explicado no parágrafo acima.

Como é o transplante para o paciente?

Depois de se submeter a um tratamento que reduz drasticamente a produção normal de sangue, o paciente recebe as células progenitoras transfundidas para a corrente sangüínea.
As células progenitoras, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea e voltam a se proliferar.
Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e ou hemorragias. Por esta razão, deve ser mantido preferencialmente internado e em regime de isolamento. Cuidados com a dieta e higiene são necessários. Apesar dos cuidados as infecções são quase sempre presentes no paciente transplantado. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, em regime ambulatorial, sendo necessário, por vezes, o comparecimento diário ao hospital.

Quais os riscos para o paciente?

A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estádio da doença diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas.
Os principais riscos logo após o transplante, estão relacionados às infecções e às drogas quimioterápicas utilizados no condicionamento pré-transplante. Nos transplantes alogênicos, com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova "memória" e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer órgãos e tecidos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença do enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada, na maioria dos casos com medicamentos adequados

Quais os riscos para o doador?

No transplante convencional onde há aspiração da medula óssea, é um procedimento cirúrgico que necessita de anestesia geral, sendo retirada do doador a quantidade de células progenitoras da medula óssea em um volume necessário ao paciente: 10 a 15 ml/kg. Esse procedimento tem duração de aproximadamente 90 minutos e consiste de punções na região pélvica posterior para aspiração da medula. Dentro de duas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada avalia as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.
Na coleta de célula progenitora do sangue periférico, os riscos estão associados à utilização de fator de crescimento (G-CSF) e ao procedimento aferético. Em relação ao uso de G-CSF pode haver dor óssea, febre baixa e em casos raros aumento do fígado e baço. Em relação ao procedimento aferético deve haver controle rigoroso clínico e metabólico durante o procedimento, seguido durante todo o tempo pelo médico.

O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula alôgenico é necessário que haja compatibilidade entre doador e receptor. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossomo 6. Esta análise é realizada em testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade.
A probabilidade de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%. A probabilidade entre o paciente e o pai ou a mãe é inferior a 5%.
Devido a grande miscigenação de raça no Brasil, a probabilidade do encontro de um doador em bancos de medula estima-se que seja 1/300.000 em doadores brasileiros, e esse número é muito inferior nos bancos de medula óssea internacionais.

 

O que fazer quando não há um doador compatível?

Quando não há um doador aparentado (um irmão ou geralmente um dos pais), a solução é procurar um doador compatível entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos etc) semelhantes. Embora, no caso do Brasil, a mistura de raças dificulte a localização de doadores ou registros internacionais, é possível encontrá-los em outros países. Desta forma surgiram os primeiros Bancos de Doadores de Medula, em que voluntários de todo o mundo colhem sangue,fazem o teste de compatibilidade e são cadastrados no banco de medula. Quando encontrados os doadores são consultados e se estiverem aptos e de acordo, colhem as células progenitoras, essas células são remetidas ao centro cadastrado que fará o transplante do paciente. Hoje, já existem mais de 5 milhões de doadores. O Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) coordena a pesquisa de doadores nos bancos brasileiros e estrangeiros. O centro que trata o paciente, o inscreve o seu paciente no REREME, e a partir daí a busca se dá periodicamente até o encontro de doador compatível.

Sangue do Cordão Umbilical e Placentário - SCUP

O Ministério da Saúde lançou no final de setembro de 2004 uma rede pública de bancos de armazenamento de sangue de cordão umbilical e placentário, a BrasilCord, para o atendimento de pacientes que necessitam de células tronco e que aguardam transplantes de medula óssea.
Atualmente, o Brasil soma 2.500 indicações anuais para transplante de medula óssea, das quais 1.500 não encontram um doador com laços de parentesco e compatibilidade genética.
A ABRALE contribuirá com o projeto esclarecendo a população e médicos obstetras sobre a importância da doação.
Abaixo, algumas respostas para as dúvidas mais freqüentes sobre a doação do sangue do cordão umbilical:

O que é o sangue de cordão umbilical e placentário (SCUP)?

Devido às dificuldades de se encontrar doadores de medula óssea, busca-se fontes alternativas de células progenitoras. Pesquisas demonstraram que, durante a gestação,
O sangue de cordão umbilical é uma fonte rica de células progenitoras. Após o parto, o sangue que permanece no cordão umbilical e na placenta, contendo células progenitoras é geralmente descartado. A partir dessa descoberta, as células progenitoras obtidas do sangue de cordão umbilical vêm sendo utilizadas em modelos terapêuticos onde é indicado o transplante de medula óssea.

Qual a principal utilização do sangue de cordão umbilical?

O uso terapêutico comprovado é a reconstituição de células do sangue, substituindo a medula óssea nos pacientes que não têm doador.

Como é feita a coleta de sangue de cordão umbilical?

A doação do sangue do cordão umbilical não começa na coleta. Ela passa por várias etapas:

1 - Triagem: as mães dispostas a doar passam por uma triagem desde o pré-natal. São excluídas aquelas que apresentarem doenças genéticas e histórico de neoplasia, entre outros, e aquelas que tenham deixado de realizar pelo menos duas consultas no pré-natal.

2 - Coleta: passada a triagem, o sangue do cordão é coletado tanto em partos naturais quanto em cesáreas. A coleta é acompanhada por três formulários: um relatório do histórico clínico materno e familiar, um histórico do parto do recém-nascido e um termo de consentimento livre e esclarecido, que regulariza a doação do material. Também é retirada uma amostra de sangue materno para a triagem sorológica de doenças como hepatites e Aids.

3 - Análise: o material coletado é acondicionado sob refrigeração. Depois, passar por uma contagem do número de células e de volume. Se esses números forem baixos, a unidade coletada é desprezada. Caso apresente um número adequado de células tronco, a unidade é processada e armazenada em local próprio.

4 - Consulta com a mãe e o bebê: há uma consulta com a mãe, de dois a seis meses após o nascimento, para novos exames de sangue e observação do estado geral do bebê. Caso tenha ocorrido alguma anormalidade, a unidade de células tronco é descartada. Só após esses exames a unidade tem sua tipagem realizada e disponibilizada no registro de doadores.

Quais são os procedimentos necessários para a doação?

Podem doar mães com menos de 36 anos, cujo bebê venha a nascer com idade gestacional maior de 35 semanas e peso maior que 2 kg. Algumas exigências devem ser cumpridas antes da coleta, similares às requeridas para doação de sangue. Antes do parto, a mãe deverá passar por uma triagem clínica (entrevista). Segundo a legislação brasileira, entre 60 e 180 dias após o parto, a mãe deverá retornar ao banco de sangue para uma nova entrevista e coleta de sangue para a realização dos testes laboratoriais.

O que garante a qualidade do material armazenado?

O sangue do cordão umbilical passa por vários testes e é armazenado em locais específicos até a liberação final, após o retorno da mãe para a coleta de nova amostra de sangue.

Que paciente pode ser tratado com esse tipo de célula tronco?

O número de células tronco que vem do cordão e da placenta é geralmente insuficiente para transplantar pessoas adultas. Portanto, crianças e adultos de tamanho pequeno ou médio (até 50 kg) podem receber as células progenitoras provenientes de cordão umbilical. Para adultos, uma bolsa de sangue não basta. Se houver mais de uma compatível e número de células suficiente, é possível realizar o transplante dessas células progenitoras em adultos.

Por quanto tempo as células tronco do sangue do cordão umbilical podem ficar armazenadas?

O processo de armazenamento de células tronco se faz em nitrogênio líquido, sendo esse processo denominado criogênese.
Até o momento, a mais antiga amostra de células tronco de sangue do cordão descongelada tinha 15 anos e estava intacta. Outros tipos de células humanas preservadas com sucesso por criogênese mantêm-se viáveis por mais de 55 anos, inclusive células tronco. Por isso, em tese, quando processadas corretamente, as células progenitoras podem ficar preservadas por décadas.

Pode-se doar o sangue do cordão umbilical de um bebê para o BrasilCord para uso exclusivo na mesma criança, caso ela precise no futuro?

O BrasilCord foi criado para ser um banco público, sendo assim todo paciente que precisar, se houver compatibilidade, poderá usar o material doado. A probabilidade de uma pessoa precisa das próprias células durante seus primeiros 20 anos - período em que se admite que as células congeladas se mantenham viáveis - é de apenas 1 em 20 mil, pois uma de suas principais utilizações é no tratamento da leucemia.
Nesses casos, o transplante de sangue de cordão do próprio indivíduo é contra-indicado, já que o transplante alogênico (de terceiros) apresenta melhores resultados. Outra limitação é a quantidade de células obtidas de um único cordão pode servir para o tratamento de pacientes com, no máximo, 60 kg. Por meio dos bancos públicos, é possível combinar cordões geneticamente compatíveis e tratar pacientes de maior peso.

Quanto custa a coleta e o armazenamento do sangue do cordão?

A coleta e armazenamento de cada unidade custa em torno de U$ 3.000 para o SUS. Já a importação de unidades de sangue de cordão umbilical vindas de centros internacionais fica em US$ 32 mil.

Existem bancos semelhantes no exterior?

No exterior existem mais de cem bancos, com mais de 130 mil unidades de cordão congeladas.

Por que doar o sangue do cordão umbilical?

Ao doar o sangue do cordão umbilical, você ajuda a salvar a vida das pessoas que ano a ano precisam de um transplante de medula e não encontram doador compatível.

 

 



- Postado por: Patrícia às 15h58
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




 1ª PARTE...TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

     

O transplante de medula óssea (TMO) é modalidade terapêutica utilizada no tratamento de inúmeras das doenças hematológicas, benignas ou malignas; hereditárias ou adquiridas.

O fundamento lógico para o transplante de células progenitoras está baseado no fato de que todas as células maduras que circulam no sangue: glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas provém de uma única célula, contida na medula óssea, denominada célula progenitora ou “stem cell”, e atualmente o termo mais amplamente aceito é células progenitoras hematopoéticas (TCPH).

Assim, o termo transplante de medula de óssea denominado TMO, vêm sendo modificado por um termo mais específico: transplante de células progenitoras hematopoéticas: TCPH, pois tal denominação reflete melhor o tipo de procedimento realizado e o tipo de célula que o paciente irá receber para reconstituir sua medula óssea.

 

A realização do transplante consiste na retirada de células progenitoras hematopoéticas. Tais células estão localizadas em adultos principalmente nos ossos chatos como a bacia, esterno, costela e vértebras. O procedimento consiste de múltiplas aspirações com de agulhas especiais. Pode-se obter as células progenitoras periféricas mobilizadas com fator de crescimento (G-CSF), que vão circular na corrente sangüínea sendo coletadas através de máquinas denominadas leucaférese.

As células progenitoras infundidas na corrente sangüínea se implantam na medula óssea iniciando a reconstituição hematopoética do paciente, após regime de condicionamento.

O condicionamento é o uso de altas doses de quimioterapia associados ou não à radioterapia corporal para que o paciente seja tratado de sua doença hematológica. Com a infusão de células progenitoras suficientes do paciente (denominado transplante autólogo) ou de um doador próximo e compatível (denominado transplante alogênico), a função da medula e a produção das células do sangue são restauradas de maneira suficiente a permitir a recuperação de um tratamento intensivo.

A indicação para transplante depende do tipo, o estádio da doença e da idade do paciente. O paciente deverá estar, preferencialmente em remissão (isto é com doença controlada). Não são todos os pacientes portadores de leucemia ou linfoma que têm indicação para realização de transplante. Os critérios para a realização do transplante estão estabelecidos em protocolos aprovados pelos Comitês de Ética.

Para se obter células progenitoras do sangue periférico, em número apropriado para o transplante, utiliza-se um equipamento chamado máquina de leucaférese. O sangue é separado e as células progenitoras são separadas de acordo com o seu peso, e armazenadas em um compartimento especial. As células progenitoras são infundidas no paciente, após o regime de condicionamento próprio para o transplante.

Duas perguntas centrais devem ser respondidas quando se estiver considerando um transplante para um paciente portador de leucemia ou linfoma que esteja em remissão:
1 - Um transplante de células progenitoras será mais apropriado para a cura da doença do que outras formas de terapia?
2 - Se houver indicação de um transplante alogênico, há um doador compatível e disponível de células progenitoras?

Há três formas de transplante:

1 - Alogênico: as células progenitoras provém de um doador previamente selecionado por testes de compatibilidade, principalmente o HLA (antígeno de hispocompatibilidade leucocitária) normalmente identificado entre os familiares ou em bancos de medula óssea. Os bancos de medula óssea podem ter cadastrados doadores adultos ou bancos de cordão umbilical.

2 - Autólogo: as células progenitoras provém do próprio paciente.

3 - Singênico: as células progenitoras provém de gêmeos idênticos (univitelinos).

 

 

 


 

 

 



- Postado por: Patrícia às 15h54
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




PIMENTA E SEUS BENEFICIOS...

    

Nos últimos anos, uma série de estigmas sobre alguns alimentos, considerados prejudiciais à saúde, tem sido colocada em questão por médicos e especialistas. Foi provado, por exemplo, que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, uma taça de vinho por dia faz bem ao coração, evitando problemas cardíacos. O chocolate, muito discutido por conter substâncias que viciam, também passou a ser recomendado, em quantidade controlada, já que sua ingestão produz endorfina no organismo de quem o consome, o que causa uma sensação saudável de prazer e bem-estar.

Recentes estudos têm apontado também os benefícios da pimenta, alimento culturalmente considerado “veneno”, principalmente para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão. De acordo com a nutricionista Daniella Fialho, o excesso no consumo de pimenta vermelha pode levar a problemas de saúde, mas seu consumo moderado até faz bem.

Segundo a nutricionista, a capsaicina é a substância contida na pimenta vermelha, que causa a sensação de ardor e é justamente essa substância a responsável por seus três efeitos farmacológicos: antiinflamatório, antioxidante e capacidade de liberar endorfina. No caso da pimenta-do-reino, essa substância é a piperina, que tem efeitos semelhantes. Daniella explica que, ao ingerir alimentos apimentados, a capsaicina ativa receptores sensíveis na língua.

Diante da sensação de que a boca está “pegando fogo”, o cérebro recebe o estímulo de apagá-lo, liberando a endorfina, que causa uma sensação de bem-estar e faz da pimenta um alimento aconselhável para quem tem enxaqueca ou dores de cabeça crônicas. “A pimenta engana o cérebro, simulando um fogo que não existe. Com isso, o organismo produz uma substância benéfica à saúde, inclusive nos casos de depressão”, afirma a especialista. A salivação, transpiração e o rosto vermelho, provocados pela vasodilatação causada pela pimenta, são, na verdade, uma defesa do organismo e nenhum dano físico pode ser causado por esses sintomas, afirma a nutricionista.

Por ser antioxidante, rica em flavonóides e vitamina C, a pimenta pode ainda reduzir o risco de doenças crônicas como câncer de próstata, catarata, diabetes e mal de Alzheimer. “Ela limpa o sangue, removendo substâncias tóxicas, que vêm da alimentação e poluição.”

No caso de gastrite, a pimenta pode ser prejudicial, se ingerida em grande quantidade. Ela provoca o aumento das enzimas digestivas, inclusive as ácidas, o que agravaria a gastrite, mas, segundo o médico, nesse caso, a pimenta não é mais maléfica que o suco de laranja, refrigerante a base de cola, chips e abacaxi, alimentos que também não são aconselháveis a quem sofre de gastrite. “Se não houver exagero, não tem nenhum problema. A pimenta não causa mais acidez que esses alimentos. É claro que existem inúmeros tipos de pimenta. Se o consumidor temer a mais forte, que é a abanero, uma pimenta mexicana, ele pode optar pela pimenta-do-reino, que é a mais fraquinha”, aconselha a nutricionista.

Para as pessoas que têm hemorróidas, a ingestão do alimento também não está proibida. “A doença é a dilatação de varizes na região do ânus, causada por sedentarismo, ingestão de gorduras e problemas cardiovasculares. Portanto, a pimenta não pode causar hemorróidas, apenas agravá-la, se for um consumo excessivo.” O mesmo alerta pode ser dado aos casos de hipertensão. “Como se vê, algumas pessoas estão sendo injustas com a pimenta”, brinca.

Outros benefícios da pimenta são apontados pela nutricionista. Ela afirma que a pimenta tem seis vezes mais vitamina C do que a laranja, um dos principais representantes desse grupo de alimentos. “Não é para comer só pimenta como fonte de vitamina C, mas, para se ter uma idéia, 28 gramas do alimento é a quantidade diária para suprir o que precisamos”, afirma Daniella.
Estômago

A nutricionista explica que a pimenta tem um poder de irritar mucosas e, por isso, poderia atacar o estômago e as hemorróidas. Porém, a capsaicina apresenta um poder de cicatrização, o que poderia proteger o organismo contra esses problemas. “O critério de desempate é a quantidade. Moderação é o segredo da pimenta”, alerta. Como o alimento impede a coagulação do sangue, ele pode ser também uma forma importante de evitar doenças como trombose.

Daniella destaca uma questão importante para quem gosta muito de pimenta a ponto de não controlar a quantidade ingerida. “Ela ativa receptores na língua que fazem com que a pessoa perca a sensibilidade e coma mais, sem perceber. Por mais que ela faça bem, é importante não consumir em excesso, porque, na verdade, qualquer alimento em excesso faz mal”, ressalta.

Mesmo sem consultar um médico, muitas pessoas tomam a iniciativa de reduzir ou mesmo interromper o consumo de pimenta para verificar se determinados problemas de saúde ou estéticos se amenizam. É o caso do estudante Munif Saliba Achoche, de 21 anos, que se considera viciado em pimenta, mas, há um ano e meio, reduziu o consumo por causa de espinhas. “Comia pimenta todos os dias, no almoço e no jantar. Até com pão eu comia, mas resolvi parar, assim como parei também com o chocolate, frituras, carne de porco, mesmo sem consultar um médico. Depois do tratamento dermatológico, minha pele melhorou.”

Segundo Daniella, ainda não existe nenhuma comprovação científica de que a pimenta cause ou agrave espinhas. “Espinha é causada por gordura e a pimenta tem índice baixíssimo de gordura. Casos como o dele podem ser provocados pela própria idade, por questões hormonais ou até fatores alérgicos, mas não a pimenta.”



- Postado por: Patrícia às 12h20
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




                                                O QUE SÃO VARIZES ?

                                             

Varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem sob a superfície cutânea. Dependendo da fase em que se encontram, podem ser de pequeno, médio ou de grande calibre.
A palavra variz se origina do latim: VARIX que sigifica SERPENTE.
As veias mais acometidas pela doença varicosa são as dos membros inferiores: nos pés, pernas e coxas.
Algumas pessoas apresentam minúsculas ramificações, de coloração avermelhada. Estes casos costumam ser assintomáticos e provocam apenas desconforto estético em seus portadores. Esses pequenos vasos são de localização intradérmica.

As varizes se constituem num dos problemas mais antigos do ser humano.
O sangue é bombeado pelo coração para dentro das artérias que, por sua vez, levam este sangue para todas as partes de nosso corpo. Todas as células de nosso organismo são nutridas por este sangue.
Já as veias têm como função drenar o sangue de volta para o coração. Este caminho que o sangue percorre desde a sua saída do coração pelas artérias até o seu retorno pelas veias para o coração recebe o nome de CIRCULAÇÃO.

Andar sobre as duas pernas criou um sério problema para a circulação: o coração fica bem distante dos pés e das pernas. O sangue desce muito facilmente do coração até as pernas e os pés, através das artérias. Mas precisa desenvolver esforço muito grande para voltar dos pés e pernas até o coração. E este esforço é desenvolvido contra a força da gravidade. Esta tarefa de retorno venoso é executada pela veias. Por isto a natureza lança mão de alguns mecanismos para facilitar o retorno do sangue das pernas até o coração:

A veia Safena Interna é a veia superficial mais longa do nosso corpo, indo desde a parte interna do tornozelo até a virilha (figura 1). Pelas suas características a veia safena é muito utilizada para substituir artérias entupidas em varias regiões do nosso corpo, principalmente as artérias coronárias ( no coração ) e artérias da própria perna. É por este motivo que algumas pessoas pensam que a safena é uma veia do coração!
Por esta razão a safena se tornou uma veia muito importante e só deverá ser retirada se estiver muito doente e não servir para a confecção de pontes também chamadas de bypass. Muitas cirurgias de varizes podem ser realizadas sem retirar as safenas, desde que não estejam muito comprometidas com a doença varicosa.
Há uma outra veia safena de tamanho menor, chamada de Safena Externa, e que se localiza na parte de trás da perna, mais precisamente sobre a panturrilha.

QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS DAS VARIZES?

Na grande maioria das vezes a queixa principal é a estética: na posição de pé as veias ficam dilatadas, tortuosas e muito visíveis. Além disso, outros sinais e sintomas podem estar presentes. Alguns desses sinais e sintomas são:
• Presença de veias azuladas e muito visíveis abaixo da pele;
• Agrupamentos de finos vasos avermelhados que alguns pacientes referem como “pequenos rios e seus afluentes”;
• Queimação nas pernas e planta dos pés;
• Inchação, especialmente nos tornozelos ao final do dia;
• Prurido ou coceira
• Cansaço ou sensação de fadiga nas pernas;
• Sensação de peso nas pernas;
• “Pernas inquietas”
• Cãimbras

O diagnóstico de varizes é relativamente fácil na medida em que pode ser feito pela simples inspeção visual.
O seu medico poderá, através do exame físico e de algumas manobras, verificar quais as veias que estão comprometidas e se as suas safenas estão normais. Este exame inicial é feito com o paciente em pé.
O mapeamento de todos os segmentos varicosos pode ser feito também com a ajuda da ultra-sonografia venosa realizada com o Doppler. O Doppler pode também auxiliar na busca de trombos venosos e de alterações no fluxo do sangue venoso.
Nos casos mais avançados ou em que há necessidade de avaliação mais acurada o seu médico poderá solicitar exames mais sofisticados, como o Ecodoppler

O sangue que é bombeado pelo coração para todo o corpo é rico em oxigênio e nutrientes. O oxigênio e os nutrientes são utilizados por todas as células do nosso organismo, e o sangue que volta pelas veias para o coração é pobre em oxigênio e em nutrientes. Quando temos VARIZES este sangue tende a ficar represado nas pernas. Em consequência, com o passar do tempo, os tecidos das pernas passam a ser menos oxigenados e menos nutridos.
Quando não tratadas de forma correta as varizes podem progredir e desenvolver severas complicações. Entre estas podemos citar:

• Eczema – geralmente se inicia com prurido (coceira)
• Dermatite
• Flebite e trombose – flebite significa inflamação da veia. Varicoflebite consiste na inflamação da varizes. Esta inflamação pode vir acompanhada da formação de trombo decorrente do sangue que coagula. Esta trombose superficial pode progredir para as veias profundas e aumentar o risco de embolia pulmonar.
• Pigmentação e escurecimento da pele

Hemorragias – a pele e a parede das varizes muitas vezes ficam tão finas que facilmente se rompem. Quando isto acontece pode ocorrer uma importante perda de sangue. Este episódio é chamado de varicorragia (hemorragia proveniente de varizes).
•Úlceras – a complicação mais temida pela população é a formação de feridas nas pernas denominadas úlceras. No início cicatrizam com certa facilidade mas, com o tempo e se tratadas de forma indevida, vão se tornando mais complexas. Como existem vários tipos de úlceras ns pernas, é importante o acompanhamento de uma especialista.

Quando isto ocorrer, procure deitar-se, elevar a perna e colocar bandagens compressivas sobre o local. Feito isto, procure imediatamente o seu médico.

TRATAMENTO DAS VARIZES

Existem diferentes tipos de tratamentos para as varizes. O mais importante são as medidas preventivas. Quando estas medidas de precaução não são suficientes, o seu médico poderá indicar um ou vários dos tratamentos abaixo:
• Escleroterapia química– É provavelmente a técnica usada há mais tempo. Muito utilizada para as microvarizes ou vasos e para as varizes de calibre muito pequeno. Consiste na injeção de substancias esclerosantes que expulsam o sangue para as veias normais e entopem as veias que estão sendo tratadas. Embora essas injeções precisem ser repetidas em algumas veias, a escleroterapia costuma ser muito eficaz e com excelentes resultados quando realizada por médicos experientes.
• Cirurgia – as cirurgias de varizes estão cada vez menos agressivas. A grande maioria das varizes pode ser realizada hoje através de mini-incisões e o tempo de internação hospitalar raramente precisa passar de 24 horas. As varizes retiradas numa cirurgia não provocam danos à circulação, uma vez que as outras veias normais e o sistema venoso profundo normal se encarregam de garantir o fluxo de retorno.
• Laser escleroterapia – a escleroterapia com laser está em evolução e ainda não substitui a escleroterapia química. Não pode ser aplicada em todos os tipos de pele e ainda não dá bom resultado nos vasos de calibre maior. Novas tecnologias com laser em desevolvimento poderão ampliar a sua utilização. No Brasil alguns médicos fazem o tratamento misto: laser e injeções.
• Laser endovenoso – consiste na introdução de cateter com laiser dentro das varizes com a intenção de destruí-las pelo calor. É uma técnica ainda em fase experimental.
• Radiofreqüência – é a mesma técnica anterior usando o calor produzido por cateteres dotados de dispositivo de RF (radio-freqüência).

 



- Postado por: Patrícia às 14h14
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




SINDROME DE TOURETTE

A Síndrome de Tourette (ST) é um distúrbio neurológico ou "neuro-químico" que se caracteriza por tiques - movimentos abruptos, rápidos e involuntários - ou por vocalizações que ocorrem repetidamente com o mesmo padrão.

Seus sintomas incluem:

Tiques motores múltiplos e pelo menos um tique vocálico precisam estar presentes por algum tempo durante a doença porém não necessariamente de forma simultânea;
A periodicidade dos tiques é muitas vezes ao dia (geralmente em salvas), quase todo dia ou intermitentemente ao longo de pelo menos um ano;
Há uma variação periódica no número, na freqüência, no tipo e localização dos tiques; também a intensidade dos sintomas tem um caráter flutuante. Os sintomas podem chegar até a desaparecer por semanas ou alguns meses;
Início antes dos 18 anos de idade

O termo "involuntátios", usado para descrever os tiques da ST, é fonte de alguma controvérsia, pois que se sabe que a maioria dos portadores consegue um limitado controle sobre seus sintomas. Porém se sabe que este limitado controle, que se consegue exercer durante alguns segundos ou até horas, se faz às custas de um adiamento que resulta por fim em uma salva muito intensa dos tiques que estavam sendo inibidos. Os tiques são vivenciados como algo irresistível (como por exemplo a necessidade de espirrar) e que precisa por fim se manifestar. As pessoas com ST muitas vezes procuram um local escondido para dar vazão a seus tiques após tê-los inibido a duras penas na escola ou no trabalho. É típico dos tiques serem exacerbados (porém não causados) por estresse e diminuirem com o relaxamento ou com a concentração em uma tarefa aprazível. Os indivíduos lutam não só contra a doença em si mesma, mas também contra o estigma social de que são vítimas.

Há duas categorias de tiques na ST, e eis alguns exemplos:

Simples:
Motores - piscar os olhos, repuxar a cabeça, encolher ombros, fazer caretas, tensão abdominal ou de outras partes do corpo.
Vocais - pigarrear, grunhir, estalar a língua, fungar e outros ruídos.
Complexos:
Motores - pular, tocar as pessoas ou coisas, cheirar e retorcer-se
Vocais - palavras ou frases fora do contexto; ecolalia (repetição de um som, palavra ou frase); coprolalia (dizer palavras de baixo calão, insultos, obscenidades)

Os tiques são vivenciados como algo irresistível que precisa se manifestar.
As pessoas com ST, muitas vezes, procuram um lugar escondido para dar vazão aos seus tiques após a inibição dos mesmos a duras penas.
Os indivíduos lutam não só contra a doença em si mesma, mas também contra o estigma social de que são vítimas.

Tratamentos da síndrome de Tourette

 Não há cura para a síndrome de Tourette, mas existem várias maneiras de controlá-la. Os tratamentos incluem terapia comportamental, medicações diárias e estimulação profunda do cérebro. A escolha do tipo de tratamento depende do quanto a síndrome afeta a vida do paciente.

Mudanças comportamentais são indicadas para pacientes com sintomas leves, mas esse tratamento pode ser tentado antes ou em conjunto com outras terapias. Mudanças comportamentais comuns incluem técnicas de relaxamento que aliviam os fatores de estresse e podem ajudar a reduzir a freqüência dos tiques. A terapia cognitivo-comportamental cognitiva pode ser útil em pacientes que sofrem da síndrome de Tourette, de transtorno obsessivo-compulsivo (em inglês) e transtorno do déficit de atenção. Essa é uma psicoterapia que funciona por meio da modificação de suposições, crenças e comportamentos em um esforço para modificar os comportamentos perturbadores.

A terapia de reversão de hábito é um tipo de terapia comportamental que provou ser bem-sucedida em pacientes que sofrem desses tiques. A terapia tem cinco componentes: treinamento de consciência, treinamento de resposta competitiva, gerenciamento de contingência, treinamento de relaxamento e treinamento de generalização. Especialistas acreditam que a parte da resposta competitiva é a chave para o sucesso da terapia. Um paciente que sofre de tiques é treinado a identificar melhor quando um tique irá ocorrer. Quando ele tem um impulso ao tique, realiza uma resposta competitiva: geralmente uma ação que usa os mesmos músculos que o tique usaria. Por exemplo, se ele sofre de um tique de encolhimento dos ombros, uma resposta competitiva seria esticar os músculos do pescoço e empurrar os ombros para baixo.

A maioria dos pacientes com síndrome de Tourette precisa de medicação somente se e quando seus sintomas interferem de maneira importante em seu dia-a-dia. Os médicos geralmente evitam receitar remédios por várias razões: efeitos colaterais, grande variação na gravidade dos tiques do paciente e o fato de a maioria dos tiques poder ser controlada com apoio e conscientização. Ainda que não haja medicamentos específicos para a supressão dos tiques, os médicos podem prescrever vários tipos de remédios, com diferentes graus de sucesso, para o controle dos sintomas da síndrome de Tourette. Os mais usados são os antipsicóticos, como pimozide ou haloperidol.

Os antipsicóticos agem bloqueando os receptores, incluindo os receptores de dopamina, dentro e fora do sistema nervoso central (em inglês). Muitos cientistas acreditam que níveis excessivos de dopamina no cérebro podem contribuir para a síndrome de Tourette. Assim, o bloqueio do receptor de dopamina deve ajudar a reduzir a quantidade de dopamina no cérebro e, portanto, alguns sintomas. Os médicos, porém, geralmente evitam essas drogas em razão dos possíveis efeitos colaterais, muitos dos quais podem ser piores do que a própria síndrome de Tourette. Eles incluem graves espasmos musculares por todo o corpo, baba, tremores, agitação extrema, disfunção sexual, convulsões (em inglês) e até mesmo o desenvolvimento de mamas nos homens.

Se um paciente requer medicação, os médicos devem considerar qualquer doença associada (como transtorno obsessivo-compulsivo ou  doença de déficit de atenção com hiperatividade (em inglês). Um paciente que sofre de ambas, a síndrome de Tourette e a doença de déficit de atenção com hiperatividade, pode se beneficiar com estimulantes como o Ritalina (em inglês). Um portador da síndrome de Tourette que também tenha transtorno obsessivo-compulsivo pode se beneficiar de antidepressivos conhecidos como antidepressivos do grupo dos inibidores da recaptação seletiva de serotonina, como o Prozac e o Zoloft.

Finalmente, se um paciente apresenta sintomas debilitantes pronunciados e não obteve alívio com os tratamentos já citados, uma opção pode ser a estimulação profunda do cérebro (DBS). Na DBS, os cirurgiões implantam minúsculos eletrodos dentro do cérebro para que ajam como um marca-passo (em inglês). Os eletrodos são conectados a fios em uma pequena bateria instalada no peito do paciente. Esse marca-passo funciona de maneira semelhante ao marca-passo de batimentos cardíacos, mas envia impulsos elétricos para áreas específicas no cérebro. Geralmente, tem como objetivo a região do tálamo, que controla o movimento e bloqueia a atividade anormal dos neurônios. Esse tipo de tratamento é bem-sucedido para outras doenças de movimento, como o mal de Parkinson (em inglês). O DBS, porém, ainda é considerado experimental em pacientes com a síndrome de Tourette em razão do pequeno número de pacientes que realizou a cirurgia e do número ainda menor que obteve alívio com ela.



- Postado por: Patrícia às 09h22
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Doença rara impede menino britânico de comer

                

Um garoto britânico de cinco anos de idade terá de passar a vida se alimentando pelo estômago após ser diagnosticado com um tipo raro de doença genética que afeta um paciente em cada 135 milhões.

Keaton Foale, que vive em Sunderland, no norte da Inglaterra, sofre de uma doença congênita de glicosilação (CDG, sigla pela qual esse grupo de doenças é conhecido) tipo 2, o que faz com que seu estômago rejeite qualquer alimento que ele venha a ingerir.

Aos seis meses de idade, para salvar a vida do garoto, os médicos do hospital geral de Sunderland precisaram colocar um um tubo no estômago de Keaton.

Desde então, ele recebe uma mistura de leite altamente calórica quatro vezes por dia em sessões de 50 minutos.

Quando Keaton nasceu, com apenas 24 semanas de gestação, ele tinha cerca de 10 cm. Mas os médicos não veem relação entre esse fato e o posterior desenvolvimento da sua condição.

Já no primeiro ano, o menino lutou contra icterícia, anemia e infecções sanguíneas e precisou de uma cirurgia a laser para prevenir a cegueira.

O garoto foi diagnosticado com CDG pouco depois de começar a rejeitar leite, aos três meses e meio de idade.

"Fiquei muito preocupada quando ouvi falar dessa condição pela primeira vez", disse à agência Caters News a mãe, Claire Plummer, 29, que divide seu tempo entre Keaton, sua irmã de dez anos e seu irmão de oito.

"Durante anos os médicos não conseguiram diagnosticar o que estava errado com ele. Mesmo agora, saber que ele sofre de uma condição tão singular oferece pouco consolo, na verdade."

Como a ciência conhece muito pouco sobre a doença de Keaton - os cientistas ainda não conseguiram estabelecer com precisão quais os genes defeituosos na CDG tipo 2 -, o garoto continuará tendo de conviver com o tubo no estômago.

Ele tem dificuldades de falar, subir e descer escadas e sofre de sangramentos internos regularmente.

As expectativas de vida para alguém com sua doença congênita variam de três meses a 60 anos.



- Postado por: Patrícia às 10h09
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Criança é internada na Bahia com 50 agulhas no corpo..

Um menino de 2 anos está internado desde a madrugada de domingo no Hospital do Oeste, em Barreiras, na Bahia, depois de uma radiografia permitir aos médicos do local identificar cerca de 50 agulhas espalhadas pelo corpo da criança. O estado de saúde dele é considerado grave. As imagens da radiografia são impressionantes e mostram os pequenos objetos metálicos em todo o tórax, no abdômen, no pescoço e até nas pernas.

A mãe do menino, a doméstica Maria Souza Santos, que é da cidade de Ibotirama (BA), não sabe como isso ocorreu. O filho teria começado a passar mal na quarta-feira da semana passada. Um dia depois, a mãe conta que por meio de uma radiografia, feita no hospital regional do município, os médicos informaram que a criança estava cheia de agulhas pelo corpo. “Sou mãe de seis filhos. Sempre tenho costume de trabalhar, deixar as crianças com minha mãe. Meus filhos todos gostam dela”, afirmou a doméstica. “Com fé em Deus, meu filho vai melhorar. Agora, está entre a vida e a morte”, falou o pai.

A delegacia de polícia de Ibotirama, onde o caso foi registrado, disse que já está investigando a suposta agressão ao menino, mas antecipou que ainda não esclareceu de que forma as agulhas entraram no corpo da criança. O diretor médico do Hospital Oeste, em Barreiras, Luiz Cesar Soltoski, disse que não sabe como as agulhas foram parar dentro da criança, mas descartou a possibilidade de o menino ter engolido os objetos. “Com certeza ele não ingeriu. Se tivesse ingerido as agulhas estariam no trato gastro-intestinal”, explicou.

Segundo informações da assessoria do hospital, a criança foi examinada inicialmente na cidade de Ibotirama, onde mora com a família, devido a dores abdominais e vômitos. Ainda no local, foi realizada a primeira radiografia, quando foram localizadas 17 agulhas, sendo algumas próximas a órgãos vitais do corpo. Devido à gravidade do caso, a criança foi transferida para o Hospital do Oeste, onde um novo exame apresentou aproximadamente 50 agulhas no corpo do menino. Um dos objetos chegou a perfurar um dos pulmões, o que fez os médicos inserirem um dreno no corpo do menino.



- Postado por: Patrícia às 09h36
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




   GRIPE SUINA..Adultos de 20 a 29 anos serão vacinados

                             

 

O Ministério da Saúde anunciou que a população brasileira, na faixa dos 20 aos 29 anos, será vacinada contra a gripe suína entre março e abril do próximo ano, durante a campanha nacional de imunização. Entre os idosos, somente os com doenças crônicas, como diabetes e problemas cardíacos, deverão ser vacinados. Já os idosos saudáveis continuarão a receber apenas a vacina contra a gripe comum, que já é fornecida todos os anos. O Ministério da Saúde confirmou também que profissionais de saúde, grávidas, pessoas de todas as faixas etárias, que apresentem doenças crônicas, e crianças de 6 meses a 2 anos deverão ser priorizadas, conforme vinha sendo anunciando. Naquela que deverá ser uma das maiores campanhas de imunização já registradas no país. Também idosos com doenças crônicas, como diabete e problemas cardíacos, deverão ser imunizados. Já os idosos saudáveis continuarão a receber apenas a vacina contra a gripe sazonal.

Esquema de vacinação será definido com Estados

Reuniões com representantes dos Estados devem definir a cobertura em cada região.

Segundo o diretor de Vigilância Epidemiológica do ministério, Eduardo Hage, não foi decidido se os idosos poderão receber as duas vacinas. Ele considera que há a possibilidade de que uma vacina possa interferir na outra. O diretor destacou, no entanto, que a prioridade aos cidadãos com doenças crônicas permitirá que grande parte dos idosos que têm esses problemas seja atendida.

Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde informou que a doença já matou 9.596 pessoas em mais de 208 países e territórios. A gripe A é transmitida de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC



- Postado por: Patrícia às 09h52
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




      SONOTERAPIA

Muitas doenças nervosas e mentais podem se beneficiar de uma nova combinação terapêutica denominada Relaxamento e Controle de Aferência.  Ela surgiu como uma união entre duas tecnologias já conhecidas há bastante tempo de estimulação cerebral externa:

  • a eletrosonoterapia, também chamada de estimulação eletroterapêutica transcraniana, que usa ondas elétricas;
  • e os  sintetizadores de ondas cerebrais, que utilizam pulsos de som e luz.

Neste artigo, pretendemos dar uma explicação resumida sobre cada uma dessas terapias e como elas funcionam, bem como relatar alguns casos reais tirados de nossa extensa experiência clínica com seu uso, que demonstram sua utilidade.

Estimulação Elétrica Cerebral

A eletrossonoterapia, ou tratamento pela indução artificial de relaxamento ou sono no paciente, é o método mais simples dos dois, e conhecido há mais tempo.

A eletrosonoterapia se diferencia dos demais processos de indução de perda de consciência, como o uso de medicamentos específicos (hipnótico-sedativos), hipnose induzida, etc., pela seu mecanismo de ação mais fisiológico, ou natural, e por sua ação terapêutica mais profunda e prolongada, assim como pela ausência dos efeitos tóxicos e das sensações desagradáveis. Sua principal função é a chamada "intensificação da inibição protetora do córtex cerebral'.

Já e sabido, desde os tempos de Ivan Pavlov (fisiologista russo que descobriu o reflexo condicionado no começo do século XX) que o sono é um tipo de inibição das funções neurais que se propaga por todo o córtex (tecido nervoso que recobre a parte mais externa hemisférios cerebrais). Essa inibição se propaga posteriormente para as camadas mais profundas do cérebro.  Assim, uma das hipóteses mais antigas da neurofisiologia é que essa extensa inibição tenha como objetivo exercer uma espécie de "efeito protetor" sobre as células nervosas de todas as regiões que afeta, de modo a permitir-lhes uma recuperação pelo repouso.

Fisiologia do Sono

Do ponto de vista neurofisiológico, sabe-se que os principais eventos que acontecem durante o sono são:

  1. deaferentação: este é um termo que significa perda, ou "desligamento" das aferências ao sistema nervoso, ou seja, o bombardeio constante de informações neurais vindas do exterior, através dos órgãos sensoriais, como visão, audição, olfato, gosto, tato, dor, pressão, temperatura, sensações profundas dos músculos, etc., que deixam de atingir o córtex cerebral e não são mais percebidas conscientemente;
  2. perda da consciência: todas as atividades conscientes, como auto-percepção, vigília, alerta, atenção, pensamento, linguagem, cognição, etc., que são em grande parte realizadas pelo córtex cerebral, também são desativadas durante o sono

O surgimento desses dois fenômenos ocorre principamente como resultado da modificação da atividade de uma estrutura cerebral chamada formação reticular ascendente (FRA, que é um conjunto de núcleos e fibras que ocupa parte do tronco encefálico, uma das partes mais basais e primitivas do nosso cérebro. A FRA recebe conexões derivadas de praticamente todos os grandes sistemas sensoriais do cérebro, e bombardeia, por sua vez, de forma contínua, o córtex cerebral, mantendo sua atividade. Na indução do sono, a FRA diminui sua atividade consideravelmente, e inicia impulsos inibidores que vão promover a deaferentação. Isso ocorre por diversos fatores, como cansaço, ciclo dia-noite, e até acúmulo de algumas substâncias químicas no sangue (é quando "sentimos sono", como se diz popularmente). Desta forma, a FRA funcionaria como uma espécie de "portão" sensorial, como especifica a teoria mais conhecida, elaborada pelos neurologistas Melzack e Wall na década dos 70s.

No mecanismo do sono, estão envolvidos dois importantes núcleos do tronco encefálico: os núcleos da rafe e o locus coeruleus. Os núcleos da rafe por sua vez, têm dois componentes, situados na ponte e no bulbo cerebral. Os núcleos da ponte são inibidores do despertar, agindo no diencéfalo e no córtex. Os núcleos da rafe do bulbo tem uma ação mais tardia, aparecendo no controle dos movimentos dos olhos. A propagação desses impulsos acabam por atingir o locus coeruleus caracterizando o sono profundo com sonhos.

Depois de um certo tempo de sono, esses impulsos inibidores começam a diminuir, dando abertura para que os estímulos sensoriais comecem novamente a ativar a formação reticular ascendente, o diencéfalo e córtex ocasionando assim o despertar.

Como Funciona a Eletrosonoterapia

A eletrosonoterapia foi desenvolvida a partir da descoberta que a aplicação externa de ondas elétricas de determinada freqüência e amplitude provocam artificialmente uma deaferentação sensorial, ao agirem sobre algumas estruturas cerebrais. As ondas elétricas geralmente são ministradas na forma de pulsos retangulares, com uma freqüência de 100 por segundo, e uma duração de cada pulso de 1 milissegundo.  A intensidade raramente excede um miliampere (mA). Outro nome dado à eletrosonoterapia, mais preciso, é "estimulação eletroterapêutica transcraniana" (em inglês: Cranial Electrotherapy Stimulation).

A técnica foi desenvolvida na Rússia em 1949, e é amplamente utilizada em muitos paises para promover relaxamento corporal e mental e deaferentação, que pode levar ao sono (daí o seu nome). Por isso, uma de suas indicações é a insônia crônica e persistente. No entanto, a eletrosonoterapia também tem indicações para o tratamento da ansiedade, depressão, dependência de drogas, amnésia pós-traumática (perda de memória), etc.,  em psiquiatria. Apesar de representar um estímulo externo ao cérebro, nunca foram notados efeitos negativos ou deletérios significativos sobre os pacientes.

O aparelho de eletrosonoterapia compõe-se de uma central que emite as ondas eletromagnéticas adequadas, e de dois cabos com quatro pólos (positivos e negativos), afixados a eletrodos autoadesivos que são colocados em uma área logo atrás das orelhas do paciente. Também podem ser usados eletrodos que se prendem aos pavilhões auditivos. O paciente é colocado em decúbito dorsal (deitado de costas) em um leito confortável, em ambiente sem estímulos sonoros ou luminosos, e o aparelho é ligado. Após um certo tempo começa a notar-se um relaxamento do tônus muscular e sonolência. Alguns pacientes podem então adormecer logo em seguida, mas o tratamento da insônia recomenda que a aplicação seja feita até três horas antes de ir dormir. As sessões de estimulação normalmente duram 20 a 30 minutos e são aplicadas entre três a sete vezes por semana.

Evidência Científica

Foram realizados até agora 103 estudos científicos com seres humanos e 18 com animais, que demonstraram a eficácia e segurança da eletrosonoterapia em vários problemas de saúde. Em estudos científicos envolvendo a eficácia no tratamento da ansiedade, comprovou-se que a estimulação elétrica cerebral diminui a atividade muscular registrada através de eletromiograma, diminui a freqüência de ondas cerebrais registradas pelo eletroencefalograma, aumenta a temperatura periférica, diminui a secreção gástrica, a pressão arterial, a freqüência cardíaca e a respiração. Todas essas mudanças também ocorrem no sono natural e são benéficas para o relaxamento no caso de estresse e ansiedade.

Segundo os autores Paros e Kirsch, a eficácia da eletroestimulação cerebral foi confirmada através de 28 testes psicométricos diferentes, e sua significância para o tratamento da ansiedade foi confirmado por meta-análises conduzidas pela famosa Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard  (Klawansky, 1995) e publicado na prestigiosa revista científica Journal of Nervous and Mental Diseases.

Não se sabe exatamente como se dá a ação da eletrosonoterapia no sistema nervoso central. Geralmente acredita-se que ela seja mediada primariamente por uma ação direta das ondas elétricas sobre o sistema límbico, o hipotálamo e a formação reticular ascendente (veja bibliografia no artigo de Paros e Kirsch, abaixo).  Especula-se também que a eletrosonoterapia possa exercer seu efeito através da ação sobre o sistema nervoso parassimpático, através da estimulação de vários nervos cranianos. Estudos com animais na década dos 90s revelaram que a estimulação elétrica promove um aumento de mais de três vezes no nível de endorfinas, após um único tratamento, e também um aumento do neurotransmissor dopamina nos gânglios basais. Esses dois fatores estão envolvidos na bioquímica cerebral das emoções e do prazer. As endorfinas são uma espécie de "morfina" natural do cérebro, e os receptores cerebrais das endorfinas seriam os responsáveis pelas sensações prazerosas provocadas por drogas desta classe.

Sintetizadores de Ondas Cerebrais

As primeiras pesquisas científicas sobre os efeitos da luz e som sobre o cérebro começaram nos meados dos anos 30, quando cientistas descobriram que os ritmos do cérebro tendiam a assumir o ritmo de uma luz piscante, num processo chamado de condicionamento cerebral.

Desde a década dos 20s, com a descoberta que é possível registrar-se a atividade elétrica do cérebro através de eletrodos externos e de um aparelho denominado eletroencefalógrafo (inventado pelo médico holandês Berg), sabe-se que os níveis de sono, sonho e vigília são associados a ondas cerebrais com freqüências diferentes .

Aplicacões Clínicas

Em nossa clínica temos experimentado com o uso combinado das técnicas de eletroestimulação transcraniana e estimulação externa por luz e som para o tratamento de diversas condições nervosas e mentais patológicas, tais como depressão, ansiedade, psicose (esquizofrenia), obesidade, síndrome de pânico, e outras. Desenvolvemos um grande número de protocolos, combinando o uso de programas de estimulação externa, que podem ser feitos através de um software (programa de computador) especial.

Os resultados até agora têm sido muito encorajadores quanto ao controle de diversas síndromes sem necessidade de uso de medicamentos psicotrópicos específicos, ou possibilitando uma significativa redução de suas dosagens, favorecendo assim uma menor incidência de efeitos colaterais dos mesmos. Abaixo damos um exemplo representativo de uso desta técnica na terapia neurofisiológica objetiva de entidades clínicas com manifestação grave.

Exemplo de um Caso Clínico

Paciente do sexo feminino, diagnosticada esquizofrênica, começou a apresentar comportamentos estranhos, segundo seus pais. Com o decorrer dos dias, começou a apresentar alucinações auditivas, medo, e aversão a ruidos. Posteriormente passou a apresentar muita sonolência diurna, não conversava, começou a ganhar peso e tornou-se agressiva. Sem falar com ninguém, começou a dormir pouco e durante o dia apresentava-se deprimida, chorava facilmente, e apresentava comportamento de raiva e teimosia. Com o agravamento da doença, passou a sair de casa a noite e perambular pelas ruas, extravasando sua agressividade danificando os carros que estavam estacionados. Foi internada em maio de 99, submetendo-se a sessões de eletroconvulsoterapia. Depois da alta, começou a frequentar o PROESQ, entidade ligada a UNIFESP e em setembro de /99 começou o tratamento com a técnica de relaxamento e controle de aferentação. Logo na primeira sessão já se obteve uma significativa melhora em seus comportamentos. Hoje, ela só faz manutenção de 15 em 15 dias, completou o segundo grau e tem uma vida praticamente normal



- Postado por: Patrícia às 15h52
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




CURIOSIDADE DO EFEITO ESTUFA

        

A pecuária emite metade dos gases causadores do efeito estufa liberados pelo Brasil a cada ano.  

Além disso, implantação de novas pastagens abocanha três quartos da área desmatada na Amazônia e 56,5% no Cerrado.

 Resultado de cinco meses de trabalho, os números, inéditos, são de estudo coordenado por Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira.

 Os principais dados da pesquisa, cuja íntegra ainda será publicada em revista científica internacional, foram divulgados nesta quinta-feira (10) e serão apresentados em duas reuniões sábado (12) na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, a COP 15 . Os autores (ao todo, dez especialistas) ressaltam que suas conclusões “não representam necessariamente” a posição das instituições em que atuam

levantamento verificou que em 2005 a emissão de gases-estufa (GEE) da pecuária representou 48% do total brasileiro. A atividade emitiu 1,055 bilhão de toneladas de GEE sobre 2,203 bilhões do total nacional, número do tão esperado inventário brasileiro de emissões, divulgado só recentemente pelo Ministério da Ciência e Tecnologia .

 Ocorre que no inventário oficial as emissões são divididas por grandes grupos, como energia, processos industriais, mudança no uso da terra e florestas etc. “A diferença desse estudo em relação às abordagens estatísticas tradicionais é que elas dividem as emissões por categorias, e nossa abordagem é pela cadeia de um produto específico”, explicou Smeraldi ao G1. “Então ela é transversal, porque envolve uso da terra e fermentação entérica (basicamente, arroto de boi e vaca), por exemplo, processos que estão separados no inventário.” 

 Assim, é a primeira vez que a chamada “pegada de carbono” de um produto específico, no caso a carne bovina, é calculado. Pegada de carbono é a quantidade de gás-estufa liberada direta ou indiretamente por uma certa atividade. “O interessante desses dados é que eles podem começar a traduzir toda a situação para o consumidor, a dona de casa, o investidor”, comentou Smeraldi, que viaja hoje para Copenhague.

 “Essa é a diferença de ter números sobre categorias e números sobre produtos: 1 quilo de carne industrializada significa 300 quilos de gás-estufa emitido, e esses 300 kg custam R$ 10 no mercado de carbono. É mais do que o custo da própria carne por quilo no atacado (o kg do dianteiro custa R$ 3,60; do traseiro, R$ 5,90)”, disse o especialista.

 Só arroto de boi equivale a 69% dos gases-estufa por desmate no Cerrado

 “Como investidor eu posso raciocinar que, se a carne tivesse que pagar o CO2 que emite, ficaria inviável. Por outro lado, se seguir boas práticas, posso reduzir uma barbaridade essa emissão e vender o CO2 poupado no mercado de emissões por um preço superior ao da carne. Frigorífico pode fazer mais dinheiro vendendo redução de carbono do que vendendo a própria carne.”



- Postado por: Patrícia às 09h48
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




      CANCRO MOLE

Pode ser chamada também de cancro venéreo. Popularmente é conhecida como cavalo. Manifesta-se através de feridas dolorosas com base mole. 

Os primeiros sintomas aparecem dois a cinco dias após relação sexual desprotegida com portador da doença, período que pode se estender até duas semanas.

Sinais e Sintomas
No início, surgem uma ou mais feridas pequenas com pus. Após algum tempo, forma-se uma ferida úmida e bastante dolorosa, que se espalha e aumenta de tamanho e profundidade. A seguir, surgem outras feridas em volta das primeiras. Após duas semanas do início da doença, pode aparecer um caroço doloroso e avermelhado (íngua) na virilha, que chega a prender os movimentos da perna, impedindo a pessoa de andar. Essa íngua pode abrir e expelir um pus espesso, esverdeado, misturado com sangue. Nos homens, as feridas, em geral, localizam-se na ponta do pênis. Na mulher, ficam, principalmente, na parte externa do órgão sexual e no ânus e mais raramente na vagina (ressalte-se que a ferida pode não ser visível, mas provoca dor na relação sexual e ao evacuar).

A manifestação dessa doença pode vir acompanhada de dor de cabeça, febre e fraqueza.

Formas de contágio
Transmitido pela prática de sexo (vaginal, anal ou oral) desprotegido com pessoa contaminada.

Prevenção
Como o contágio é feito pela prática sexual, a melhor forma de prevenir-se contra o cancro mole é fazer uso do preservativo em todas as relações sexuais. Cuidar bem da saúde e da higiene também são formas de prevenção.

Tratamento
O cancro mole é tratado com medicamentos à base de antibióticos, sabonetes e loções. Além do tratamento, deve-se realizar intensa higiene local. Deve ser indicada a abstinência sexual até a conclusão do tratamento. É recomendado o tratamento dos parceiros sexuais, em qualquer circunstância, pela



- Postado por: Patrícia às 10h11
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




CÂNCER DE GARGANTA

 

Cancer na garganta inclui cancer de nasofaringe (parte superior da garganta atrás do nariz), a orofaringe (parte do meio da faringe), e da hipofaringe (parte inferior da faringe). Cancer da laringe (caixa vocal) também pode ser incluído como um tipo de cancer na garganta.

Cancer na garganta formas nos tecidos da faringe (o tubo oco no interior do pescoço, que começa por trás do nariz e termina no topo da traquéia e esôfago). A maioria dos canceres da garganta são carcinomas epidermóides (câncer que começa em células finas, planas que se parecem com uma escala de peixe). É também chamado de cancer da faringe.

Alguns dos primeiros sintomas de câncer na garganta são bastante gerais e, portanto, podem ser facilmente confundidos por qualquer outra condição ou doença. Alguns dos sintomas comuns que você pode sofrer e, portanto, deve contactar o seu profissional de saude seriam:

  • Se você sofre de dores de ouvido crônicas
  • Se sofrer de dores de garganta crônicas
  • Se você tiver dificuldade em falar
  • Você notou gânglios linfáticos alargados, ou ampliados
  • Tem sentimentos de dormência na cara
  • Você experiência voz rouca
  • Você tem dor ao engolir
  • E se você notar úlceras visíveis na boca ou na língua.

Deve ser esclarecido que, embora alguns possam classificar estes sintomas como uma simples dor de garganta, gripe ou mesmo um caso sério do resfriado comum, a diferença fundamental entre condições mais leves e a presença de câncer na garganta é quanto tempo esses sintomas permanecem. A ponto principal a se lembrar é que casos crônicos ou persistentes destes sintomas podem indicar câncer na garganta. E se você sofre de qualquer combinação destes sintomas, contate o seu profissional de saude.

 

Os fatores de risco para desenvolver cancer na garganta podem incluir:

  • Fumar tabaco
  • Uso pesado de álcool
  • Uma dieta pobre em frutas e legumes
  • Beber mate, uma bebida estimulante comum na América do Sul
  • Mastigar bétel quid, um estimulante comumente utilizado em partes da Ásia
  • Estar infectado com o papilomavírus humano (HPV)

Tratamento:

O tratamento tem por objetivo a destruição do câncer e a prevenção da propagação da doença para as outras partes do corpo.

Na maioria dos casos, a radiação do tumor produz resultados eficazes.

A remoção cirúrgica do tumor, incluindo todas ou parte das cordas vocais (laringetomia) pode ser necessária em alguns casos. Quando uma laringetomia é realizada, uma
prótese cirúrgica pode ser implantada (cordas vocais artificiais), dispositivos de voz podem ser usados ou uma terapia de fala pode ser recomendada para ensinar métodos alternativos da linguagem.


Grupos de apoio:

O estresse da doença geralmente pode ser aliviado por meio da participação em um grupo de apoio, onde os membros compartilham experiências e problemas em comum. Veja grupo de apoio para o câncer.


Expectativas (prognóstico):

O câncer de garganta tem cura quando é detectado no início. Se não for tratado a tempo, pode propagar-se para os tecidos circunvizinhos e outras partes do corpo.


Complicações:

Solicitação de assistência médica:

Marque uma consulta com seu médico se os sintomas indicarem câncer de garganta, especialmente se houver rouquidão sem causa óbvia que dure mais de 1 semana.



- Postado por: Patrícia às 15h41
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




CÂNCER DE PELE 2ª PARTE

    

Câncer de Pele - carcinoma

O carcinoma basocelular e o carcinoma epidermóide, também chamados de câncer de pele não melanoma, são os tipos de câncer de pele mais freqüentes (70% e 25%, respectivamente). Porém, apesar das altas taxas de incidência, o câncer de pele não melanoma apresenta altos índices de cura, principalmente devido à facilidade do diagnóstico precoce. Os carcinomas basocelular são originários da epiderme e dos apêndices cutâneos acima da camada basal, como os pêlos, por exemplo. Já os carcinomas epidermóides têm origem no queratinócio da epiderme, podendo também surgir no epitélio escamoso das mucosas.
Indivíduos que trabalham com exposição direta ao sol são mais vulneráveis ao câncer de pele não melanoma. Esse tipo de câncer é mais comum em adultos, com picos de incidência por volta dos 40 anos. Porém, com a constante exposição de jovens aos raios solares, a média de idade dos pacientes vem diminuindo.

Pessoas de pele clara, que ficam vermelhas com a exposição ao sol, estão mais sujeitas às neoplasias. A maior incidência deste tipo de câncer de pele se dá na região da cabeça e do pescoço, que são justamente os locais de exposição direta aos raios solares.

Epidemiologia
O número de casos novos de câncer de pele não melanoma estimados para o Brasil em 2005 é de 56.420 casos em homens e de 56.600 em mulheres. Estes valores correspondem a um risco estimado de 62 casos novos a cada 100 mil homens e 60 para cada 100 mil mulheres.

O câncer de pele não melanoma é o mais incidente em homens em todas as regiões do Brasil, com um risco estimado de 87/100.000 na região Sul, 73/100.000 na região Sudeste, 56/100.000 na região Centro-Oeste, 43/100.000 na região Nordeste e 30/100.000) na região Norte. Nas mulheres é o mais freqüente nas regiões Sul (85/100.000), Centro-Oeste (72/100.000), Nordeste (45/100.000) e Norte (30/100.000); enquanto que, na região Sudeste (66/100.000) o mesmo é o segundo mais freqüente.

Fatores de Risco
A exposição excessiva ao sol é o principal fator de risco do câncer de pele. Pessoas que vivem em países tropicais como Brasil e Austrália, país com o maior registro de câncer de pele no mundo, estão mais expostos a esse tipo de doença.

Porém, doenças cutâneas prévias, fatores irritadiços crônicos (úlcera angiodérmica e cicatriz de queimadura) e exposição a fatores químicos como o arsênico, por exemplo, também podem levar ao diagnóstico de câncer de pele. Nestes casos, a doença costuma se manifestar muitos anos depois da exposição contínua aos fatores de risco.


Prevenção
Embora o câncer de pele apresente altos índices de cura, ele também é um dos tipos que mais cresceu em número de diagnósticos nos últimos anos. A melhor maneira de evitar sua manifestação é através da prevenção. A exposição ao sol deve ser evitada no período das 10h às 16h. Mesmo durante o horário adequado é necessário utilizar a proteção adequada como: chapéu, guarda-sol, óculos escuros e filtros solares com fator de proteção 15 ou mais.

O filtro solar ameniza alguns efeitos nocivos do sol, como as queimaduras, dando portanto uma falsa sensação de segurança. É importante lembrar que os filtros solares protegem dos raios solares, no entanto, eles não têm o objetivo de prolongar o tempo de exposição solar. Todos os filtros solares devem ser repassados a cada 30 minutos de exposição.


Sintomas
Pessoas que apresentam feridas na pele que demorem mais de quatro semanas para cicatrizar, variação na cor de sinais, manchas que coçam, ardem, descamam ou sagram, devem recorrer o mais rápido possível ao dermatologista.


Diagnóstico
O câncer de pele não melanoma pode apresentar dois tipos de diagnóstico. O carcinoma basocelular é diagnosticado através de uma lesão (ferida ou nódulo) com uma evolução lenta. O carcinoma epidermóide também surge por meio de uma ferida, porém, que evolui rapidamente e vem acompanhada de secreção e de coceira. A maior gravidade do carcinoma epidermóide é devido à possibilidade que esse tipo de câncer tem de apresentar metástase.


Tratamento
Em ambos os casos, a cirurgia é o tratamento mais indicado. Porém, dependendo da extensão, o carcinoma basocelular pode também ser tratado através de medicamento tópico ou radioterapia.

No caso do carcinoma epidermóide, o tratamento usual é feito basicamente através de procedimento cirúrgico e radioterapia.

Câncer de Pele - melanoma

O melanoma cutâneo é um tipo de câncer que tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e tem predominância em adultos brancos. Embora só represente 4% dos tipos de câncer de pele, o melanoma é o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase.

Epidemiologia
A letalidade do câncer de pele melanoma é elevada, porém sua incidência é baixa. Para 2005, estão previstos 2.755 casos novos em homens e 3.065 casos novos em mulheres. As maiores taxas estimadas em homens e mulheres encontram-se na região Sul.

O melanoma de pele é menos freqüente do que os outros tumores de pele (basocelulares e de células escamosas), porém sua letalidade é mais elevada. Tem-se observado um expressivo crescimento na incidência deste tumor em populações de cor de pele branca. Quando os melanomas são detectados em estádios iniciais os mesmos são curáveis.
O prognóstico desse tipo de câncer pode ser considerado bom, se detectado nos estádios iniciais. Nos últimos anos, houve uma grande melhora na sobrevida dos pacientes com melanoma, principalmente devido à detecção precoce do mesmo. Nos países desenvolvidos, a sobrevida média estimada em cinco anos é de 73%, enquanto que, para os países em desenvolvimento, a sobrevida média é de 56%. A média mundial estimada é de 69%.

Fatores de Risco
Os fatores de risco, em ordem de importância, são: a sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), a pele clara, a exposição excessiva ao sol, a história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas).


Prevenção
Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios são mais intensos. Mesmo durante o período adequado é necessária a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuro e filtros solares com fator de proteção 15 ou mais.


Sintomas
O melanoma pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada. A manifestação da doença na pele normal se dá a partir do aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação.

Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente, ocorre um aumento no tamanho, uma alteração na coloração e na forma da lesão que passa a apresentar bordas irregulares.


Diagnóstico
A coloração pode variar do castanho-claro passando por vários matizes chegando até à cor negra (melanoma típico) ou apresentar área com despigmentação (melanoma com área de regressão espontânea). O crescimento ou alteração da forma é progressivo e se faz no sentido horizontal ou vertical. Na fase de crescimento horizontal (superficial), a neoplasia invade a epiderme, podendo atingir ou não a derme papilar superior. No sentido vertical, o seu crescimento é acelerado através da espessura da pele, formando nódulos visíveis e palpáveis.


Tratamento
A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase, o melanoma é incurável na maioria dos casos. A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter então como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Auto Exame da pele

O que é o auto-exame da pele?
É um método simples para detectar precocemente o câncer de pele, incluindo o melanoma. Se diagnosticado e tratado enquanto o tumor ainda não invadiu profundamente a pele, o câncer de pele pode ser curado.


Quando fazer?
Ao fazer o auto-exame regularmente, você se familiarizará com a superfície normal da sua pele. É útil anotar as datas e a aparência da pele em cada exame.


O que procurar?
. Manchas pruriginosas (que coçam), descamativas ou que sangram
. Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor
. Feridas que não cicatrizam em 4 semanas

Deve-se ter em mente o ABCD da transformação de uma pinta em melanoma, como descrito abaixo:
. Assimetria - uma metade diferente da outra
. Bordas irregulares - contorno mal definido
. Cor variável - várias cores numa mesma lesão: preta, castanho, branca, avermelhada ou azul
. Diâmetro - maior que 6 mm


Como fazer?
1) Em frente a um espelho, com os braços levantados, examine seu corpo de frente, de costas e os lados direito e esquerdo;
2) Dobre os cotovelos e observe cuidadosamente as mãos, antebraços, braços e axilas;
3) Examine as partes da frente, detrás e dos lados das pernas além da região genital;
4) Sentado, examine atentamente a planta e o peito dos pés, assim como os entre os dedos;
5) Com o auxílio de um espelho de mão e de uma escova ou secador, examine o couro cabeludo, pescoço e orelhas;
6) Finalmente, ainda com auxílio do espelho de mão, examine as costas e as nádegas.


Atenção:
Caso encontre qualquer diferença ou alteração, procure orientação médica. Evite exposição ao sol das 10h às 16h e utilize sempre filtros solares com fator de proteção 15 ou mais, além de chapéus, guarda-sóis e óculos escuros.



- Postado por: Patrícia às 15h25
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




  CÂNCER DE PELE 1ª PARTE

         

O câncer de pele é o mais comum entre os Cânceres e se manifesta de duas formas: os carcinomas, que têm uma incidência alta, de 70%a 80%, e os melanomas, que variam entre 5% e 7%. Mais frequente, o carcinoma tem malignidade baixa. Provoca grandes deformações, mas não leva à morte. Esta relacionado diretamente à exposição dos raios UVB e atinge pessoas de pele, cabelo e olhos claros. Tem crescimento lento, se manifesta em áreas expostas ao sol como face, braços, colo e mãos e, frequentemente, é indolor. Aparece através de nódulos e feridas que não cicatrizam.

Já o melanoma, que é a transformação malígna dos melanócitos (células produtoras de pigmentos), é o câncer que mais cresce no mundo, nos últimos dez anos aumentou 20%. O melanoma é uma doença, que se submetida a uma tratamento, é curavel. As pessoas, principalmente em países tropicais como o Brasil, se expõem excessivamente aos raios ultravioletas do sol, que são prejudiciais à epiderme (camada superficial da pele).

As exposições prolongadas ao sol estimulam a fabricação de óxido de colesterol (Substância que estimula os melanócitos, responsável pelo aparecimento dos melanomas) e é possível que as lesões se manifestem em regiões do corpo que não entraram em contato direto com o sol.

A arma mais eficaz contra o câncer de pele é manter-se bem longe dos rais solares, principalmente os ultravioletas (entre 10 e 15 horas). Em países onde o sol brilha sempre e onde se cultua o corpo e a cor bronzeada é muito difícil manter as pessoas longe do sol, por isso, o melhor para se previnir é recorrer aos filtros solares e consultar sempre um dermatologista.

A exposição exagerada ao sol é um dos fatores, mas não é o único. O câncer de pele também é provocado por fatores genéticos e ambientais, como a destruição da camada de ozônio. Se não for tratado no início leva facilmente à morte pois pode causar metástase (çelulas deformadas que irradiam pelo sistema linfático e provocam tumores em outros órgãos.

O diagnóstico do melanoma é feito principalmente através de pintas preexistentes, que mostram sinais como mudança de cor e aspecto. Para examinar essas pintas e constatar alguma irregularidade, usa-se o método ABCD, que significa: assimetria (A), bordas irregulares (B), cor negra ou mista (C), e diâmetro maior que 0,8 cm (D). Se a pessoa tiver uma pinta dentro desse perfil, a visita ao médico é primordial e o tratamento é sempre cirúrgico.

Deve-se também observar o aparecimento de verrugas inchadas nas áreas mais expostas do corpo. Normalmente o raios ultravioletas são responsáveis por uma degeneração branda, que altera a camada superficial da pele, provocando descamações frequentes, mais conhecidas pelos médicos como queratose. A partir desse pré-câncer o excesso de sol pode atingir camadas mais profundas da pele, e como consequência o câncer de camada basal ou camada espinhosa.

As pintas na pele, também chamadas de nevus, são geralmente mini-lesõesque as pessoas nascem com elas. O problema ocorre quando a pintacomeça a crescer, mudar de aspecto ou transformar-se em uma ferida que não cicatriza. Pintas e manchas que surgem de repente tambémsão suspeitas e 45% dos melanomas se localizam nos nevus.

As pessoas de pele clara estão mais sujeitas a ter problemas de pele e devem dar atenção especial ao auto-exame por toda a área do corpo. As lesões não costumam doer ou coçar e são percebidas visualmente ou por biópsia, quando se extrai um pedaço da área atingida para exame laboratorial.

Tipo de Prevenção

A primeira providência que se deve tomar para evitar o câncer de pele é não se expor ao sol das 10 às 15 horas; é nesse intervalo que se formam os raios ultravioletas e que provocam os efeitos mais nocivos contra a pele, e nesse horário também são irradiados os raios do tipo B.

Os raios que precipitam o aperecimento de lesões cancerosas são especialmente os UV-B (Ultravioleta b - são raios de curto comprimento, com um nível de energia que permite rápido bronzeamento mas, pode provocar queimaduras graves)Eles atingem o núcleo das células que provoca mutação dos cromossomos. Normalmente as pessoas de pele clara que tomam sol constantemente sem usar filtro protetor, dificilmente deixarão de desenvolver um carcinoma (tumor de menor gravidade que o melanoma).

Já os UV-A (ultravioleta - são raios de longo comprimento, com baixo nível de energia, demora para bronzear e produzir queimaduras), são ótimos para bronzear, mas são causadores do envelhecimentoda pele. A longo prazo , além das rugas e flacidez, os UV-A também podem causar câncer cutâneo. Isso acontece pelo efeito acumulativo dos raios.

O fator de proteção solar (FPS) é muito importante quando se pensa em tomar sol. Ele se relaciona diretamente com a qualidade e com a natureza dos filtros usados na elaboração do bronzeador. Por exemplo, se o bronzeador tiver FPS 6 significa que ele permite exposição ao sol um período seis vezes maior do que sem o uso do filtro solar. Veja na tabelaa baixo que tipo de filtro você deve usar para um bronzeamento seguro:

Cor da Pele

Sensibilidade ao sol

Fator de proteçãao

muito clara

Forte

+ que 8

Clara

Forte

6 e 7

Clara/Média

Moderada

4 e 5

Média

Pouca

2 e 3

Castanha/negra

Nenhuma

2 e 3

Com o bronzeamento natural a produção de melanina aumenta e a pele age escurecendo para diminuir a penetração dos rais ultravioletas do sol. É uma defesa do corpo contra a ação do sol. Por isso para se adquirir um bronzeado e não uma queimadura é preciso fazer uma exposição gradual começando com um máximo de 15 minutos diários de exposição ao sol, não se esquecendo de evitar o horário crítico que é das 10 às 15 horas.

Radiação Solar

No Brasil, o câncer mais freqüente é o de pele, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores diagnosticados em todas as regiões geográficas. A radiação ultra-violeta natural, proveniente do sol, é o seu maior agente etiológico.

De acordo com o comprimento de onda, os raios ultra-violetas (raios UV) são classificados em raios UV-C, em raios UV-A (320-400nm) e em raios UV-B (280-320nm). Em decorrência da destruição da camada de ozônio, os raios UV-B, que estão intrinsecamente relacionados ao surgimento do câncer de pele, têm aumentado progressivamente sua incidência sobre a terra. Da mesma forma, tem ocorrido um aumento da incidência dos raios UV-C, que são potencialmente mais carcinogênicos do que os UVB.

Por sua vez, os raios UV-A independem desta camada, e causam câncer de pele em quem se expõe a eles em horários de alta incidência, continuamente e ao longo de muitos anos. As pessoas de pele clara que vivem em locais de alta incidência de luz solar são as que apresentam maior risco. Como mais de 50% da população brasileira têm pele clara e se expõem ao sol muito e descuidadamente, seja por trabalho, seja por lazer, e o país situa-se geograficamente numa zona de alta incidência de raios ultra-violeta, nada mais previsível e explicável do que a alta ocorrência do câncer de pele entre nós.

Como se Proteger

As pessoas que se expõem ao sol de forma prolongada e freqüente, por atividades profissionais e de lazer, constituem o grupo de maior risco de contrair câncer de pele, principalmente aquelas de pele clara.

Sob circunstâncias normais, as crianças se expõem anualmente ao sol três vezes mais que os adultos. Pesquisas indicam que a exposição cumulativa e excessiva durante os primeiros 10 a 20 anos de vida aumenta muito o risco de câncer de pele,mostrando ser a infância uma fase particularmente vulnerável aos efeitos nocivos do sol.

O clima tropical, a grande quantidade de praias, a idéia de beleza associada ao bronzeamento, principalmente entre os jovens, e o trabalho rural favorecem a exposição excessiva à radiação solar.

Para a prevenção não só do câncer de pele como também das outras lesões provocadas pelos raios UV é necessário evitar a exposição ao sol sem proteção. É preciso incentivar o uso de chapéus, guarda-sóis, óculos escuros e filtros solares durante qualquer atividade ao ar livre e evitar a exposição em horários em que os raios ultravioleta são mais intensos, ou seja, das 10 às 16 horas.

Grandes altitudes requerem cuidados extras. A cada 300 metros de altitude, aproxima-damente, aumenta em 4% a intensidade da vermelhidão produzida na pele pela luz ultravioleta. A neve, a areia branca e as superfícies pintadas de branco são refletoras dos raios solares. Portanto, nessas condições, os cuidados devem ser redobrados.

Considerando-se que os danos provocados pelo abuso de exposição solar é cumulativo, é importante que cuidados especiais sejam tomados desde a infância mais precoce.


Filtros Solares - Recomendações
Os filtros solares são preparações para uso tópico que reduzem os efeitos deletérios da radiação ultravioleta.

Porém, cuidado! Nem todos os filtros solares oferecem proteção completa para os raios UV-B e raios UV-A. Além disso, suprimem os sinais de excesso de exposição ao sol, tais como as queimaduras, o que faz com que as pessoas se exponham excessivamente às radiações que eles não bloqueiam, como a infravermelha. Criam, portanto, uma falsa sensação de segurança e encorajam as pessoas a se exporem ao sol por mais tempo.

Devemos, portanto, entender que o uso do filtro solar não tem como objetivo permitir o aumento do tempo de exposição ao sol, nem estimular o bronzeamento. É importante lembrar, também, que o real fator de proteção varia com a espessura da camada de creme aplicada, a freqüência da aplicação, a perspiração e a exposição à água.

É recomendado que durante a exposição ao sol sejam usados filtros com FPS de 15 ou mais.Também devem ser tomadas precauções na hora de se escolher um filtro solar, no sentido de se procurarem os que protegem também contra os raios UV-A. Os filtros solares devem ser aplicados antes da exposição ao sol e reaplicados após nadar, suar e se secar com toalhas.

NA PROXIMA EDIÇÃO,CÂNCER DE PELE 2ª PARTE...Sobre os 2 câncer de pele mais comum : os carcinomas e os melanomas....



- Postado por: Patrícia às 10h08
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




      SOLIDÃO,CONTAGIA...

A solidão é tão contagiosa quanto a gripe, mostrou um estudo norte-americano. Ela pode se espalhar entre as pessoas, e as mulheres são mais propensas a se "infectar" do que os homens, segundo pesquisadores da Universidade de Chicago, da Universidade de San Diego-California e de Harvard.

Utilizando números de um estudo em grande escala, eles descobriram que pessoas solitárias tendem a transmitir sua tristeza a quem as cerca, o que termina por isolá-las da sociedade.

"Detectamos um padrão extraordinário de contágio que leva as pessoas a se moverem para a beira da rede social quando se tornam solitárias", disse o psicólogo John Cacioppo da Universidade de Chicago.

A descoberta foi publicada na edição de dezembro do Journal of Personality and Social Psychology.

Antes de perder seus amigos, pessoas solitárias transmitem sentimentos de solidão aos mais próximos, que também se tornam solitários.

"Na periferia as pessoas têm menos amigos, mesmo assim sua solidão as faz perder os poucos laços que mantinham", disse Cacioppo.

"Esses efeitos significam que nosso tecido social pode se esgarçar nas beiradas, como um fio que se solta de um suéter de tricô", acrescentou Cacioppo.

Porque a solidão está associada a doenças mentais e físicas, ela pode encurtar a vida. Cacioppo disse que é importante que as pessoas reconheçam a solidão e ajudem os afetados antes que eles se aproximem demais das beiradas.

O estudo mostrou que conforme as pessoas ficam solitárias, confiam menos nos outros, e então é criado um círculo que torna mais difícil para elas formarem novas amizades.

As sociedades parecem desenvolver uma tendência natural para isolar as pessoas solitárias, algo que é visto em testes com macacos, disse Cacioppo, acrescentando que isso torna ainda mais importante reconhecer a solidão e lidar com ela antes que se espalhe.

Atualmente, existem em algumas cidades muitas pessoas que já moram só e que apresentam um a vida bastante independente. Não podemos dizer que são pessoas solitárias, desde que elas se sintam em paz com essa situação. Entretanto, o que se mostra é que o sentimento de solidão pode estar presente em qualquer lugar ou situação. A pessoa pode sentir solidão durante uma festa com os amigos, no trabalho e até mesmo dentro de casa com a própria família.

Cada ser humano vem sozinho ao mundo, atravessa pela vida como uma pessoa separada e morre finalmente sozinho. As fases de passagem pela vida física e para além dela trazem muitas experiências, onde tudo é passageiro e impermanente. As situações, os encontros e os fatos da vida surgem, permanecem por algum tempo e se vão.


ortanto, procure refletir quando estiver sentido solidão. Com o que você ainda está resistindo no seu momento atual? Existe algo que precisa partir e você ainda não percebeu ou não aceitou essa possibilidade?

A idéia da separação e do estar só é apenas uma ilusão, pois nada se vai totalmente e nada está separado. Ficará sempre a lembrança no qual contém toda a experiência e vivência ocorrida o que é muito rico.

Perceber que você está se sentindo só é muito importante para o seu crescimento. Utilize desse sentimento como uma alavanca para assumir plenamente a sua vida, para agir a partir de si, fortalecer a sua base e seguir em frente, manifestando a sua própria força dentro dos seus objetivos.

Tenha a sua própria companhia, dê atenção, escute, e acolha aquilo que você é e manifesta. Seja o seu melhor amigo. A partir de então, você perceberá que a solidão deixará de existir naturalmente.



- Postado por: Patrícia às 09h09
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




           Hipertiroidismo

Hipertiroidismo significa qualquer condição na qual existe um excesso de produção de hormônios tireoidianos.
A causa mais comum de hipertiroidismo é quando toda a glândula encontra-se exageradamente ativa, produzindo uma excessiva quantidade de hormônio, condição denominada também de bócio difuso tóxico ou Doença de Graves.

Quando um ou mais nódulos da tiróide se tornam muito ativos, também podem causar hipertiroidismo. Essa condição é denominada de nódulo tóxico autônomo ou bócio multinodular tóxico, respectivamente.

Por último, uma pessoa pode estar com sintomas de hipertiroidismo se ela tiver uma tiroidite aguda. O consumo excessivo de hormônio da tireóide também pode ocasionar sintomas de hipertiroidismo. Alguns remédios, que contêm grande quantidade de iodo na sua composição, também podem desencadear o hipertiroidismo. 


Sintomas Hipertireoidismo 

 Hiperativação do metabolismo
·Nervosismo e irritação
·Insônia
·Aumento da freqüência cardíaca
·Intolerância ao calor
·Sudorese abundante
·Taquicardia
·Perda de peso resultante da queima de músculos e proteínas
·Tremores
·Olhos saltados
·Bócio
·Comprometimento da capacidade de tomar decisões equilibradas

O QUE CAUSA O HIPERTIROIDISMO ?

A doença de Graves, encontrada em 70 a 80% das pessoas com hipertiroidismo é causada por anticorpos circulantes no sangue, que estimula o crescimento da tiróide e estimula a glândula a produzir excessiva quantidade de hormônio.

Este tipo de doença pode ser encontrado em mais de um membro de uma família.
Quando um ou mais nódulos aumentam a sua atividade, podem produzir uma exagerada quantidade de hormônio tiroidiano.

Nas tiroidites também pode ocorrer uma liberação de grande quantidade de hormônio tiroidiano, levando a sintomas de hipertiroidismo.

COMO É DIAGNOSTICADO O HIPERTIROIDISMO ?

Quando houver suspeita de hipertiroidismo, o diagnóstico definitivo é feito pela determinação dos níveis dos hormônios tireoidianos no sangue,os quais se encontram muito elevados.
Outro exame útil é a dosagem no sangue do hormônio estimulador da tiróide, conhecido como TSH, o qual, no hipeertiroidismo, encontra-se sempre em nível muito baixo.(suprimido)

Outros exames de sangue como a dosagem de anti-corpos anti-tiróide também são úteis na avaliação do hipertiroidismo.

A cintilografia da tiróide é um exame que pode auxiliar na avaliação das causas do hipertiroidismo e a ultrasonografia indica-nos o tamanho da tiróide e eventuais alterações estruturais.e também é muito importante o tamanho da glândula Tiróide.


QUAL É O MELHOR TRATAMENTO PARA O HIPERTIROIDISMO ?

Não há um tratamento ideal para todos os pacientes com hipertiroidismo.
Muitos fatores podem influenciar na escolha do tratamento ideal, como a idade, o tipo de hipertiroidismo, a disponibilidade de um bom cirurgião de cabeça e pescoço, alergia a medicação utilizada para o tratamento do hipertiroidismo, a severidade do hipertiroidismo e outras doenças pré-existentes.

REMÉDIO:

Os medicamentos anti-tiroidianos como o metimazol ou o propiltiouracil (PTU) podem ser utilizados para abaixar os níveis dos hormônios tiroidianos circulantes no sangue. Estes remédios impedem a utilização do iodo pela tiróide e, como o iodo é necessário para a fabricação dos hormônios tiroidianos, a produção dos mesmos consequentemente é diminuída.Além disso bloqueiam a incorporação do iodo e a geração de hormônios da tiróide.

IODO RADIOATIVO:

Outra maneira de tratar o hipertiroidismo é destruir as células que produzem o hormônio da tireóide.
Como essas células necessitam de iodo para a fabricação dos hormônios tiroidianos, elas irão captar rapidamente qualquer iodo na corrente sanguínea.

Como a tiróide capta o iodo radioativo da mesma forma que o iodo não radioativo, o iodo radioativo é administrado sob a forma líquida ou em cápsulas que não têm cheiro e nem gosto. Uma vez ingeridas, o radioiodo alcança a corrente sanguínea e rapidamente é captado pelas células tiroidianas.

Durante um período de algumas semanas, o iodo radioativo irá destruir as células.

O resultado é que a tiróide irá diminuir de tamanho, a produção dos hormônios da tiróide irá diminuir e os níveis dos hormônios tiroidianos na circulação irá retornar ao normal.

Algumas pacientes, mesmo após a dose de iodo radioativo, continuarão com hipertiroidismo. Para estes pacientes, é administrado uma segunda dose de iodo radioativo.

Muito mais comum é o hipotiroidismo que ocorre alguns meses após a dose de iodo radioativo. Alguns pacientes se manterão com os níveis normais de hormônios tiroidianos e, somente após alguns anos é que apresentarão hipotiroidismo.

Felizmente, o hipotiroidismo é uma condição de fácil tratamento, através da reposição com o hormônio tiroidiano, tomado uma vez ao dia, pelo resto da vida.

CIRURGIA :

Para alguns pacientes, o médico pode indicar a cirurgia para remover uma parte da glândula tiróide ou mesmo para a remoção de um ou mais nódulos hiperfuncionantes.

A remoção destes nódulos que produzem excesso de hormônio, geralmente faz com que os níveis dos hormônios da tiróide voltem ao normal. É importante que o cirurgião de cabeça e pescoço tenha muita experiência nesta forma de tratamento.

OUTRAS FORMAS DE TRATAMENTO :

Outras drogas classificadas como bloqueadores beta adrenérgicos podem ser utilizados no controle dos sintomas dos pacientes com hipertiroidismo enquanto se aguarda um tratamento definitivo.

Essas drogas, embora não diminuam os níveis de hormônios tiroidianos, melhoram os sintomas como as palpitações.



- Postado por: Patrícia às 10h14
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________