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OMS orienta população a se vacinar

    

Apesar de confirmar que o vírus H1N1 não se mostrou tão perigoso como se temia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) defende a campanha de vacinação que será realizada no Brasil a partir de 8 de março e apela para que grande parte da população seja imunizada.

Anteontem, a OMS reuniu seus principais especialistas sobre gripe suína, em Genebra, e optou por manter o alerta de pandemia - quando uma doença ultrapassa fronteiras e se espalha para diversos países. Para chegar à decisão, a organização levou em conta dois fatores diretamente ligados ao Brasil e ao Hemisfério Sul.

O primeiro é a constatação de que a região entrará nos próximos meses em sua temporada de inverno e que só a partir desse momento será possível saber se haverá uma segunda onda mais forte de contaminação. Segundo o diretor de influenza da OMS, Keiji Fukuda, essa consideração foi a mais importante na decisão de manter o alerta de pandemia.

Fukuda ainda apontou para o aumento de casos na África e admitiu que a organização continua preocupada com as regiões mais pobres do Hemisfério Sul. A OMS teme o impacto de um novo surto nos países, dizendo que não há garantias de que eles terão condições de lidar com o problema se ele for, de fato, mais severo.

O outro argumento que prevaleceu foi o de que a declaração do fim da pandemia enfraqueceria as campanhas de vacinação que começarão nos próximos dias, como a do Brasil. Durante o encontro, a entidade admitiu que "houve incerteza se novas ondas adicionais de atividade do vírus poderiam ocorrer e que seria necessário evitar minar a preparação" dos países em desenvolvimento.

VÍRUS EM CIRCULAÇÃO


Questionado pelo Estado sobre a utilidade da vacinação, Fukuda confirmou que a medida ajudará a frear o vírus. "O H1N1 estará circulando entre nós durante um bom tempo. Portanto, a vacinação ainda tem a capacidade de dar uma resposta a isso e deve ser realizada", afirmou. Segundo ele, pessoas vulneráveis podem ser salvas graças à vacina. "Incentivamos as pessoas para que se vacinem", disse, pedindo para que os países mantenham seus programas de combate ao vírus.

De acordo com Fukuda, cerca de 300 milhões de pessoas já foram vacinadas em todo o mundo e o resultado foi "muito positivo". O diretor da OMS não comentou, porém, que na Europa milhões de doses de vacinas estão encalhadas e que os governo já começaram a devolvê-las aos fabricantes. Além disso, estima-se que 30% das vacinas não teriam o efeito de proteção.

A sobra de vacina não foi o único fato que abalou a credibilidade da OMS durante a escalada a gripe suína. Recentemente, parlamentares europeus sugeriram que o cenário mais grave previsto pela organização poderia estar relacionado a uma eventual influência indevida de companhias farmacêuticas na organização.

Anteontem, a ideia era tentar encontrar uma fórmula para resgatar a credibilidade da OMS. Uma das alternativas analisadas foi declarar a fase pós-pico, o que significaria que o vírus H1N1 já teria um comportamento próximo ao da gripe sazonal. Isso mostraria que alguns países já teriam experimentado o auge da gripe suína.

NOVO ENCONTRO

Segundo a OMS, uma nova reunião dos especialistas será realizada nas próximas semanas para determinar se a pandemia já superou sua fase mais aguda. Na reunião de anteontem, o assunto foi debatido por duas horas antes que os profissionais chegassem à conclusão de que, apesar da importante queda de casos nos Estados Unidos e na Europa, as incertezas ainda são grandes.

Houve ainda a constatação de que o vírus é menos severo do que os circulantes em pandemias registradas no século XX. Do início do alastramento do H1N1 até agora, cerca de 16,2 mil pessoas morreram em decorrência da doença.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

Quais as etapas da vacinação?

Entre os dias 8 e 19 de março, serão imunizados profissionais da saúde e indígenas. De 22 de março a 2 de abril será a vez de doentes crônicos (exceto idosos) e crianças de 6 meses a 2 anos. Grávidas receberão a vacina de 22 de março a 21 de maio. Adultos de 20 a 29 anos serão vacinados de 5 a 23 de abril. Na última etapa, de 24 de abril a 7 de maio, idosos com doenças crônicas serão imunizados

Como será feita a distribuição das vacinas contra a gripe suína?

O Ministério da Saúde entregará aos Estados um número de doses proporcional a população dos grupos prioritários. Os locais de vacinação serão definidos conjuntamente por Estados e municípios

As clínicas particulares oferecerão a vacina contra a gripe suína?

Sim, elas foram autorizadas pelo governo a importar a vacina. O inistério recomenda que as clinicas utilizem os mesmos critérios de público-alvo definidos para a rede pública. Mas elas poderão disponibilizar a vacina para todos, pois se trata de uma orientação

Tomar a vacina contra a gripe suína elimina a necessidade de se vacinar contra a gripe sazonal?

O único grupo que terá de tomar as duas vacinas e o formado por idosos com doença crônica. Na rede pública, eles receberão as duas doses no mesmo dia. Idosos saudáveis só precisarão tomar a vacina contra a sazonal. Quem procurar clinicas particulares poderá encontrar as duas vacinas em uma única dose, que será vendida por alguns laboratórios

O Ministério da Saúde poderá alterar, no decorrer da campanha, os grupos prioritários?

Sim, se houver mudança na situação epidemiológica e disponibilidade da vacina, outros grupos poderão ser vacinados em uma quinta etapa da campanha

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- Postado por: Patrícia às 08h55
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Gripe ainda é pandêmica, diz OMS

      

Diante de uma crise de credibilidade, a Organização Mundial da Saúde (OMS) prepara um plano gradual e uma fase de transição a fim de decretar o fim da pandemia de gripe suína. Amanhã (23), a entidade reúne seus maiores especialistas em influenza para determinar se a gripe suína já superou sua fase mais aguda. Se isso for constatado, esse seria o primeiro passo para a declaração do fim da pandemia do vírus H1N1.

Sob pressão, a entidade está sendo obrigada a rever suas regras para a declaração de pandemias, além de estar sendo investigada por parlamentares europeus. Em Genebra, os especialistas avaliarão as tendências da gripe nos últimos meses e tentar definir uma estratégia a partir de agora. Os números indicam que a maioria dos países do hemisfério Norte está observando uma queda importante no número de casos.

Em junho, a OMS declarou a primeira pandemia de gripe dos últimos 40 anos, elevando seu alerta para o nível máximo em uma escala criada há quatro anos - com uma graduação de 1 à 6. Até a semana passada, 16 mil pessoas haviam morrido desde abril de 2009, contaminadas pelo vírus H1N1. Por ano, cerca de 250 mil pessoas morrem de gripe sazonal no mundo. "Nas zonas temperadas do hemisfério norte, a atividade da pandemia continua a cair em muitos países", afirmou a OMS.

Na Suíça, por exemplo, o governo optou por se antecipar à OMS e já decretar o fim da epidemia no país. Milhões de vacinas compradas pelos países ricos acabaram encalhadas, enquanto o vírus acabou se mostrando mais suave que o previsto. Políticos europeus passaram a questionar os motivos da declaração da pandemia.

Agora, 15 especialistas vão se reunir amanhã em Genebra para avaliar a situação. A OMS garante que, por enquanto, não há na agenda a possibilidade de que o encontro declare o fim da pandemia. "Ou ficaremos no nível 6 de alerta ou iremos para uma fase pós-pico da pandemia. Essas são as únicas duas possibilidades ", afirmou o porta-voz da OMS, Gregory Hartl.

Segundo ele, a fase "pós-pico" seria essencialmente uma transição entre a pandemia e uma fase em que o vírus teria um comportamento parecido ao da gripe sazonal. "Isso significa que muitos países já teriam experimentado o auge da gripe, mas isso não significaria ainda que ela teria sido totalmente superada em todos os países. Poderíamos ver ainda novas ondas de infecções", disse Hartl.

Uma das regiões que será alvo de maior atenção será o sul do Brasil, Argentina e Chile. Para a OMS, o inverno no Cone Sul nos próximos meses e o comportamento do vírus serão fundamentais para que a entidade tome uma decisão de declarar o fim da pandemia. Mas a entidade admite que, pela experiência passada, a fase de transição poderia levar alguns meses para ser superada. " O vírus ainda pode ser uma ameaça significativa na medida que caminhamos em direção ao outono e inverno (no Hemisfério Sul) ", indicou Keiji Fukuda, chefe da divisão de influenza na OMS. " Portanto, não estamos ainda no fim da pandemia ", disse.

Credibilidade - Para especialistas da OMS, que pedem anonimato, a estratégia da organização a partir de agora é a de reconstruir sua credibilidade. Por isso, não poderia simplesmente decretar o fim da pandemia de um dia para o outro. A estratégia de comunicação, a tática política e a orientação científica seria a de optar por um período de transição e, em alguns meses, anunciar oficialmente o fim da pandemia.

Desta forma, a OMS ainda manteria seu ponto de vista de que o vírus de fato era uma ameaça e atenderia às exigências de países que pressionam por uma revisão das regras da entidade. " Todo o esforço agora é para que a base científica da OMS não perca sua face diante dessa polêmica. Declarar o fim da pandemia de um dia para o outro mostraria simplesmente a falta de critério da entidade. A opção, portanto, é de garantir uma transição suave e evitar críticas ", admitiu à reportagem um funcionário da agência, ligado ao Departamento de Influenza.

Amanhã, os 15 especialistas entregarão sua avaliação no final do dia à diretora da OMS, Margaret Chan. Ela, então, anunciará a decisão na quarta-feira após consultar governos. 



- Postado por: Patrícia às 08h52
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Cientistas criam mosquito transgênico para conter dengue

                       

Pesquisadores americanos e britânicos estão criando um tipo de mosquito transgênico em um esforço para conter a propagação da dengue.

O vírus que provoca a dengue se propaga através da picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti e não há vacina para a doença.

Segundo especialistas, a dengue afeta até 100 milhões de pessoas por ano e ameaça mais de um terço da população mundial.

Cientistas esperam que os machos transgênicos que estão criando cruzem com fêmeas para produzir outras fêmeas que herdem um gene que limita o crescimento das asas.

Essas fêmeas têm sua capacidade de voar limitada, o que resultaria na supressão da população do mosquito.

O estudo foi publicado em Proceedings of the National Academy of Sciences.

Malária

Os pesquisadores dizem que seu trabalho oferece uma alternativa segura e eficiente a inseticidas e pode ser usado para impedir a propagação de outras doenças através de mosquitos, como a malária.

Anthony James, da Universidade de Califórnia - Irvine, disse: "Os atuais métodos de controle não são eficazes o suficiente, e são urgentemente necessários novos (métodos)."

"O controle do mosquito que transmite o vírus pode reduzir significativamente a (...) mortalidade humana."

O chefe da pesquisa, Luke Alphey, da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, e proprietário de uma companhia de ciência aplicada, Oxitech Ltd, disse que a abordagem científica tem um foco bem específico. "A tecnologia é totalmente específica para uma espécie, já que os machos liberados vão cruzar só com fêmeas da mesma espécie."

"Uma outra característica atraente deste método é que (...) todas as pessoas em áreas tratadas estarão igualmente protegidas, independente de suas posses, poder ou grau de instrução."

Hilary Ranson, da Faculdade de Higiene e Medicina Tropical de Liverpool, na Grã-Bretanha, disse que este trabalho científico é um grande avanço.

"Será um desafio logístico produzir e liberar um número suficiente de mosquitos machos e não vai ser barato. Mas pode ser realizado com os recursos adequados."

Ranson disse que a dengue é uma doença ideal para ser combatida dessa maneira porque é propagada por apenas algumas poucas espécies de mosquito. Segundo a acadêmica, seria mais difícil usar técnica semelhante no combate à malária por causa da variedade de mosquitos portadores.



- Postado por: Patrícia às 09h57
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Parana registra quase 300 mortes por gripe suína em 10 meses

                       

A divulgação do mais recente boletim epidemiológico sobre a gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína, no Paraná aponta para dois problemas graves. De um lado, o boletim, elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde, revela que continua havendo mortes no estado em função da nova gripe: foram quatro até a divulgação do boletim, no dia 9, e mais uma depois. Isso indica que o vírus continua ativo e circulante no Paraná. Por outro lado, o boletim revela que as autoridades não têm controlado de perto a evolução do número de casos da doença.

O boletim mostrou um au­­­mento de 7 mil casos em relação ao número divulgado 30 dias antes. No entanto, ontem, a Secretaria da Saúde admitiu que não sabe quantos desses casos são de pessoas contaminadas realmente nos últimos 30 dias. Muitos deles podem ser de contaminações ocorridas no ano passado, mas que até agora constavam como casos incertos. Como agora o governo faz uma triagem dos casos duvidosos, o número total aumenta, mesmo que não haja novas contaminações.

Não é só aqui que a falta de acompanhamento da evolução da gripe ocorre. São Paulo, um dos estados mais afetados pela gripe e o mais populoso do país, também não mantém estatísticas sobre o tema. O Ministério da Saúde, idem. Isso poderia, em teoria, dificultar o combate à segunda onda da doença, que deve ocorrer neste inverno. A população também mostra sinais de que se descuidou nos itens de prevenção necessários. As autoridades, porém, apostam que a vacina e outras formas de controle serão suficientes para manter a doença em níveis baixos em 2010.

Casos

O número de casos diminuiu significativamente durante o verão. Em Curitiba, não houve nenhum caso confirmado da gripe A entre janeiro e fevereiro. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul também não houve registro da doença nesse período.

Quanto às mortes ocorridas neste ano no Paraná, o infectologista Moacir Pires Ramos afirma que estão dentro da normalidade e que não são sinal de que a gripe A virá com mais força. “Foram casos esparsos e já esperados. Entre as vítimas havia um jovem portador de doença crônica e uma gestante, ou seja, ambos faziam parte de grupos de risco da doença. É certo que o contágio irá aumentar, agora que já passou o carnaval e que as temperaturas vão baixar. Por isso a população precisa estar atenta em relação à prevenção. Cuidados básicos de higiene, que deveriam ser constantes, ficaram esquecidos por causa das férias”, afirma o médico, membro do Comitê Municipal de Prevenção e Con­trole da Nova Gripe de Curitiba.

Segundo o secretário de Esta­­do da Saúde, Gilberto Martin, é muito provável que a segunda onda da gripe seja menos grave do que a primeira. “Foi o que acon­­­teceu no Hemis­­fério Norte. A segunda onda afetou os Esta­­dos Unidos e a Europa no inverno e, mesmo assim, os índices da doença declinaram. Estaremos mais protegidos com a vacina, que irá beneficiar cerca de 4 milhões de pessoas só no Paraná, sem falar nos milhares que fo­­­ram infectados pela doença no ano passado e que, por isso, já estão imunizados”, explica.

Para o presidente da Socieda­­de Paranaense de Infectologia, Alceu Fontana Pacheco Júnior, os critérios adotados pelo poder público para identificar casos de gripe são “meio frouxos”. “Não dizem onde os casos estão localizados. E não se fazem exames, a não ser de quem está morrendo”, afirma. “A gente não sabe exatamente o que os médicos estão considerando como gripe.”

Pacheco acredita que os números divulgados podem estar acima dos casos reais. Para ele, não há, no entanto, como contabilizar os casos verdadeiros. “Só se fizessem uma avaliação universal do ponto de vista laboratorial, com todos os casos suspeitos. Hoje, se uma pessoa tem febre e tosse e vai ao médico, ele pode notificar como gripe”, diz. “Acredito que esses 6 mil casos estão acima (da realidade). Minha experiência é em Curitiba e não tenho visto casos de gripe, nem ouvido falar que meus colegas tenham visto casos de gripe.”



- Postado por: Patrícia às 09h03
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As mudanças nas farmácias

  

Fiscalização para que medicamentos fiquem fora do alcance dos consumidores será intensificada

Desde ontem, uma determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe que analgésicos, antitérmicos, antiácidos e remédios fiquem ao alcance dos clientes. O Diário Catarinense esteve em cinco farmácias na Grande Florianópolis e ainda os encontrou à mão dos consumidores.

Pela nova regra, eles deveriam estar dentro do balcão, com os clientes tendo acesso somente com a ajuda de um funcionário. As duas farmácias visitadas pela reportagem na Capital estavam de acordo com as novas regras da Anvisa.

– Já havia uma determinação que proíbe os remédios em expositores ao alcance dos clientes. Por isso, não fizemos nenhuma alteração – diz Anselmo Cesar Cubas, farmacêutico de uma drogaria no Bairro Coqueiros.

De fato, a colocação de medicamentos em gôndolas não é permitida no Estado desde 2003. As farmácias também não podem vender refrigerantes, salgadinhos e picolés e doces, lembra a diretora de Vigilância Sanitária da Secretaria Estadual de Saúde, Raquel Bittencourt.

Ela afirma que a fiscalização será feita pelas vigilâncias municipais nas 4 mil farmácias do Estado. Informa também disse que a pena para quem desobedecer pode variar de uma notificação, passando pela interdição do estabelecimento a multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.

– Vamos intensificar a fiscalização a partir da próxima semana. O principal objetivo da nova legislação é fazer com que o consumidor tire suas dúvidas com os farmacêuticos, para não existirem equívocos na medicação – destaca a diretora.

Em Biguaçu, Palhoça e São José, havia medicamentos em cestas sobre o balcão. As duas farmácias que atenderam a reportagem retiraram os produtos do alcance dos clientes.

– O que precisa mudar é o hábito do consumidor, que sempre deveria pedir orientação. Uma pessoa com uma ferida aberta, por exemplo, não pode tomar uma aspirina porque ela é anticoagulante e poderia sangrar sem parar – explicou o farmacêutico Alessandro Garbelotto, de Biguaçu.


- Postado por: Patrícia às 09h45
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DNA revela segredos da família dos faraós

           

Nem queda de biga, nem golpe na cabeça, nem envenenamento encomendado. Tutancâmon, o mais famoso soberano do Egito antigo, morreu provavelmente de complicações de uma fratura no fêmur e de uma infecção grave por malária.

A conclusão é da análise patológica mais completa já feita na múmia do jovem faraó, publicada hoje por pesquisadores do Egito, da Alemanha e da Itália na revista médica "Jama". 
 

Durante dois anos, o grupo fez análises de DNA, tomografias computadorizadas e medições exaustivas em Tutancâmon e outras 15 múmias. Destas, dez eram aparentadas com o rei-menino, morto em 1324 a.C. aos 19 anos.

Zahi Hawass, o onipresente chefe do Conselho de Antiguidades do Egito e líder da pesquisa, diz que os novos dados permitem descartar a hipótese de que Tutancâmon tenha sido assassinado a mando de seu vizir, Aye --que queria tomar-lhe a mulher, Anquesenâmon.

"Uma fratura repentina na perna, possivelmente causada por uma queda, pode ter resultado em um estado potencialmente fatal, quando uma infecção por malária ocorreu", escreveram Hawass e colegas.

Ossos frágeis

A julgar pelo estado de seu esqueleto, Tutancâmon era o candidato perfeito a uma fratura séria. O estudo revelou que o faraó tinha uma série de deformações nos ossos e uma doença rara semelhante à artrite.

Tomografias de seu pé esquerdo mostraram mais problemas: o pé era virado para dentro, um dos dedos tinha uma falange a menos e alguns ossos tinham sinal de necrose.

Os pesquisadores atribuem esta última à síndrome de Köhler, uma doença dolorosa na qual a interrupção do fluxo sanguíneo destrói os ossos. Tutancâmon precisava andar apoiado em uma bengala, o que possivelmente explica por que 130 desses objetos (alguns com sinais de uso) foram achados em sua tumba. "A doença ainda estava ocorrendo no momento da morte", afirma o grupo.

Todos esses problemas eram provavelmente hereditários, decorrentes da má constituição genética do rei-menino. A linhagem de Tutancâmon era repleta de casamentos consanguíneos, algo rotineiro entre os faraós e causa conhecida de propagação de doenças genéticas. Os exames de DNA revelaram que o próprio Tutancâmon era produto de incesto, do casamento do faraó Aquenáton com uma de suas irmãs.

A identidade da mãe do faraó permanece incerta. Pode ser que se trate da rainha Nefertiti, mas os arqueólogos preferem chamá-la de KV35YL (sigla para "mulher jovem da tumba 35 do Vale dos Reis).

Dois fetos de meninas de cinco e sete meses foram confirmados como as filhas nascidas mortas do rei. Mas a mãe das meninas tampouco pôde ser identificada com certeza como Anquesenâmon. Por ora, a mulher de Tutancâmon fica registrada apenas como KV21A.

Uma das surpresas da análise genética foi que tanto Tutancâmon quanto outras múmias da família tinham em seu sangue genes do Plasmodium falciparum, protozoário causador da malária na África. "Até onde sabemos, esta é a mais antiga evidência genética de malária numa múmia com datação precisa", afirmam os cientistas.

O faraó e seu bisavô, Yuya, tinham inclusive sinais de múltiplas infecções (a diversidade de genes de plasmódio no sangue dos dois era mais alta). Segundo os autores, Tutancâmon poderia até mesmo ter sofrido da forma mais grave da doença. Isso explicaria também a quantidade de plantas medicinais encontradas na tumba --chamadas de "farmácia além-túmulo" pelos pesquisadores.

A infecção, agindo sobre um corpo já tão fragilizado, teria liquidado o monarca.

Visão de artista

Apesar de terem detectado tantas moléstias, os cientistas também desfizeram um mito médico sobre Tutancâmon e sua família. Como os faraós de Aquenáton em diante eram representados sempre de forma afeminada em obras de arte, especulou-se que eles sofressem de síndrome de Marfan, outra doença genética que produz seios em homens e ossos alongados. Nenhum sinal da doença foi encontrado nas múmias. A bizarrice artística provavelmente resultava apenas de um decreto de Aquenáton sobre como retratar os reis.

 



- Postado por: Patrícia às 13h55
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Instituição reviu 75 estudos sobre a eficácia da vacina da gripe .

                              

Um levantamento dos estudos sobre a vacina contra o vírus da gripe concluiu que praticamente não há dados seguros de que a vacina seja eficiente em pessoas com mais de 65 anos. Em vários países, como no Brasil, há campanhas que estimulam a vacinação de idosos contra a gripe. 

Segundo a pesquisa, conduzida pela organização não governamental Colaboração Cochrane, de 75 estudos sobre a vacinação apenas um deles usava métodos precisos e mostrava redução no número de casos da doença.

Vários estudos, segundo a ONG, tinham baixa qualidade ou registravam resultados indiretos da vacina, como o aumento de anticorpos contra o vírus. Esse tipo de dado, de acordo com a Cochrane, não prova que houve diminuição do número de pessoas doentes.

A organização recomenda que testes confiáveis e de longa duração sejam financiados pelos governos para avaliar a eficácia da vacina. Enquanto isso não ocorre, autores da pesquisa sugerem que outras ações, como melhorias na higiene e na alimentação, sejam realizadas paralelamente à imunização.



- Postado por: Patrícia às 09h38
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Atriz Drica Moraes começa a quimioterapia

              

 

Internada desde a última quarta-feira (10), depois de descobrir que estava com leucemia, Drica Moraes começou ontem a fazer quimioterapia. O diagnóstico pegou de surpresa a atriz, que já vinha se sentindo debilitada e passou por uma bateria de exames para detectar a doença. "Ela se sentiu mal, ficou tonta e desmaiou. A partir de hoje, Drica está proibida pelos médicos de receber visitas, devido à baixa imunidade", informa sua empresária, Fernanda Ribas. Segundo ela, a família de Drica está muito sensibilizada com a notícia e não quer falar sobre o assunto. Ontem pela manhã, a atriz fez uma cirurgia para a implantação de um cateter no Hospital Samaritano, em Botafogo, onde está internada, e precisou de uma transfusão de sangue.

"Ainda não sabemos quando terá alta. Tudo vai depender de como reagirá ao tratamento", avisa Fernanda, que alertou sobre a necessidade de um controle nas doações de sangue direcionadas para a atriz. "A Drica está preocupada com o desperdício. O sangue doado só dura quatro dias, então é preciso ter um controle. Não dá para fazer movimentos na Internet e saírem todos doando ao mesmo tempo", diz ela.

Na quinta-feira (11), assim que souberam da notícia, os amigos da atriz se mobilizaram no Twitter. "Doem sangue para a atriz Drica Moraes (Adriana Moraes Rego Schmidt) no Gávea Medical Center! É na Lagoa Barra, sangue B ou O. Repassem!", postou no microblog o ator Pedro Neschling, um dos primeiros a se manifestar. Solidários, Bruno Gagliasso, Carolina Dieckmann e Bruno Mazzeo, entre outros artistas, aderiram à corrente.

Drica se afastou da TV em 2009, para se dedicar à maternidade. Ela está no ar em Alma Gêmea, reprisada pela Globo no Vale a Pena Ver de Novo.



- Postado por: Patrícia às 13h03
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OMS admite que gripe A está em fase de declínio

             

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se prepara para anunciar, ainda em fevereiro, o fim da fase aguda da expansão do vírus H1N1 pelo planeta. Desde que os primeiros casos surgiram no México, em março último, a doença matou pelo menos 15,1 mil pessoas no mundo.

– Não se pode dizer que uma pandemia acaba da noite para o dia. Mas estamos agora provavelmente em uma fase de transição, na qual notamos um declínio persistente dos casos, embora ainda haja surtos pontuais – afirmou à Agência Folha Gregory Hartl, porta-voz da OMS para epidemias.

A decisão deve ser tomada no fim do mês em reunião de avaliação da comissão de emergências da OMS, em Genebra, na Suíça. Uma vez declarado o fim da fase de pico, a organização passará a monitorar o comportamento do vírus para verificar se sua taxa de transmissão entra nos mesmos padrões dos vírus de gripe comum. Essa fase durará pelo menos até o próximo inverno no Hemisfério Norte, no início de 2011.

– Ainda há surtos pontuais. Embora a transmissão tenha recuado em todas as regiões do mundo, na África Ocidental ela continua aumentando, então é preciso observar. Levará pelo menos duas temporadas (de gripe) para concluir se entramos na fase pós-pandêmica – diz Hartl.

Estoques de vacinas encalharam nos países

A pandemia de gripe A foi declarada em junho de 2009 porque a OMS constatava então a propagação contínua e disseminada do vírus em duas ou mais regiões do planeta. Na época, foram feitos alertas, e governos compraram centenas de milhares de doses de vacina. Como a disseminação arrefeceu, os estoques encalharam, e os governos europeus tentam agora revendê-los e cancelar encomendas.

Nos últimos dois meses, a OMS se viu no centro de uma polêmica em que especialistas e parlamentares europeus a acusam de exagerar o alerta para beneficiar a indústria farmacêutica.

Um inquérito com apoio do Parlamento Europeu está sendo conduzido no Conselho da Europa, principal entidade de monitoramento dos direitos humanos no continente, e deve ser concluído em junho. A OMS nega ter sofrido influência das farmacêuticas e atribui a contenção das mortes à rapidez de sua ação.



- Postado por: Patrícia às 09h51
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Calor aumenta número de mortes

     

A onda de forte calor registrada nos últimos dias na cidade de Santos (SP) tem provocado na população mais que mal-estares. Segundo dados preliminares divulgados ontem pela Secretaria de Saúde local, pelo menos 32 idosos morreram, entre segunda e terça-feira, em decorrência de complicações causadas pelas altas temperaturas. As vítimas tinham entre 60 e 93 anos.

Com os termômetros beirando, em média, os 40ºC, a desidratação é uma das consequências que mais preocupam. Segundo o secretário de Saúde de Santos, Odílio Rodrigues Filho, em quase todos os casos, as vítimas já apresentavam doenças crônicas, como problemas respiratórios e cardíacos. Reforçando a previedade desse número, Rodrigues Filho, que é médico, adianta que os dados apontam para a falta de ingestão de líquido. “Quando a pessoa é mais nova, o organismo compensa com mais facilidade a falta de água. Num idoso com problema cardíaco, por exemplo, o coração tem que bater mais forte para compensar isso, e aí há o desequilíbrio.”

Das mortes registradas, 15 aconteceram em prontos-socorros da cidade e outras 17 nas casas das vítimas. A secretaria destacou que todas as vítimas já tinham problemas crônicos de saúde como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.

Devido ao registro de óbitos(1), a Prefeitura santista iniciou uma campanha de conscientização da população sobre a desidratação. De acordo com a Secretaria da Saúde, foram publicadas orientações do Diário Oficial da cidade. Além disso, escolas e agentes de saúde estão sendo orientados. O secretário de Saúde alerta a parentes e acompanhantes de pessoas idosas a “aumentar a oferta de água” e procurar oferecer a eles refeições leves em dias de forte calor.

Bloqueio atmosférico
Na segunda-feira, por volta das 14h, alguns termômetros na divisa entre Santos e o município paulista de São Vicente marcavam expressivos 44ºC. Segundo o professor de climatologia da Unimonte, André Belém, o que aconteceu foi um fenômeno conhecido como bloqueio atmosférico. Ele acontece quando uma massa de ar quente fica estacionada sobre grande parte do país, impedindo o avanço das frentes frias vindas do sul da Argentina.

Com o enfraquecimento da alta pressão do Atlântico, a frente fria mais próxima conseguiu furar o bloqueio e, finalmente, trazer a chuva que refrescou a região na tarde de terça-feira. Porém, o pior pode ainda não ter passado. Belém explica que, geralmente, as temperaturas mais altas tem seu ápice nas duas semanas finais de fevereiro, por causa de um efeito de absorção do calor pelo oceano. “É possível que as temperaturas cheguem a 39ºC absolutos logo depois do carnaval. O que vai controlar a sensação desconfortável será a umidade. Se for parecida com a da última segunda-feira, o índice de calor pode chegar a 52ºC. Isso é apenas dois graus abaixo do que é considerado perigo extremo”, prevê.

1 - Números alarmantes
A Secretaria de Saúde de Santos está alarmada com o número de óbitos registrado entre segunda e terça-feira. Para se ter parâmetro, em todo o mês de fevereiro do ano passado, foram registradas 24 mortes causadas por complicações em decorrência do calor. A gravidade também pode ser traduzida pelo número de chamadas de ambulâncias: 220, de segunda para terça-feira, quando a média é de 130 por dia.

LIVRES DO PALETÓ
Também por causa do intenso calor no Rio de Janeiro, representantes da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) protocolaram, na tarde de ontem, um pedido de providências no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para tentar garantir acesso aos tribunais do estado sem paletó e gravata, substituídos por camisa e calça social. O presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, disse em nota, que a opção de usar ou não terno e gravata será de cada advogado, e vai vigorar até o fim do verão. Sabemos que o tema é polêmico e alguns colegas podem até preferir manter a tradição. Só estamos possibilitando a adoção de roupas mais leves neste calor, afirmou. A sensação térmica na capital fluminense já atingiu a máxima de 50ºC.



- Postado por: Patrícia às 10h56
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RP tem 25,5 novos casos de dengue por dia

              

 

Ribeirão Preto registra uma média de 25,5 novos casos de dengue por dia desde o início do ano. Até ontem, foram confirmados 1.020 casos —no ano passado inteiro, o número de casos de dengue foi de 1.550 na cidade, de acordo com a Secretaria Municipal da Saúde. De acordo com os dados da secretaria, há outros 1.245 casos suspeitos e o índice de negatividade é baixo: até ontem, foram descartados 270 exames para a dengue.

Hoje, a Fiscalização Geral, a Secretaria de Infraestrutura e o Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão (Daerp) irão percorrer as imediações da Avenida Dom Pedro, no bairro Ipiranga, com o objetivo de intensificar as notificações aos proprietários de terrenos que não cuidam dos locais.

Em dois dias de mutirão, foram feitas 400 notificações na Zona Leste. De acordo com o chefe dos fiscais, José Augusto de Camargo Cruz, desde o dia 2 de janeiro foram notificados 1,8 mil proprietários em toda a cidade.

A partir de amanhã, os agentes do Controle de Vetores e agentes comunitários de Saúde irão começar a trabalhar nos bairros Parque São Sebastião, Vila Abranches e Jardim Juliana, que apresentam os maiores índices de infestação do mosquito e de casos confirmados da dengue e que receberão a nebulização feita em parceria com o Estado.

O fumacê será feito nos próximos dias 17 e 18 de fevereiro, a partir das 19h. “O inseticida pulverizado matará apenas os mosquitos que estiverem na casa ou nos terrenos no momento da aplicação. Por isso é importante evitar a criação de novos focos”, afirmou Cristina O’Grady Lima, chefe da Divisão de Controle de Vetores. (Gabriela Yamada)

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- Postado por: Patrícia às 10h48
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Carnaval 2010: campanha contra aids foca mulher e gay

                          

SÃO PAULO - A campanha publicitária de prevenção à aids do governo federal para o carnaval deste ano terá como foco principal mulheres de 13 a 19 anos e jovens gays, de 13 a 24 anos. Segundo pesquisa que acaba de ser divulgada pelo Ministério da Saúde estes são os dois grupos mais vulneráveis ao contágio pelo vírus HIV.

A campanha, lançada hoje pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério na Vila Olímpica da Mangueira, no Rio de Janeiro, tem como slogan "Camisinha. Com amor, paixão ou só sexo mesmo. Use sempre". O material é direcionado tanto para quem tem relação sexual estável quanto para relações casuais.

Pela primeira vez, nos dez anos de sua existência, a campanha terá dois momentos. No primeiro, veiculado uma semana antes dos dias de folia, as peças tratam do uso da camisinha. Na semana seguinte ao carnaval, outros materiais falarão sobre a importância de se fazer o teste de HIV quando se viveu alguma situação de risco.



São três vídeos, um para as meninas, um para os jovens gays e o outro (a ser veiculado no período pós-carnaval) de incentivo à realização do teste de HIV. Em ambos, a protagonista é uma camisinha falante que alerta os jovens para o uso do preservativo, narrada na voz da atriz Luana Piovani, que aderiu à campanha e não cobrou cachê.

Números

Os números mais recentes da aids no Brasil mostram que a epidemia na década de 2000 comporta-se de forma diferente entre os jovens. Na população geral, a maior parte dos casos está entre os homens e, entre eles, a maioria das transmissões ocorreram em relações heterossexuais.

Considerando somente a faixa etária dos 13 aos 24 anos, a realidade é outra. De 13 a 19 anos, a maior parte dos registros da doença está entre as mulheres. Entre os jovens de 20 a 24 anos, os casos se dividem de forma equilibrada entre os dois gêneros. Para os homens dos 13 aos 24 anos, a principal forma de transmissão é a homossexual.

Entre as mulheres, o aumento de casos de aids se deu em todas as faixas etárias. Em 1986, a razão era de 15 casos em homens para cada um em mulheres, e a partir de 2002, a razão de sexo estabilizou-se em 15 casos em homens para cada 10 em mulheres. Na faixa etária de 13 a 19 anos, o número de casos de aids é maior entre as mulheres jovens. A inversão apresenta-se desde 1998, com oito casos em meninos para cada dez em meninas.

Dificuldades

De acordo com o Ministério da Saúde, diversos fatores explicam a maior vulnerabilidade dos jovens à infecção pelo HIV. Entre as meninas, as relações desiguais de gênero e o não reconhecimento de seus direitos, incluindo a legitimidade do exercício da sexualidade, são algumas dessas razões.

"No caso dos jovens gays, falar sobre a sexualidade é ainda mais difícil do que entre os heterossexuais. Eles sofrem preconceito na escola e, muitas vezes, na família. Isso faz com que baixem a guarda na hora de se prevenir, o que os deixa mais vulneráveis ao HIV", explica Mariângela Simão, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério.



- Postado por: Patrícia às 13h41
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Dengue: atenção redobrada

 

A chegada do verão traz de volta o medo de epidemias de dengue. Por isso, o Ministério da Saúde lançou uma nova campanha de combate à doença, que inclui a universalização dos protocolos de conduta e a notificação online de casos.

Segundo dados do Ministério, houve redução de 47,9% nas notificações em 2009, em comparação a 2008. O destaque foi o Rio de Janeiro, com a maior queda (96,2%). Em São Paulo, redução de apenas 10%. Já em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, os poucos registros da doença foram de casos de pessoas que contraíram a doença em outras regiões.

No entanto, Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul registraram aumento. De acordo com o boletim, esses estados mais Minas Gerais e Goiás, concentraram 76,9% das notificações de 2009. Em Mato Grosso a situação é mais grave, pois o balanço do mês de janeiro registrou 9 209 notificações de casos da doença - um aumento de 700%  se comparado ao mesmo período de 2009. Foram registrados 9209 casos no

Segundo Dr. Alberto Chebabo, infectologista da DASA, que é representada em Mato Grosso pelas marcas Cedic/Cedilab, os próximos meses serão cruciais. “É um período que ocorre maior incidência de chuvas, o que favorece a proliferação da doença porque a fêmea do mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti, deposita seus ovos em poças de água limpa” afirma o especialista. 

Sob a coordenação e financiamento do Ministério da Saúde, os Estados e os Municípios têm investido em ações para combater a doença que consistem, principalmente, na eliminação dos focos de proliferação do mosquito transmissor. Como ele vive dentro das casas e têm hábitos diurnos, pequenas poças acumuladas dentro das residências ou nos quintais, como pneus velhos, vasos de planta e garrafas passam a ser reservatórios potenciais para ovos e larvas, o que facilita a proliferação.

Ao picar uma pessoa infectada pelo vírus da dengue, o mosquito se torna-se transmissor ao picar outras pessoas, passando o vírus que se aloja em suas glândulas salivares.

Além das campanhas de conscientização e ações de controle do mosquito, outras medidas como o saneamento básico devem ser priorizadas em áreas carentes em todas as grandes e médias cidades, inclusive com a oferta de água encanada e tratamento adequado do esgoto e coleta de lixo. “Essas medidas são essenciais no controle dos focos nas regiões mais carentes destas cidades”, conclui o Dr. Chebabo.

Dicas importantes para prevenir a proliferação da Dengue
- Cobrir qualquer local em que haja água acumulada, como caixas de água e tonéis;

- Não guardar pneus em áreas abertas;

- Manter as lajes cobertas, sem poça de água e esfregá-las, diariamente, com vassoura;

- Guardar as garrafas de cabeça para baixo;

- Manter os pratos em vasos de plantas sem água ou com um pouco de areia;

- Esfregar, com bucha, recipientes que tenham plantas aquáticas

Sintomas
A partir da picada do mosquito infectado, o período de incubação da doença, em sintomas, é de 7 a 10 dias. Os primeiros sinais da doença são febre, dor de cabeça e incômodo atrás dos olhos. Na seqüência, surgem vermelhidão e coceira pelo corpo.

Vírus
Existem quatro sorotipos diferentes do vírus. No Brasil, estão em circulação os sorotipos 1, 2 e 3. Quem já contraiu um sorotipo não se infecta novamente pelo mesmo, mas ainda está susceptível aos outros. A Dengue é mais grave quando uma pessoa que já contraiu anteriormente um sorotipo apresenta a doença pela segunda vez por um sorotipo diferente, o que pode causar a Dengue Hemorrágica. Neste caso, há possibilidade de haver manifestações hemorrágicas, como pequenas manchas avermelhadas por todo o corpo, hematomas e queda da pressão arterial, aumentando a gravidade da doença. Quando isto ocorrer, deve-se, imediatamente, procurar atendimento médico.

O sorotipo quatro do vírus ainda não foi detectado no Brasil, mas está presente em vários países vizinhos, como Venezuela, Peru e Guiana Francesa.

Exames para o diagnóstico da doença
- Hemograma

- Sorologia, para determinar se a pessoa possui anticorpos contra o vírus da Dengue

- Tipagem do Vírus, que determina o sorotipo pelo método de PCR

Tratamento
O tratamento depende da gravidade da doença, que pode variar desde um simples repouso e analgésicos até a internação e reposição de líquidos na veia por soro. É importante dizer que a pessoa com manifestação de Dengue não deve utilizar medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico (como AAS e Aspirina, por exemplo), pois apresentam substâncias que podem aumentar o risco de hemorragias.
 

Fonte dos números sobre a doença: http://www.combatadengue.com.br/noticia.php?c=10125



- Postado por: Patrícia às 09h55
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Doente em estado vegetativo comunica

        

Redação Internacional, 4 fev (EFE).- Poucos pacientes em estado vegetativo ou com o mínimo de consciência têm atividade cerebral intencional, segundo cientistas que conseguiram se comunicar com eles por meio de método inovador de ressonância magnética funcional que mede a resposta do cérebro em tempo real.

Realizado no Reino Unido e na Bélgica, o estudo foi publicado no "New England Journal of Medicine" e pode ser utilizado tanto nos cuidados e na reabilitação dos pacientes quanto para a adoção de decisões éticas.

Os cientistas do centro Wolfson de técnicas de imagem de Cambridge (Reino Unido) e da universidade de Liège (Bélgica) estudaram 54 pacientes com graves danos cerebrais, dos quais 23 estavam em estado vegetativo, ou seja, acordados sem responder a estímulos, e 31 com um mínimo de consciência (respostas verbais e motoras inconsistentes e desiguais).

Segundo os pesquisadores, é difícil distinguir os comportamentos reflexivos dos voluntários nestes pacientes, por isso que seu estado de consciência costuma interferir na sua resposta motora, o que explica o elevado percentual de erros nos diagnóstico, de aproximadamente 40%.

Os autores do estudo submeteram os 54 pacientes a uma ressonância magnética funcional enquanto pediam que os mesmos se imaginassem jogando tênis ou que visualizassem algum lugar familiar.

Em cinco dos pacientes com traumatismo crânio-encefálico os cientistas observaram uma ativação das regiões do cérebro envolvidas nas respostas motoras e espaciais.

Um deles, que estava em estado vegetativo, conseguiu responder mentalmente, utilizando duas imagens motoras e espaciais de afirmação e negação, e cinco dos seis responderam as perguntas corretamente.

Conforme os autores, os resultados da pesquisa demonstram que são necessários exames clínicos exaustivos para reduzir os erros no diagnóstico destes pacientes.

 



- Postado por: Patrícia às 16h38
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Secretário fala sobre vacina contra meningite C

                 

A partir desta quarta-feira (3), crianças de 2 meses a 4 anos e 11 meses de idade começam a ser vacinadas de graça contra meningite C. Nesta etapa, a vacinação vai estar disponível em 16 municípios: Salvador, Camaçari, Candeias, Conde, Dias D´ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Santo Amaro, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Saubara, Simões Filho e Vera Cruz.

Serão 231 postos e a meta é imunizar 299 mil crianças. No ano passado, em toda a Bahia, foram registrados 193 casos de meningite C, com 49 mortes. Em Salvador, foram 106 casos e 26 mortes.

Este ano, três pessoas já morreram com a doença no estado: em Salvador, Saubara (no Recôncavo), e em Iraquara (na Chapada). Dezenove casos foram registrados, dez deles na capital.

O secretário de Saúde do Estado, Jorge Solla, participou ao vivo do Jornal da Manhã desta quarta-feira. Confira trechos da entrevista:

Por que essa vacinação não vai ser em todos os 417 municípios da Bahia?

‘É importante chamar atenção que essa vacina não é produzida no Brasil. São três indústrias que produzem no mundo. Ela é importada e a aquisição que o governo está fazendo, de forma pioneira, está sendo entregue por lotes. Já recebemos 175 mil lotes e até o final do mês de abril a indústria estará entregando lotes quinzenais’.

Por que cidades como Iraquara, onde houve casos, não foram incluídas na lista?

‘Porque a concentração maior dos casos é em Salvador e Região Metropolitana. Ano passado, mais de 60% da ocorrência se deu na capital do estado e é onde houve uma ampliação da ocorrência da doença no ano passado’.

Quanto tempo vai durar esse trabalho de vacinação? É preciso que haja pressa da população para chegar aos postos de saúde?

‘É importante chamar a atenção que nós estamos começando hoje a vacinação. O estado está adquirindo doses suficientes para vacinar toda a população na faixa etária preconizada. Não precisa ser hoje, nem amanhã. A vacinação está começando hoje e vai continuar durante todos os demais dias nas salas de vacina. São 231 postos nos municípios da região metropolitana’.

A pressa não seria em função do Carnaval?

‘Não há motivo para que seja feita essa procura imediata em função do carnaval. A partir de março vamos estender a vacinação para outras regiões, mas isso não quer dizer que vai parar necessariamente na região metropolitana. Ela só vai deixar de ser feita quando for alcançada a meta, que é vacina em torno de 300 mil crianças na região metropolitana’.

Quem toma essa vacina hoje já vai estar imunizada na semana que vem, durante o Carnaval?

‘Já começa a fazer efeito nas primeiras horas e leva um tempo para ter uma resposta mais completa. A criança menor de um ano, o sistema imunológico dela não está completamente preparado para ter a resposta de forma adequada… em função disso você faz duas doses nas crianças menores de um ano. As crianças de um ano em diante só precisam tomar uma dose’.



- Postado por: Patrícia às 12h55
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Rede pública terá vacina para meningite grave e pneumonia 

                         

A partir desse ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) incluiu duas novas vacinas no calendário básico de imunização da rede pública. Pais e responsáveis deverão levar suas crianças de até 2 anos para receber doses das vacinas pneumocócica 10-valente e a anti-meningococo C. De cordo com Heloísa Lombardi, diretora do Departamento de Saúde Coletiva da Secretaria Municipal de Saúde, ainda não há datas definidas para as imunizações. Mas ela elogia a iniciativa do Ministério da Saúde, uma vez que a vacinação combaterá agentes causadores de doenças como meningite bacteriana e pneumonia que causam morte entre crianças.

A expectativa é que a vacina pneumocócica 10-valente seja ministrada já em março. Ela combate um tipo de bactéria causadora de meningites, pneumonia, sinusite, inflamação do ouvido, além de bacteremia (presença de bactérias no sangue), entre outras doenças. Já a vacinação anti-meningogoco C deverá ser realizada em agosto.

Neste ano, as vacinas serão aplicadas em crianças de 1 a 2 anos. A pneumocócica será aplicada em três doses e mais um reforço no ano seguinte. Já a meningocócica é composta de duas doses com mais um reforço. Na rede particular, a primeira imunização pode chegar a R$ 800,00 e a segunda, a R$ 450,00.

A partir de 2011, elas farão parte do calendário básico de vacinação da criança específico para os menores de 1 ano. Depois de cinco anos do início dos novos programas de vacinação, em 2015, a previsão é que sejam evitadas cerca de 45 mil internações por pneumonia por ano em todo o Brasil. Com isso, a média dessas internações por ano no País cairá de 54.427 para 9.185, uma redução de 83%. “É uma medida super-importante. Entre todas as medidas de controle de doenças transmissíveis, a que possui maior eficácia é a vacinação. Ela diminui a incidência de doenças e a sua mortalidade. É um ganho muito grande para a saúde pública”, destaca Heloísa.

Ela enfatiza que a imunização não combaterá uma doença e sim agentes que causam enfermidades. “O pneumococo tem predileção em se alojar no pulmão e meninge”, explica a diretora. “Já o meningococo atinge a meninge que reveste a medula, além disso, pode causar meningococemia, uma infecção por todo o corpo”, diz.



- Postado por: Patrícia às 11h20
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