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Vacinação contra a Gripe A começará em 8 de março no Pará

                                     

A partir do dia 8 de março até 21 de maio será realizada a campanha de vacinação contra a Gripe A - Influenza A (H1N1) - para quatro grupos prioritários e dois especiais. A Coordenação de Vigilância à Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), cumprindo orientação do Ministério da Saúde, está alertando a população de todos os municípios para o calendário de vacinação.

 A coordenadora da Vigilância à Saúde, Ana Helfer, explicou que no grupo denominado pelo Ministério da Saúde como prioritário estão os trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos no combate à pandemia (médicos, enfermeiros, recepcionistas, equipes de laboratórios e profissionais que atuam na investigação epidemiológica), população indígena, gestantes e doentes crônicos. No grupo especial estão as crianças de seis meses até dois anos de idade, e adultos de 20 a 29 anos.

 Ana Helfer garantiu que a determinação do Ministério da Saúde será cumprida rigorosamente pela Sespa. Até o final o final da próxima semana (7 de fevereiro) todos os 143 municípios paraenses receberão oficialmente as orientações técnicas sobre a participação da campanha nacional de vacinação contra a Gripe A.

 As orientações serão repassadas às Secretarias municipais de Saúde pela Coordenação de Vigilância à Saúde da Sespa, por meio das Regionais de Saúde, e cada município terá que traçar seu plano de vacinação, informando o número disponível de postos de vacinação, número de vacinadores e população a ser vacinada, para que todos, do grupo prioritário e do grupo especial, recebam a vacina. As doses serão repassadas pelo Ministério da Saúde para a Sespa na segunda quinzena de fevereiro.

 A vacinação acontecerá em quatro etapas e tem como objetivo manter o funcionamento dos serviços de saúde, diminuir o risco de contaminação e reduzir o número de óbitos no Pará.

 Etapas - Na primeira etapa, que começará no dia 8 e terminará no dia 19 de março, serão vacinados os trabalhadores da rede de atenção à saúde e demais profissionais envolvidos no atendimento aos doentes, e a população indígena, que receberá a vacina em suas próprias aldeias, quando a Sespa contará com a parceria da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

 A segunda etapa começará no dia 22 de março, com as vacinas destinadas às gestantes (de 22/03 a 21/05); aos doentes crônicos (22/03 a 02/04), e às crianças de seis meses a dois anos (22/03 a 02/04). A terceira etapa será destinada à população de 20 a 29 anos e será realizada no período de 05/04 a 23/04. Já a quarta etapa será voltada para a população com mais de 60 anos, que receberá a vacina contra influenza sazonal, como acontece todos os anos e, quem tiver doença crônica, também será vacinado contra a gripe A.

 Antes de começar a vacinação, a Coordenação de Vigilância à Saúde da Sespa vai informar todos os detalhes da campanha de vacinação, como número de pessoas que devem ser vacinadas, postos disponíveis e de profissionais envolvidos.



- Postado por: Patrícia às 10h44
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   INCLUSÃO DIGITAL

MP3 ajuda na 'leitura' de livros

Toda quarta-feira, com o filho já na escola e o marido trabalhando, Andreia Aparecida da Silva Queiroz, de 30 anos, senta-se confortavelmente no sofá para "ler" uma revista. Abre o envelope que recebe pelo correio com o CD e o coloca para tocar no MP3.

Cega há quatro anos, após o deslocamento de retina nas duas vistas, Andreia informa-se do noticiário semanal pela voz de um profissional que lê a publicação, gravada em CD e distribuída para 728 deficientes visuais. A gravação é feita às segundas, entre 7 e 11 horas, em um dos estúdios da Fundação Dorina Nowill, e os CDs são despachados à tarde.

Poderia até ser mais rápido, mas a lei de direitos autorais no Brasil não permite a disponibilização do áudio na internet. Já em braile, até ser transcrita e impressa, a notícia estaria velha. Cada cópia somaria 300 páginas a um custo, pelo menos, 15 vezes mais alto.

O avanço da tecnologia provocou uma revolução no antes restrito acesso à informação por deficientes visuais, ao permitir gravar áudios com maior rapidez e custo baixo.

A Fundação Dorina Nowill, que guarda o maior acervo para deficientes visuais do País, tem três vezes mais livros falados e digitais do que em braile.

São 2,3 mil títulos, dos quais 1,4 mil lidos e 900 transcritos para voz digital por computador. Em braile, há 700. Por ano, são transcritos 350 livros falados, 600 digitais e 250 em braile.

O Programa Ler para Crer, da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, tem disponibilizado parte do acervo de áudio, em CDs, às bibliotecas públicas e telecentros. Periódicos, didáticos, títulos literários e até manuais de uso de eletrodomésticos são gravados e distribuídos gratuitamente. "Ele compra uma geladeira nova e o que faz?", diz a médica Suzy Maluf, gerente de distribuição de livros da Fundação Dorina. "O acesso à informação é um instrumento fundamental de inclusão pois permite ao deficiente visual se atualizar e conversar sobre os assuntos com quem pode enxergar."

Outra vantagem do MP3 é a portabilidade. Quem precisasse de um minidicionário para aulas de inglês carregaria 53 volumes de cem páginas cada em braile. Hoje, leva no bolso, em CD.

O primeiro romance lido por Andreia após perder a visão foi Olga, de Fernando Morais, em longas 800 páginas. "Não fui alfabetizada em braile porque perdi a visão já adulta, então, ainda tenho dificuldade para ler os pontinhos. Levei três meses para acabar Olga! Hoje, "leio" quatro ou cinco livros em CD num só mês. Esta semana foram três."
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- Postado por: Patrícia às 10h15
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TESTE DA GRIPE SUINA

O Centro de Pesquisa do Instituto da Criança do HC-FMUSP, o Instituto Butantan e o Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Universitário da USP realizarão uma avaliação da tolerância e da segurança das 13 vacinas contra o vírus influenza A (H1N1) desenvolvidas pelo Instituto Butantã.

O objetivo do estudo é definir qual dessas alternativas se mostra mais segura e eficaz contra o vírus. Os voluntários, de ambos os sexos, devem ter idade entre 18 e 50 anos e não apresentarem problema de saúde.

Três meses de trabalho envolvendo 150 profissionais do Instituto. A partir de amostras do vírus importadas, eles chegaram a nove versões de vacina contra a gripe H1N1. Fórmulas diferentes, que agora serão testadas em voluntários.

 “É um estudo para definir a segurança da vacina que será produzida pelo Instituto Butantan. Vão ser verificadas as reações que as pessoas possam ter ao recebê-la e também como as pessoas respondem do ponto de vista imunológico a essa vacina”, explica o diretor de ensaios clínicos do Instituto Butantan, Alexander Precioso.

 “Esses voluntários serão recrutados via Universidade de São Paulo, Hospital Universitário da USP, e o Centro de Pesquisa do Instituto da Criança do Hospital das Clinicas da USP também. Eles serão distribuídos aleatoriamente para receber um desses, uma dessas candidatas de vacina”, diz Precioso.


Cada voluntário vai receber duas doses de vacina, com intervalo de três semanas. A ideia é concluir o estudo até o fim do verão, em março, para que a vacina escolhida, aprovada, possa ser produzida em larga escala e usada antes do inverno.



- Postado por: Patrícia às 10h50
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HEBE VAI CONTINUAR INTERNADA...

   

Tumores na região do peritônio afetam principalmente homens com idade acima de 50 anos e preocupa médicos.

Desde que a apresentadora de televisão Hebe Camargo foi diagnosticada com um câncer no peritônio, muito tem se falado sobre o assunto, até então pouco conhecido pela população. O oncologista Fernando Medina da Cunha, diretor Científico do Centro de Oncologia Campinas, explica que o peritônio, membrana que envolve os órgãos abdominais, infelizmente, está propenso a desenvolver o câncer. Prova disso, é a crescente incidência da doença, principalmente na população masculina com idade acima de 50 anos. 

O câncer de peritônio é classificado em primário e secundário. Chama-se primário o câncer que se forma na própria membrana e secundário quando ele inicia em algum órgão da região – sobretudo intestinos, ovário, útero, estômago, pâncreas e reto – e, por metástase, invade o peritônio. O câncer primário de peritônio é conhecido como mesotelioma, enquanto o que vem de outros órgãos é conhecido como carcinomatose peritonial. 

Especial alimentos funcionais
Hebe Camargo: “eu tenho sede de viver”

De acordo com o oncologista, cerca de 70% a 80% dos pacientes diagnosticados com câncer primário no peritônio tiveram exposição ao asbesto presente no amianto, que na década de 70 era usado na fabricação de telhas e caixas d’água. “A exposição ao produto não leva ao câncer rapidamente, apenas décadas depois. Assim, quem se expôs ao produto entre os anos de 1950 e 1980, por exemplo, quando era liberado no país, só agora vê a manifestação da doença. Por isso, o aumento da incidência da doença no país”, explica o Fernando Medina. 

Os outros 20% a 30% da incidência da doença ainda têm causa desconhecida. Medina afirma que pode ser resultado do próprio envelhecimento humano. “Sabe-se que quanto mais uma pessoa envelhece, mas fica exposta a erros na divisão celular, que marca o início do câncer”, afirma Medina.
Os sintomas da doença, segundo o especialista, podem incluir dor abdominal, massa abdominal, aumento da circunferência abdominal, distensão do abdômen, ascite (fluído no abdômen), febre, perda de peso, fadiga, anemia e distúrbios digestivos.

“O tratamento padrão associa a retirada cirúrgica do maior volume possível de tumores e sessões de quimioterapia, assim como está sendo feito com a apresentadora. Porém, por ser uma cirurgia muito extensa, nem sempre é possível fazê-la em um primeiro momento”, pondera. Excesso de líquidos na cavidade abdominal e a extensão dos tumores podem impedir a cirurgia, que pode ser precedida pela quimioterapia. 

O tumor primário de peritônio é considerado uma doença grave. Como ocorre, sobretudo, em idosos, que muitas vezes já têm outras doenças, em geral não é possível submetê-los a cirurgia. Por volta de 60% dos casos, contudo, respondem bem à quimioterapia. “Esse câncer ainda não tem cura. Mas, dependendo de sua agressividade, ou seja, velocidade de seu crescimento, é possível controlá-lo, proporcionando aos pacientes bom tempo de sobrevida”, finaliza Fernando Medina.



- Postado por: Patrícia às 09h48
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ROTAVIUS...TRANSMISSÃO E TRATAMENTO

               

A infecção pelo rotavírus varia desde um quadro leve, com diarréia aquosa e duração limitada à quadros graves com desidratação, febre e vômitos, podendo evoluir a óbito.

Praticamente todas as crianças se tem contato e se infectam nos primeiros 3 a 5 anos de vida, mesmo nos países em desenvolvimento, mas os casos graves ocorrem principalmente na faixa etária de 3 a 35 meses.

No Brasil e em Mato Grosso do Sul , os dados relativos à incidência do rotavirus são bastante limitados.

Os serviços de vigilância epidemiológica dos Estado Unidos motram que o Rotavirus a principal causa de diarréia grave. Estima-se que essa doença seja responsável por 5 a 10% de todos os episódios diarreicos em crianças menores de 5 anos. Também aparece como causa freqüente de hospitalização, atendimentos de emergência e consultas médicas, sendo responsável por consideráveis gastos médicos.

É importante frisar que em crianças prematuras, de baixo nível sócio-econômico ou com deficiência imunológica a infecção pelo rotavirus assume uma maior gravidade . O rotavírus também tem grande participação nos surtos de gastroenterite hospitalar .

AGENTE

É um RNA vírus da família dos Reoviridae, do gênero Rotavírus. São classificados sorologicamente em grupos, subgrupos e sorotipos.

Até o momento 7 grupos foram identificados: A, B, C, D, E, F e G, ocorrendo em diversas espécies animais, sendo que os grupos A, B, e C são associados a doença no homem.

O grupo A é o de melhor caracterização, predominando na natureza, associado a doença no homem e em diversas outras espécies animais.

Possuem antígeno comum de grupo, localizado no componente VP6, no capsídeo intermediário, detectável pela maioria dos testes sorológicos. Esta proteína também determina o subgrupo (I, II, I e II, não I - não II) a que pertence a cepa. Os sorotipos são determinados por duas proteínas (VP4 e VP7) situadas no capsídeo externo.

Dos 14 sorotipos G (VP7) conhecidos, 10 têm sido descritos como patógenos humanos: os tipos G1 a G4, os mais freqüentemente encontrados em todo o mundo e para os quais vacinas estão sendo desenvolvidas; os tipos G8 e G12, esporadicamente encontrados e o tipo G9, predominante na Índia.

Rotavírus que eram encontrados exclusivamente como patógenos animais, sorotipos G5, G6 e G10, foram isolados em humanos.

O sorotipo G5 foi encontrado em amostras brasileiras segundo Gouvea et al, 1994 e Timenetsky em 1998.

MODO DE TRANSMISSÃO

Rotavírus são isolados em alta concentração em fezes de crianças infectadas e são transmitidos pela via fecal-oral, por contato pessoa a pessoa e também através de fômites.

O período de maior excreção viral é o que se dá entre o 3º e 4º dia a partir dos primeiros sintomas, no entanto, podem ser detectados nas fezes de pacientes mesmo após a completa resolução da diarréia.

PERÍODO DE INCUBAÇÃO

Varia de 1 a 3 dias.

CONDUTA

A anamnese feita com cuidado, com dados de história, antecedentes epidemiológicos e o exame clínico podem sugerir fortemente a infecção pelo rotavírus, no entanto como as manifestações clínicas da infecção não são específicas, a confirmação laboratorial é necessária para a vigilância epidemiológica e pode também ser útil em situações clínicas. Na forma clássica, mais freqüente em crianças de 6 meses a dois anos, a doença se manifesta como quadro abrupto de vômito, que na maioria das vezes precede a diarréia, e a presença de febre alta.

É comum observar-se formas mais leves ou quadros subclínicos entre adultos contactantes. Em crianças até os 4 meses pode haver infecção assintomática, levando a crer na ação protetora de anticorpos maternos e do aleitamento materno ;

A diarréia é caracteristicamente aquosa, com aspecto gorduroso e caráter explosivo, durando de 4 a 8 dias. Variações do quadro clínico através de infecções aparentes ou inaparentes não parecem guardar correlação com o sorotipo, enquanto que nas reinfecções, na maioria das vezes se evidenciam variedades antigênicas, sendo que, via de regra, a primo infecção é a de maior gravidade.

O exame laboratorial específico é a investigação do vírus nas fezes do paciente. A época ideal para detecção do vírus nas fezes vai do primeiro ao quarto dia de doença, período de maior excreção viral. O método de maior disponibilidade é a detecção de antígenos, por ELISA, nas fezes. Outras técnicas, incluindo microscopia eletrônica, VP4 e VP7 e cultura, são usadas principalmente em pesquisas. Métodos sorológicos que identifiquem aumento de títulos de anticorpos IgG e IgM, por ELISA, também podem ser usados para confirmação de infecção recente .

TRATAMENTO

Por ser, em geral, doença auto limitada, com tendência a evoluir espontaneamente para a cura, o fundamental do tratamento é prevenir a desidratação e distúrbios hidreletrolíticos.

Não se recomenda o uso de antimicrobianos.

Não há terapêutica específica para combater o rotavírus.

A orientação atual é de manutenção da dieta alimentar normal. Eventualmente pode ser necessário recorrer à hidratação parenteral, se a oral não for suficiente para a reposição de fluidos e eletrólitos. Não se recomenda o uso de antidiarreicos.

COMPLICAÇÕES

Existem vários relatos na literatura associando a infecção por rotavírus a encefalites, Síndrome de Reye e à Doença de Kawasaki.

De todas as complicações as que não assumem caráter circunstancial são a diarréia prolongada em imunodeprimidos e a enterocolite necrotisante em neonatos.

DISTRIBUIÇÃO E FREQÜÊNCIA DA DOENÇA

Diversos estudos efetuados em vários países evidenciam a distribuição universal da doença, embora com características epidemiológicas distintas, dependendo do tipo de clima , se é temperado ou tropical

Nas áreas de clima temperado , o rotavirus se manifesta com uma distribuição tipicamente sazonal, através de extensas epidemias nos meses frios.

Já nas regiões tropicais , a sazonalidade não é tão marcante, manifestando-se mais por um caráter endêmico.

No Brasil, estudo realizado por Pereira et al, em 1993, evidenciou sazonalidade típica nas regiões Centro-Oeste, sudeste e sul e não se observou o mesmo padrão no Norte e Nordeste do país.

No Mato Grosso do Sul , a vigilância epidemiológica tem observado a sazonalidade da infecção pelo rotavirus , sendo que em 2004 e 2005 , nos meses de julho e agosto houve registros de surtos em diversos municípios do estado. De uma forma geral, a Monitorização de Doenças Diarreicas Agudas, implantada nos 78 municípios , registra uma aumento de casos notificados embora sem definir a etiologia.

CONDUTAS EPIDEMIOLÓGICAS E EDUCATIVAS

Notificação em caso de surtos: deve ser imediatamente notificado ao Serviço de Vigilância Epidemiológica Municipal, e/ou Central para que sejam desencadeadas as medidas de controle bem como as necessárias à identificação do agente etiológico.

Exames laboratoriais

O Lacen de Mato Grosso do Sul faz exames de detecção de rotavirus dentro da sua rotina. Importante frisar que em caso de surto não se faz necessário coletar exames de todos os acometidos, visto que o vínculo epidemiológico associado ao quadro clínico demonstra a ocorrência do agravo na comunidade.

Vacina contra o rotavírus

A utilização de vacina eficaz permanece como a medida profilática de maior impacto contra a diarréia por rotavírus. Em 1998, uma vacina oral, tetravalente contra os sorotipos G1, G2, G3 e G4, foi liberada para uso nos EUA.

Recentemente seu uso foi suspenso até que melhor avaliação acerca de sua segurança seja feita. Apresenta-se na forma liofilizada e quando reconstituída, cada dose de 2,5 ml contém 1 x 10 5 unidades formadoras de placa (UFP) de cada uma das cepas. Sua utilização no programa de imunização no Brasil, ainda não é preconizada pois , além das questões relativas à segurança do imunobiológico, ainda depende de estudos que avaliem melhor a epidemiologia do rotavírus entre nós, bem como aspectos relativos à relação custo benefício de sua introdução em larga escala .

Outras medidas sanitárias e educativas

As práticas higiênicas tradicionais e universais como lavagem de mãos, controle da água e dos alimentos, destino adequado dos dejetos e do esgoto, tão importantes na profilaxia da gastroenterite por outros patógenos, parecem não ter grande impacto na incidência da infecção pelo rotavírus. Evidências nesse sentido são as extensas epidemias cíclicas da doença em países desenvolvidos. Nesse sentido, o estímulo ao aleitamento materno teria fundamental importância pelos altos níveis de anticorpos contra o rotavírus.

Como preparar o soro caseiro

Pegue um copo de 200 ml de água filtrada e fervida, dilua um punhado de açúcar e uma pitada de três dedos de sal. Misture e prove. O soro não deve ser nem mais doce e nem mais salgado que água-de-coco ou lágrima.

Fonte: www.saude.ms.gov.br



- Postado por: Patrícia às 13h33
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Planos de saúde terão de cobrir exame para detectar câncer....

                        

Fabiana Leite, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira, 12, a inclusão, na cobertura mínima de planos de saúde, dos exames de imagem para detecção precoce de tumores e metástases (PET-scan) e o uso de câmaras hiperbáricas (que fornecem altas concentrações de oxigênio), mas com limitações dos tipos de doença que serão atendidos. As restrições para o PET-scan atendem a uma preocupação das operadoras, que temiam grande impacto nos custos. A cobertura só deverá ser obrigatória quando houver suspeita de câncer no tórax e mediastino.

 Também foram confirmadas a inclusão dos transplantes de medula óssea de doador vivo e 25 novos tipos de cirurgias por vídeo e endoscopias, que poderão trazer maior impacto para o usuário. Já os planos odontológicos terão de oferecer dois tipos de prótese, bloco e coroa. E o número mínimo de consultas de psicologia cobertas, hoje 12 por ano, deve pelo menos dobrar.

 A Associação Médica Brasileira informou que enviou 300 sugestões de inclusões à ANS, mas prevê que apenas cerca de 70 sejam acolhidas. "A rigor, o rol não deveria nem existir, mas sabemos que o sistema é suplementar e que não dá para ter tudo", disse Amilcar Giron, representante da entidade.

 A ANS vinha anunciando as mudanças nos procedimentos desde outubro, quando divulgou as incorporações e uma consulta pública. As empresas deverão ter quatro meses para implantar as alterações.

 Nesta última segunda-feira, a Fenasaúde, entidade que reúne as maiores operadoras do setor, informou que a inclusão de determinados tipos de próteses dentárias nos planos odontológicos pode aumentar em até 40% o preço de compra dos produtos, que não são controlados pelo governo. Também os planos coletivos podem ter incremento de cerca de 25% no preço hoje pago pelas empresas - os valores também não são controlados. A agência regula hoje apenas os reajustes dos planos individuais.

 Simulações da ANS, porém, apontam que, nos planos coletivos, o impacto será pequeno no reajuste anual. Um plano custa hoje, em média, de R$ 10 a R$ 12 por mês por funcionário e os novos procedimentos aumentariam em R$ 0,30 o custo mensal. Para a ANS, não fazia sentido um plano bancar a restauração e não a prótese, pois é impossível ficar com um buraco aberto na boca.

 Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo e a Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas apontaram que a mudança dificultará o acesso das camadas mais pobres da população.

 A última atualização do rol ocorreu há dois anos. "A agência melhorou, já ficamos cinco anos sem atualização. Mas o ideal seria termos uma câmara permanente de avaliação e incorporação de novas tecnologias", afirmou Daniela Trettel, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).



- Postado por: Patrícia às 10h03
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SAIBA SOBRE VIROSE...

Seu filho está com febre, vômitos, diarréia ou o nariz escorrendo. Você, mamãe, espera dois dias e os sintomas não passam. Leva o pequeno no médico para aliviar o seu "sofrimento" e escuta sempre a mesma coisa: é virose.

A pergunta que fica para você, mamãe, é a seguinte: você sabe o que é uma virose? Virose são doenças causadas por vírus que tem um ciclo determinado, com sintomas leves, sem conseqüências relevantes, e não há remédios eficazes para o seu combate.

Uma observação importante: esses "bichinhos" invisíveis adoram temperaturas baixas e locais com grande aglomeração de pessoas e pouca renovação do ar. Aparelhos de ar-condicionados sujos também fazem a alegria dos vírus. Um simples espirro de uma pessoa com virose pode proliferar o vírus. Uma pessoa infectada por vírus espalha no ar inúmeras partículas de agentes virais.

Os antibióticos são medicamentos usados no combate de doenças causadas por bactérias e não colaboram em nada para a luta contra os vírus. A defesa do organismo tanto da criança como o do adulto é capaz de combater essas doenças sem a necessidade de remédio.

As viroses não são todas iguais. Tem os vírus que se alojam nas vias respiratórias, causando dor de garganta, coriza e tosse. Já há outros que preferem o sistema gastrointestinal, causando vômitos e diarréias.

Cuidado com a virose - Em alguns casos, essas viroses podem evoluir para doenças mais graves, como pneumonia ou meningite viral. Portanto, todas as viroses precisam de um acompanhamento médico.

E por que os médicos preferem dizer que é uma virose a realmente constatar qual o vírus está causando os sintomas na criança?

Simplesmente porque são muitos tipos de vírus que existem e o trabalho e dinheiro gasto para a definição do tipo de vírus não ajudaria em nada no combate da doença que provavelmente já teria se curado até que o vírus fosse identificado. Ou ainda porque o vírus tem uma mutação muito rápida e seria difícil especificar qual o tipo.

Como se tratar - As viroses normalmente têm sintomas parecidos e duram em média de sete a dez dias. O tratamento deve ser com antitérmicos para baixar a febre, hidratação, descanso e boa alimentação.

Caso os vômitos e diarréia sejam muito freqüentes, relate outra vez ao pediatra, pois poderá ser que seu filho precise tomar soro na veia. Contate novamente o seu médico se a febre for muito alta e não passar depois de três dias.

As crianças, principalmente as menores de três anos, são as mais susceptíveis para contrair essas viroses, pois ainda não estão com o seu sistema imunológico maduro.

As que vão para a escola também correm maiores riscos de contágio, já que os vírus são transmissíveis através das gotículas de saliva que saem da criança contaminada que tosse ou espirra. Assim, quando uma criança na escolinha está com virose não é difícil que todas tenham também.

O bom é sabermos que é entrando em contato com esses vírus que o sistema imunológico dos nossos filhos vai se fortalecendo e ficando cada vez mais voraz no combate a esses vírus.

Dicas

A amamentação exclusiva até o sexto mês de vida do bebê proporciona maior defesa contra as viroses.

Não esqueça de vacinar seu filho. Muitas das vacinas combatem alguns vírus que causam as viroses.

Evite que a criança fique por muito tempo em lugares fechados e com muitas pessoas, principalmente no inverno. Desligue os aparelhos de ar-condicionado três vezes ao dia. Higienização do aparelho também é fundamental.



- Postado por: Patrícia às 17h13
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O QUE É CONJUNTIVITE...

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho. Normalmente, possui pequenos vasos sangüíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sangüíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho.

Em geral, acomete os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas.

Causas

Quando a conjuntivite aparece depois do contato com um agente químico, ela é chamada de conjuntivite irritativa. Já aquele tipo causado por pó ou perfume recebe o nome de alérgica. As duas variações da doença provocam principalmente vermelhidão e coceira, e não são transmitidas por contato. Ela pode ser ainda viral ou bacteriana, em geral mais graves e podendo ser transmitidas por contato. As virais são as que mais freqüentemente são causas de epidemias.

A contaminação do olho com bactérias ou vírus, se dá por transmissão dos mesmos pelas mãos (por manipulação do olho), por toalhas, cosméticos (particularmente maquiagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato.

Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc.

Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido à alergia, principalmente a pólen e perfumes em spray.

Sintomas

Em geral, a conjuntivite se caracteriza por ardência e coceira na região ocular, com sensação de corpo estranho (areia ou de ciscos) nos olhos, bem como um irritante lacrimejar, olhos vermelhos e sensíveis principalmente à claridade, e pálpebras inchadas. No caso da conjuntivite infecciosa, os olhos doem, além de secretarem um insistente líquido amarelado. Este tipo é, sem dúvida, o que mais aflige.

Infecções bacterianas, com estafilococos ou estreptococos, deixam o olho vermelho, associado a um montante considerável de secreção purulenta (pus). Uma consulta imediata a um oftalmologista é aconselhada. Por outro lado, outras infecções bacterianas são crônicas e podem produzir pouca ou mesmo nenhuma supuração, exceto um pequeno endurecimento dos cílios pela manhã.

Alguns vírus produzem a típica irritação dos olhos, dores de garganta e corrimento nasal, devido a um pequeno resfriado. Outros podem infectar apenas os olhos. As conjuntivites virais produzem geralmente duram de uma a duas semanas.

Como Evitar

Para combater uma epidemia é importante que as pessoas com conjuntivite, bem como as que não apresentam a infecção, tenham algumas informações que são úteis para a sua proteção e para evitar o contágio.

Para prevenir a transmissão, enquanto estiver doente, tome as seguintes precauções:

• Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos.
• Aumente a freqüência de troca de toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos.
• Não compartilhe toalhas de rosto.
• Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise.
• Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas e, ao usá-los não encoste o bico do frasco no olho.
• Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite, ou se estiver usando colírios ou pomadas.
• Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.
• Evite coçar os olhos para diminuir a irritação.
• Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes.
• Evite a exposição a agentes irritantes (fumaça) e/ou alérgenos (pólen) que podem causar a conjuntivite.

Para prevenir o contágio, tome as seguintes precauções:

• Não use maquiagem de outras pessoas (e nem empreste as suas).
• Use óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção se você trabalha com produtos químicos.
• Não use medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição (ou que foram indicados para outra pessoa).
• Evite nadar em piscinas sem cloro ou em lagos.

Todos estes cuidados devem ser verificados por pelo menos 15 dias desde o início dos sintomas nos indivíduos contaminados, já que durante este período as pessoas com conjuntivite podem ainda apresentar contágio, evitando repassá-la para outras pessoas.

Tratamento

Na maioria dos casos de conjuntivite, os sintomas e a doença passam em 10 dias, sem que seja necessário qualquer tipo de tratamento. Medicações (pomadas ou colírios) podem ser recomendadas para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e também diminuir o desconforto. Acima de tudo, não use medicamentos sem orientação médica. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos, sendo assim, cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.

Se você sabe que tem alergia ou intolerância a algum produto químico, mantenha-se longe dele, durante e depois da crise.

Para melhorar os sintomas, lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico.

E lembre-se: ao perceber alguma irritação, vermelhidão ou secreção anormal, procure imediatamente seu oftalmologista. Só ele pode indicar o melhor tratamento.

Sinais de alerta

Se ocorrer algum destes problemas, procure imediatamente seu médico:

• Alterações visuais.
• Dor ocular intensa.
• Dor ao movimentar os olhos.
• Febre.
• Não melhorar com a medicação.
• Secreção continua após o término da medicação.
• Aumento da sensibilidade à luz.



- Postado por: Patrícia às 09h13
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  MICOSE DE PELE...

A micose da pele, chamada popularmente de tinha, é uma infecção da pele causada por fungos, organismos microscópicos que são semelhantes ao mofo e ao bolor.

Embora a micose possa afetar quase qualquer parte do corpo, da cabeça aos pés, os lugares que não tomam sol e úmidos favorecem seu crescimento, como a pele na área da virilha, os espaços entre os dedos dos pés e as dobras de pele profundas nas pessoas obesas. As pessoas podem pegar micose de vários modos diferentes, incluindo: 

  • Contato pele-a-pele direto com uma pessoa contaminada
  • Brincar com, ou acariciar, um bicho de estimação contaminado
  • Usar o que uma pessoa contaminada vestiu ou calçou, ou ainda, usar artigos pessoais como pentes, escovas ou toalhas
  • Compartilhar os brinquedos de uma criança contaminada, especialmente bichinhos de pelúcia
  • Tocar uma superfície contaminada - Algumas superfícies de alto risco incluem o piso dos banheiros, chuveiros e vestiários; recinto de saunas; equipamentos de ginástica; bordas de piscinas, especialmente em escolas ou piscinas públicas. Em geral, qualquer superfície que é usada por muitas pessoas diferentes pode ter fungos, especialmente se a superfície está também molhada ou úmida. Mesmo tapetes e sofás contaminados podem espalhar a infecção.

  Dependendo do local específico, a micose pode ser conhecida por um nome mais comum, como o pé de atleta. Os vários tipos de micose incluem:

  • Micose do couro cabeludo - Esta infecção, também conhecida como tinea capitis, caracteriza-se por áreas de perda de cabelo no couro cabeludo. É especialmente comum entre crianças entre 3 e 9 anos de idade, particularmente crianças que vivem em condições de superlotação em áreas urbanas. A disseminação da micose no couro cabeludo através de pentes, escovas, chapéus e travesseiros contaminados, pode acontecer como epidemias em escolas, asilos e creches.
  • Micose da Barba (Tinea barbae) - Esta infecção fúngica afeta áreas da barba (da face e do pescoço) em homens adultos, principalmente da raça negra.
  • Micose do corpo - Também conhecida como tinea corporis, envolve a pele sem cabelos da face, tronco, braços ou pernas. De todos os tipos de micose, a tinea corporis é o que freqüentemente produz as clássicas manchas em forma de anel com bordas que parecem lombrigas. A tinha do corpo aparece em pessoas de todas as idades e raças, e as mulheres são tão freqüentemente afetadas quanto os homens.
  • Tinha da virilha - Esta infecção, também conhecida como tinea cruris, tipicamente causa manchas pruriginosas (que causam coceira), descamativas e vermelhas da pele na área da virilha. Afeta freqüentemente adolescentes e homens adultos, especialmente aqueles que estão obesos, ou que usam roupa íntima apertada. É o tipo mais comum de tinea 
  • O pé de atleta (Micose dos pés) — O pé de Atleta, também conhecido como tinea pedis ou simplesmente frieira, é a segunda forma mais comum de tinha. Em alguns indivíduos, o fungo ataca não só a pele dos pés mas também as unhas dos dedos do pé.O pé de atleta é freqüentemente adquirido enquanto se caminha descalço em pisos contaminados, especialmente em ginásios e vestiários.
  • Quadro Clínico

     Micose do couro cabeludo – Os sintomas podem incluir uma descamação difusa e pruriginosa (que coça) do couro cabeludo que se assemelha à caspa; áreas de perda de cabelo que coçam e descamam, de forma arredondada; micose em pontos-pretos na qual tocos de cabelos quebrados formam um padrão pontilhado no couro cabeludo; ou ainda o Kérion, uma mancha nodular grosseira de pele inflamada que pode drenar pus. Diagnóstico

    • Tinha da barba – Os sintomas incluem freqüentemente o Kérion ou uma área de pele áspera. As áreas com barba na face e pescoço são afetadas.
    • Micose do corpo - Esta infecção produz manchas vermelhas que coçam e descamam, de forma arredondada, com uma borda elevada. As manchas isoladas normalmente são menores que 5 centímetros de diâmetro, e podem acontecer isoladamente ou em grupos de três ou quatro.
    • Tinha cruris - As manchas vermelhas causam coceira, descamam ou podem queimar. Estas manchas normalmente acontecem na área da virilha e na parte superior da coxa, mas não no pênis ou no escroto.
    • O pé de atleta - O pé de atleta produz áreas de vermelhidão, que descamam ou racham a pele dos pés, especialmente entre os dedos. A pele afetada pode coçar ou pode queimar, e os pés podem ter um odor forte.

     Se você tiver sintomas de pé de atleta, micose do corpo ou tinha cruris, você pode freqüentemente fazer um auto-diagnóstico. Comece a se perguntar se você tem risco de contrair estas infecções. Por exemplo, você tem um estilo de vida atlético que habitualmente se expõe a piscinas, ginásios, vestiários e outros lugares onde os fungos se desenvolvem? Você vive ou trabalha em condições de superlotação? Você compartilha suas roupas, sapatos, toalhas ou artigos de cuidado pessoal com outras pessoas? Você se expôs recentemente a uma pessoa ou animal que está tendo perda de cabelo em áreas isoladas ou tem áreas de pele vermelha e descamada? Se você respondeu sim a quaisquer destas perguntas, então você provavelmente tem tinea.

     Por outro lado, se seus sintomas envolvem o couro cabeludo ou a barba, você não deve tentar diagnosticar e tratar o problema sozinho. Você deve ser visto por um (a) dermatologista. Ele(a) irá revisar seus sintomas e fatores de risco, e então examinará sua pele. Em muitos casos, a micose pode ser diagnosticada baseada em sua história, sintomas e nos achados na pele. Porém, às vezes seu médico pode precisar raspar suavemente uma área da pele para pesquisar os fungos sob um microscópio. Alguns cabelos afetados podem ser examinados também. Se necessário, uma amostra minúscula da pele ou do cabelo podem ser enviadas para cultura no laboratório para isolar e identificar o tipo particular de fungo que está causando a infecção.

  • Tratamento

     e você tem tinha cruris (micose na virilha), pé de atleta ou micose do corpo, seu médico irá prescrever um antifúngico em creme, loção ou pó. Alguns dos medicamentos disponíveis incluem a terbinafina (Lamisil ®), o tolnaftate, o miconazol (Daktarin ®), o clotrimazol (Miclonazol ®) e o ácido undecilênico. Siga as orientações cuidadosas de seu médico quando você aplicar o medicamento. Se seus sintomas não melhoram significativamente depois que você usou o remédio durante aproximadamente duas semanas, procure o médico novamente. Ele poderá substituir por outro antifúngico que resolverá o problema. Para as infecções extremamente resistentes, o medicamento antifúngico pode ser tomado por boca ao invés de aplicado à pele.Se você tem micose do couro cabeludo ou na barba, seu médico pode o tratar com um medicamento antifúngico oral, como o Itraconazol (Sporanox ®) ou a Griseofulvina (Sporostatin ® e outras marcas). Além disso, você terá que aplicar cremes antifúngicos no couro cabeludo. O tratamento completo pode levar até dois meses.

     Informedicals Policlin 



  • - Postado por: Patrícia às 14h33
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